Questões de Concurso Público Prefeitura de Divino das Laranjeiras - MG 2023 para Fiscal Sanitário
Foram encontradas 40 questões
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o texto a seguir.
ESTIMAÇÃO
O apartamento era minúsculo.
− Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.
Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...
Sandra
Leia o aforismo a seguir.
“O verdadeiro heroísmo consiste em persistir por mais um momento, quando tudo parece perdido.”
W.F. Grenfel
Leia o aforismo a seguir.
“O verdadeiro heroísmo consiste em persistir por mais um momento, quando tudo parece perdido.”
W.F. Grenfel
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Leia o miniconto a seguir.
Meu pai não me ama
“Pai, você não me ama!”
“Como assim, meu filho! Falta-lhe comida?”
“Não.”
“Falta-lhe vestes para cobri-lo?”
“Não.”
“E você me diz que não o amo? Explique-me o porquê?”
“Meu estômago está alimentado, no entanto meu coração está faminto por falta de afeto. Meu corpo estácoberto pelas vestes, porém falta-me abraço, para que eu me aqueça e não sinta o frio da solidão.”
Antônio e Caio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
Atente-se para as frases a seguir.
I. Realizou somente dois quartos do trabalho solicitado.
II. Recebi uma dúzia de caixas de papel reciclável.
III. Nunca se deixe levar pelo primeiro diagnóstico.
IV. Recebeu o dobro do que estava esperando.
Temos numeral coletivo em:
Pode-se afirmar que:
