Questões de Concurso Público Prefeitura de Santo Antônio do Grama - MG 2024 para Educador Físico (Do Esporte)

Questões Discursivas

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Q4206587 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
Em relação ao poema ”Ano Novo", pode-se afirmar:
Alternativas
Q4206588 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
"Da vida, flui em sombra a água nua." O núcleo do sujeito desse período é: 
Alternativas
Q4206589 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
"Da vida, flui em sombra a água nua." Temos nesse verso:
Alternativas
Q4206590 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
Das palavras retiradas do poema, aquela que possui mais letras do que fonemas é:
Alternativas
Q4206591 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto: 
Alternativas
Q4206592 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Levando em consideração o título do texto, “Artifícios”, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4206593 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
No segundo parágrafo há referência à palavra “lágrimas”. Subentende-se no contexto em si:
Alternativas
Q4206594 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.

    “Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 



Esse parágrafo finaliza com uma pergunta. O que fica subentendido a respeito dessa pergunta é: 

Alternativas
Q4206595 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.

    “Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 

Quanto ao que se sabe a respeito da Formação de Palavras, há no parágrafo em referência um exemplo de derivação imprópria, empregado no texto, com a palavra: 
Alternativas
Q4206596 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.

    “Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 

“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Todas as palavras destacadas, respectivamente e morfologicamente, recebem a mesma classe gramatical, de acordo com o contexto, ou seja, todas estão como artigo definido, EXCETO:
Alternativas
Q4206597 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.

    “Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 

“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Nesse trecho, percebe-se o emprego de uma figura de linguagem, que consiste numa omissão de um termo já citado, denominada:
Alternativas
Q4206598 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
“A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar.” O trecho destacado consiste numa oração subordinada substantiva exercendo função de:
Alternativas
Q4206599 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o trecho a seguir para responder a questão.

“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.”



Os termos destacados exprimem, respectivamente: 

Alternativas
Q4206600 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o trecho a seguir para responder a questão.

“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q4206601 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o trecho a seguir para responder a questão.

    “Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”. 



O emprego de trivial, no contexto, traz o mesmo sentido das palavras a seguir, EXCETO

Alternativas
Q4206602 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o trecho a seguir para responder a questão.

    “Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”. 

“(...) não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”. Nesse trecho há duas ocorrências do emprego da crase. Sabe-se que na crase há situações em que o emprego é obrigatório, outras, facultativo, e outras, indevido. Assinale a alternativa em há uma situação INDEVIDA no emprego da crase. 
Alternativas
Q4206603 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está INADEQUADO.
Alternativas
Q4206604 Português
Assinale a alternativa em que foi usada uma palavra com contração de uma preposição com um artigo.
Alternativas
Q4206605 Português
Todas as palavras nas alternativas abaixo apresentam palavras paroxítonas, exceto uma delas que possui uma palavra que não se enquadra a essa classificação.
Alternativas
Q4206606 Português
Ditongo consiste no encontro vocálico em que numa mesma sílaba há uma vogal e uma semivogal. Das palavras retiradas do texto, aquela que possui ditongo é: 
Alternativas
Respostas
21: A
22: C
23: A
24: C
25: B
26: C
27: D
28: A
29: A
30: C
31: D
32: A
33: B
34: C
35: D
36: B
37: B
38: C
39: B
40: A