Questões de Concurso Público Prefeitura de Divino das Laranjeiras - MG 2023 para Engenheiro

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Q3641261 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Analisando o título do conto e o contexto em si, pode-se afirmar que “Estações”:

Alternativas
Q3641262 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto: 

Alternativas
Q3641263 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O parágrafo que o narrador demonstra maturidade em que tem que assumir responsabilidades, pois ele não está mais só, pois nesse vagão em que ele está, há outros ligados a ele: 

Alternativas
Q3641264 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O último parágrafo é marcado por um desfecho em que o narrador se demonstra:

Alternativas
Q3641265 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”: 

Alternativas
Q3641266 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

O tema global do conto é:

Alternativas
Q3641267 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

Analisando as palavras destacadas, pode-se afirmar que a repetição delas consiste em reforçar, quanto à vida da protagonista: 

Alternativas
Q3641268 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

Pode-se afirmar que são características desse miniconto, EXCETO

Alternativas
Q3641269 Português

Atente para os conceitos a seguir.



I. Frase é todo enunciado com sentido completo, podendo esta ser nominal ou verbal;


II. Oração é todo enunciado em torno de um verbo, podendo ou não ter sentido;


III. Período é toda frase verbal contendo uma ou mais orações, podendo este ser simples ou composto.



Analisando o texto “Vazio”, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3641270 Português

E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos:

Alternativas
Q3641271 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.




Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

Ao omitir o nome do amado de Fernanda e afirmar que “Pobre não tem nome; tem apelido.” Os autores deixam subentendido, como um dos temas a serem inferidos:

Alternativas
Q3641272 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.




Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

As expressões “ponto final” e “reticências” condizem com o contexto, respectivamente:

Alternativas
Q3641273 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.




Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............” A palavra destacada exprime: 

Alternativas
Q3641274 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.




Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

Todavia, foram vistos pelo irmão dela (...)” – O termo destacado exerce a função:

Alternativas
Q3641275 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.




Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

“Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor”. A palavra destacada: 

Alternativas
Q3641276 Português

Quando a gente acha que tem todas as repostas (...)” A palavra destacada exprime: 

Alternativas
Q3641277 Português

O pensamento de Veríssimo deixa subentendido, como sentido global: 

Alternativas
Q3641278 Português

“(...) vem a vida e muda todas as perguntas.” A palavra destacada, na forma nominal pertence ao verbo “vir”. Na terceira pessoa do presente do indicativo, o plural desse verbo e seus derivados é indicado através do emprego do acento circunflexo. ASSINALE a alternativa em que o verbo possui a mesma formação no plural, quando na terceira pessoa do presente do indicativo. 

Alternativas
Q3641279 Redação Oficial

No Manual de Redação Oficial, além de alguns casos apresentados em questões anteriores que condizem com aspectos que regem a norma culta da língua, há também referência a situações de frases fragmentadas. Há um exemplo desse tipo de fragmentação em: 

Alternativas
Q3641280 Redação Oficial

A ambiguidade é outro aspecto que, numa redação oficial, pode provocar interpretação dúbia, prejudicando o sentido proposto. Só NÃO se percebe esse tipo de situação em:

Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: D
24: C
25: A
26: B
27: B
28: A
29: D
30: C
31: C
32: A
33: D
34: C
35: B
36: D
37: A
38: C
39: A
40: D