Questões de Concurso Público Prefeitura de Lambari - MG 2021 para Psicólogo

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Q4386689 Português

Leia o texto a seguir.


Uma coisa simples



    Cerca de uma hora depois, estávamos todos sentados no imenso auditório esperando que o Sr. Buzanfa fizesse seu discurso. O lugar era ainda maior do que eu imaginava que seria – maior até que na escola da Via. Olhei em volta e devia haver um milhão de pessoas na plateia. Certo, talvez não um milhão, mas com certeza, muitas.



    – Obrigado, Reitor Jansen, por suas gentis palavras de apresentação – disse o Sr. Buzanfa, pondo-se de pé atrás do púlpito no palco e pegando o microfone. – Sejam bem-vindos, amigos professores e membros do corpo docente... Sejam bem-vindos, pais, avós, amigos e convidados de honra, e, sobretudo, sejam bem-vindos, meus alunos do quinto e do sexto anos... Sejam bem-vindos à cerimônia de formatura do ensino fundamental da Beecher Prep!!!



    Todos aplaudiram.



    – Todos os anos – continuou o Sr. Buzanfa, lendo suas anotações com os óculos de leitura na ponta do nariz –, tenho a incumbência de escrever dois discursos: um para a cerimônia de formatura do quinto e do sexto anos, que acontece hoje, e outro para a do sétimo e do oitavo, amanhã. E todos os anos digo a mim mesmo que deveria poupar trabalho e escrever um único discurso que servisse para as duas ocasiões. Não deveria ser tão difícil, não é? E, mesmo assim, apesar das minhas intenções, sempre acabo com dois discursos diferentes, e este ano descobri por quê. Não é, como vocês podem estar imaginando, simplesmente porque amanhã vou falar para uma plateia mais velha, com mais experiência nesta escola, enquanto a maior parte do que vocês viverão aqui ainda está por vir. Não, acho que tem mais a ver com essa idade específica que têm agora, este momento especial na vida de vocês, que ainda me emociona, mesmo vinte anos depois de eu ter sido um aluno com essa idade. Porque vocês estão no limite, crianças, na fronteira entre a infância e tudo o que vem depois. Estão em transição.



    O Sr. Buzanfa tirou os óculos e usou-os para apontar para todos nós na plateia.



    – Estamos todos reunidos aqui hoje – continuou –, seus parentes, amigos e professores, para celebrar não só suas conquistas deste último ano, mas suas infinitas possibilidades. Quando refletirem sobre este ano, quero que vejam onde estão agora e onde estiveram antes. Todos ficaram um pouco mais altos, um pouco mais fortes, um pouco mais inteligentes... espero.



    Algumas pessoas da plateia riram.



    – Mas a melhor maneira de medir quanto vocês cresceram não é por centímetros, nem por quantas voltas conseguem dar na pista, ou mesmo por sua média de notas, embora essas coisas, sem dúvida, sejam importantes. A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. Há uma frase maravilhosa em um livro de J. M. Barrie... e não, não é Peter Pan, e não vou pedir que batam palmas se acreditam em fadas...



    Todos riram mais uma vez.



    – Mas em outro livro de J. M. Barrie, chamado O pequeno pássaro branco, ele escreve… – O Sr. Buzanfa começou a folhear um pequeno livro até encontrar a página que estava procurando, e então voltou a pôr os óculos. – “Vamos criar uma nova regra de vida... sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário?”



    Então ele olhou para a plateia.



    – “Mais gentil que o necessário” – repetiu. – Que frase maravilhosa, não é? Mais gentil que o necessário. Porque não basta ser gentil. Devemos ser mais gentis do que precisamos. Adoro essa frase, essa ideia, porque ela me lembra que carregamos conosco, como seres humanos, não apenas a capacidade de ser gentil, mas a opção pela gentileza. O que isso significa? Como isso é medido? Não podemos usar uma régua. É como eu estava dizendo antes: a questão não é medir quanto vocês cresceram este ano. Não dá para quantificar com precisão, não é? Como sabemos que fomos gentis? O que é ser gentil, a propósito?


(PALACIO, R.J. – Extraordinário -p.301-302) 

O texto lido é uma parte de um dos capítulos finais do livro Extraordinário, que também se tornou filme. Nele, o “Sr Buzanfa” profere um discurso. E como todo discurso, ele traz em evidência um tema, um assunto central para seu discurso, sendo este:
Alternativas
Q4386690 Português

Leia o texto a seguir.


Uma coisa simples



    Cerca de uma hora depois, estávamos todos sentados no imenso auditório esperando que o Sr. Buzanfa fizesse seu discurso. O lugar era ainda maior do que eu imaginava que seria – maior até que na escola da Via. Olhei em volta e devia haver um milhão de pessoas na plateia. Certo, talvez não um milhão, mas com certeza, muitas.



    – Obrigado, Reitor Jansen, por suas gentis palavras de apresentação – disse o Sr. Buzanfa, pondo-se de pé atrás do púlpito no palco e pegando o microfone. – Sejam bem-vindos, amigos professores e membros do corpo docente... Sejam bem-vindos, pais, avós, amigos e convidados de honra, e, sobretudo, sejam bem-vindos, meus alunos do quinto e do sexto anos... Sejam bem-vindos à cerimônia de formatura do ensino fundamental da Beecher Prep!!!



    Todos aplaudiram.



    – Todos os anos – continuou o Sr. Buzanfa, lendo suas anotações com os óculos de leitura na ponta do nariz –, tenho a incumbência de escrever dois discursos: um para a cerimônia de formatura do quinto e do sexto anos, que acontece hoje, e outro para a do sétimo e do oitavo, amanhã. E todos os anos digo a mim mesmo que deveria poupar trabalho e escrever um único discurso que servisse para as duas ocasiões. Não deveria ser tão difícil, não é? E, mesmo assim, apesar das minhas intenções, sempre acabo com dois discursos diferentes, e este ano descobri por quê. Não é, como vocês podem estar imaginando, simplesmente porque amanhã vou falar para uma plateia mais velha, com mais experiência nesta escola, enquanto a maior parte do que vocês viverão aqui ainda está por vir. Não, acho que tem mais a ver com essa idade específica que têm agora, este momento especial na vida de vocês, que ainda me emociona, mesmo vinte anos depois de eu ter sido um aluno com essa idade. Porque vocês estão no limite, crianças, na fronteira entre a infância e tudo o que vem depois. Estão em transição.



    O Sr. Buzanfa tirou os óculos e usou-os para apontar para todos nós na plateia.



    – Estamos todos reunidos aqui hoje – continuou –, seus parentes, amigos e professores, para celebrar não só suas conquistas deste último ano, mas suas infinitas possibilidades. Quando refletirem sobre este ano, quero que vejam onde estão agora e onde estiveram antes. Todos ficaram um pouco mais altos, um pouco mais fortes, um pouco mais inteligentes... espero.



    Algumas pessoas da plateia riram.



    – Mas a melhor maneira de medir quanto vocês cresceram não é por centímetros, nem por quantas voltas conseguem dar na pista, ou mesmo por sua média de notas, embora essas coisas, sem dúvida, sejam importantes. A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. Há uma frase maravilhosa em um livro de J. M. Barrie... e não, não é Peter Pan, e não vou pedir que batam palmas se acreditam em fadas...



    Todos riram mais uma vez.



    – Mas em outro livro de J. M. Barrie, chamado O pequeno pássaro branco, ele escreve… – O Sr. Buzanfa começou a folhear um pequeno livro até encontrar a página que estava procurando, e então voltou a pôr os óculos. – “Vamos criar uma nova regra de vida... sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário?”



    Então ele olhou para a plateia.



    – “Mais gentil que o necessário” – repetiu. – Que frase maravilhosa, não é? Mais gentil que o necessário. Porque não basta ser gentil. Devemos ser mais gentis do que precisamos. Adoro essa frase, essa ideia, porque ela me lembra que carregamos conosco, como seres humanos, não apenas a capacidade de ser gentil, mas a opção pela gentileza. O que isso significa? Como isso é medido? Não podemos usar uma régua. É como eu estava dizendo antes: a questão não é medir quanto vocês cresceram este ano. Não dá para quantificar com precisão, não é? Como sabemos que fomos gentis? O que é ser gentil, a propósito?


(PALACIO, R.J. – Extraordinário -p.301-302) 

Atente-se para as assertivas a seguir.



I. O Sr Buzanfa utilizou da estratégia do humor em algumas colocações fazendo algumas observações a ponto de provocar risos.



II. O Sr Buzanfa utilizou de citação de um autor para reforçar o tema a que se propôs em seu discurso.



III. O Sr Buzanfa fez comparações entre alunos que obtiveram mais êxitos com outros menos favorecidos, usando de expressões como “mais inteligentes”.



Estão CORRETOS:

Alternativas
Q4386691 Português

Leia o texto a seguir.


Uma coisa simples



    Cerca de uma hora depois, estávamos todos sentados no imenso auditório esperando que o Sr. Buzanfa fizesse seu discurso. O lugar era ainda maior do que eu imaginava que seria – maior até que na escola da Via. Olhei em volta e devia haver um milhão de pessoas na plateia. Certo, talvez não um milhão, mas com certeza, muitas.



    – Obrigado, Reitor Jansen, por suas gentis palavras de apresentação – disse o Sr. Buzanfa, pondo-se de pé atrás do púlpito no palco e pegando o microfone. – Sejam bem-vindos, amigos professores e membros do corpo docente... Sejam bem-vindos, pais, avós, amigos e convidados de honra, e, sobretudo, sejam bem-vindos, meus alunos do quinto e do sexto anos... Sejam bem-vindos à cerimônia de formatura do ensino fundamental da Beecher Prep!!!



    Todos aplaudiram.



    – Todos os anos – continuou o Sr. Buzanfa, lendo suas anotações com os óculos de leitura na ponta do nariz –, tenho a incumbência de escrever dois discursos: um para a cerimônia de formatura do quinto e do sexto anos, que acontece hoje, e outro para a do sétimo e do oitavo, amanhã. E todos os anos digo a mim mesmo que deveria poupar trabalho e escrever um único discurso que servisse para as duas ocasiões. Não deveria ser tão difícil, não é? E, mesmo assim, apesar das minhas intenções, sempre acabo com dois discursos diferentes, e este ano descobri por quê. Não é, como vocês podem estar imaginando, simplesmente porque amanhã vou falar para uma plateia mais velha, com mais experiência nesta escola, enquanto a maior parte do que vocês viverão aqui ainda está por vir. Não, acho que tem mais a ver com essa idade específica que têm agora, este momento especial na vida de vocês, que ainda me emociona, mesmo vinte anos depois de eu ter sido um aluno com essa idade. Porque vocês estão no limite, crianças, na fronteira entre a infância e tudo o que vem depois. Estão em transição.



    O Sr. Buzanfa tirou os óculos e usou-os para apontar para todos nós na plateia.



    – Estamos todos reunidos aqui hoje – continuou –, seus parentes, amigos e professores, para celebrar não só suas conquistas deste último ano, mas suas infinitas possibilidades. Quando refletirem sobre este ano, quero que vejam onde estão agora e onde estiveram antes. Todos ficaram um pouco mais altos, um pouco mais fortes, um pouco mais inteligentes... espero.



    Algumas pessoas da plateia riram.



    – Mas a melhor maneira de medir quanto vocês cresceram não é por centímetros, nem por quantas voltas conseguem dar na pista, ou mesmo por sua média de notas, embora essas coisas, sem dúvida, sejam importantes. A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. Há uma frase maravilhosa em um livro de J. M. Barrie... e não, não é Peter Pan, e não vou pedir que batam palmas se acreditam em fadas...



    Todos riram mais uma vez.



    – Mas em outro livro de J. M. Barrie, chamado O pequeno pássaro branco, ele escreve… – O Sr. Buzanfa começou a folhear um pequeno livro até encontrar a página que estava procurando, e então voltou a pôr os óculos. – “Vamos criar uma nova regra de vida... sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário?”



    Então ele olhou para a plateia.



    – “Mais gentil que o necessário” – repetiu. – Que frase maravilhosa, não é? Mais gentil que o necessário. Porque não basta ser gentil. Devemos ser mais gentis do que precisamos. Adoro essa frase, essa ideia, porque ela me lembra que carregamos conosco, como seres humanos, não apenas a capacidade de ser gentil, mas a opção pela gentileza. O que isso significa? Como isso é medido? Não podemos usar uma régua. É como eu estava dizendo antes: a questão não é medir quanto vocês cresceram este ano. Não dá para quantificar com precisão, não é? Como sabemos que fomos gentis? O que é ser gentil, a propósito?


(PALACIO, R.J. – Extraordinário -p.301-302) 

De acordo com o foco narrativo do texto: Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4386692 Português

Leia o texto a seguir.


Uma coisa simples



    Cerca de uma hora depois, estávamos todos sentados no imenso auditório esperando que o Sr. Buzanfa fizesse seu discurso. O lugar era ainda maior do que eu imaginava que seria – maior até que na escola da Via. Olhei em volta e devia haver um milhão de pessoas na plateia. Certo, talvez não um milhão, mas com certeza, muitas.



    – Obrigado, Reitor Jansen, por suas gentis palavras de apresentação – disse o Sr. Buzanfa, pondo-se de pé atrás do púlpito no palco e pegando o microfone. – Sejam bem-vindos, amigos professores e membros do corpo docente... Sejam bem-vindos, pais, avós, amigos e convidados de honra, e, sobretudo, sejam bem-vindos, meus alunos do quinto e do sexto anos... Sejam bem-vindos à cerimônia de formatura do ensino fundamental da Beecher Prep!!!



    Todos aplaudiram.



    – Todos os anos – continuou o Sr. Buzanfa, lendo suas anotações com os óculos de leitura na ponta do nariz –, tenho a incumbência de escrever dois discursos: um para a cerimônia de formatura do quinto e do sexto anos, que acontece hoje, e outro para a do sétimo e do oitavo, amanhã. E todos os anos digo a mim mesmo que deveria poupar trabalho e escrever um único discurso que servisse para as duas ocasiões. Não deveria ser tão difícil, não é? E, mesmo assim, apesar das minhas intenções, sempre acabo com dois discursos diferentes, e este ano descobri por quê. Não é, como vocês podem estar imaginando, simplesmente porque amanhã vou falar para uma plateia mais velha, com mais experiência nesta escola, enquanto a maior parte do que vocês viverão aqui ainda está por vir. Não, acho que tem mais a ver com essa idade específica que têm agora, este momento especial na vida de vocês, que ainda me emociona, mesmo vinte anos depois de eu ter sido um aluno com essa idade. Porque vocês estão no limite, crianças, na fronteira entre a infância e tudo o que vem depois. Estão em transição.



    O Sr. Buzanfa tirou os óculos e usou-os para apontar para todos nós na plateia.



    – Estamos todos reunidos aqui hoje – continuou –, seus parentes, amigos e professores, para celebrar não só suas conquistas deste último ano, mas suas infinitas possibilidades. Quando refletirem sobre este ano, quero que vejam onde estão agora e onde estiveram antes. Todos ficaram um pouco mais altos, um pouco mais fortes, um pouco mais inteligentes... espero.



    Algumas pessoas da plateia riram.



    – Mas a melhor maneira de medir quanto vocês cresceram não é por centímetros, nem por quantas voltas conseguem dar na pista, ou mesmo por sua média de notas, embora essas coisas, sem dúvida, sejam importantes. A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. Há uma frase maravilhosa em um livro de J. M. Barrie... e não, não é Peter Pan, e não vou pedir que batam palmas se acreditam em fadas...



    Todos riram mais uma vez.



    – Mas em outro livro de J. M. Barrie, chamado O pequeno pássaro branco, ele escreve… – O Sr. Buzanfa começou a folhear um pequeno livro até encontrar a página que estava procurando, e então voltou a pôr os óculos. – “Vamos criar uma nova regra de vida... sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário?”



    Então ele olhou para a plateia.



    – “Mais gentil que o necessário” – repetiu. – Que frase maravilhosa, não é? Mais gentil que o necessário. Porque não basta ser gentil. Devemos ser mais gentis do que precisamos. Adoro essa frase, essa ideia, porque ela me lembra que carregamos conosco, como seres humanos, não apenas a capacidade de ser gentil, mas a opção pela gentileza. O que isso significa? Como isso é medido? Não podemos usar uma régua. É como eu estava dizendo antes: a questão não é medir quanto vocês cresceram este ano. Não dá para quantificar com precisão, não é? Como sabemos que fomos gentis? O que é ser gentil, a propósito?


(PALACIO, R.J. – Extraordinário -p.301-302) 

“Olhei em volta e devia haver um milhão de pessoas na plateia. Certo, talvez não um milhão, mas com certeza, muitas”. No trecho destacado, o narrador demonstra seu impacto com o momento em si utilizando:
Alternativas
Q4386693 Português

Flores


Titãs, Os Paralamas do Sucesso 



Olhei até ficar cansado


De ver os meus olhos no espelho


Chorei por ter despedaçado


As flores que estão no canteiro 


Os punhos e os pulsos cortados


E o resto do meu corpo inteiro


Há flores cobrindo o telhado


E embaixo do meu travesseiro


Há flores por todos os lados


Há flores em tudo que eu vejo


A dor vai curar essas lástimas


O soro tem gosto de lágrimas


As flores têm cheiro de morte


A dor vai fechar esses cortes


Flores, Flores


As flores de plástico não morrem


(...)

“Olhei até ficar cansado



De ver os meus olhos no espelho



Chorei por ter despedaçado



As flores que estão no canteiro”




Os versos destacados exprimem: 

Alternativas
Q4386694 Português

Flores


Titãs, Os Paralamas do Sucesso 



Olhei até ficar cansado


De ver os meus olhos no espelho


Chorei por ter despedaçado


As flores que estão no canteiro 


Os punhos e os pulsos cortados


E o resto do meu corpo inteiro


Há flores cobrindo o telhado


E embaixo do meu travesseiro


Há flores por todos os lados


Há flores em tudo que eu vejo


A dor vai curar essas lástimas


O soro tem gosto de lágrimas


As flores têm cheiro de morte


A dor vai fechar esses cortes


Flores, Flores


As flores de plástico não morrem


(...)

Olhei até ficar cansado



De ver os meus olhos no espelho



Chorei por ter despedaçado



As flores que estão no canteiro



Quanto às palavras destacadas, morfologicamente, são, respectivamente:

Alternativas
Q4386695 Português

Flores


Titãs, Os Paralamas do Sucesso 



Olhei até ficar cansado


De ver os meus olhos no espelho


Chorei por ter despedaçado


As flores que estão no canteiro 


Os punhos e os pulsos cortados


E o resto do meu corpo inteiro


Há flores cobrindo o telhado


E embaixo do meu travesseiro


Há flores por todos os lados


Há flores em tudo que eu vejo


A dor vai curar essas lástimas


O soro tem gosto de lágrimas


As flores têm cheiro de morte


A dor vai fechar esses cortes


Flores, Flores


As flores de plástico não morrem


(...)

“Há flores por todos os lados



Há flores em tudo que eu vejo”



O verbo destacado, mesmo estando no final do verso, é CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q4386696 Português

Leia o texto a seguir.



    “Eu tinha 6 anos ou menos quando a rede em que eu estava deitado começou a balançar sozinha. Comecei a chorar compulsivamente, e logo minha mãe foi ao meu encontro. Por alguns minutos, a casa balançou e a gente pensou que ia desmoronar.



    Depois que cresci e me tornei adulto, a imagem de minha rede balançando sempre me acompanhou. Algumas vezes, cheguei a perguntar sobre o ocorrido, mas meus pais diziam que não se lembravam disso. O interessante é que meus irmãos também não se lembram do ocorrido. Cheguei a pensar que tinha vivido um sonho naquela época. Eu também não procurei maiores explicações. Afinal, para que ficar lembrando coisas amargas, não é? Uma coisa é certa, porém: eu nunca, jamais, me esqueci do dia em que um terremoto rasgou o coração da Terra...e quase me levou junto com ele”.


MUNDURUKU, Daniel – Memórias de um índio – uma quase autobiografia 

O trecho lido faz referência ao livro “Memórias de um índio – uma quase autobiografia”. De acordo com a última frase do texto, pode-se inferir: 
Alternativas
Q4386697 Português

Leia o texto a seguir.



    “Eu tinha 6 anos ou menos quando a rede em que eu estava deitado começou a balançar sozinha. Comecei a chorar compulsivamente, e logo minha mãe foi ao meu encontro. Por alguns minutos, a casa balançou e a gente pensou que ia desmoronar.



    Depois que cresci e me tornei adulto, a imagem de minha rede balançando sempre me acompanhou. Algumas vezes, cheguei a perguntar sobre o ocorrido, mas meus pais diziam que não se lembravam disso. O interessante é que meus irmãos também não se lembram do ocorrido. Cheguei a pensar que tinha vivido um sonho naquela época. Eu também não procurei maiores explicações. Afinal, para que ficar lembrando coisas amargas, não é? Uma coisa é certa, porém: eu nunca, jamais, me esqueci do dia em que um terremoto rasgou o coração da Terra...e quase me levou junto com ele”.


MUNDURUKU, Daniel – Memórias de um índio – uma quase autobiografia 

“Algumas vezes, cheguei a perguntar sobre o ocorrido, mas meus pais diziam que não se lembravam disso. O interessante é que meus irmãos também não se lembram do ocorrido. Cheguei a pensar que tinha vivido um sonho naquela época.”




Analisando as três orações substantivas destacadas, é correto afirmar que são, respectivamente: 

Alternativas
Q4386698 Português

Leia o texto a seguir.



    “Eu tinha 6 anos ou menos quando a rede em que eu estava deitado começou a balançar sozinha. Comecei a chorar compulsivamente, e logo minha mãe foi ao meu encontro. Por alguns minutos, a casa balançou e a gente pensou que ia desmoronar.



    Depois que cresci e me tornei adulto, a imagem de minha rede balançando sempre me acompanhou. Algumas vezes, cheguei a perguntar sobre o ocorrido, mas meus pais diziam que não se lembravam disso. O interessante é que meus irmãos também não se lembram do ocorrido. Cheguei a pensar que tinha vivido um sonho naquela época. Eu também não procurei maiores explicações. Afinal, para que ficar lembrando coisas amargas, não é? Uma coisa é certa, porém: eu nunca, jamais, me esqueci do dia em que um terremoto rasgou o coração da Terra...e quase me levou junto com ele”.


MUNDURUKU, Daniel – Memórias de um índio – uma quase autobiografia 

“Uma coisa é certa, porém: eu nunca, jamais, me esqueci do dia em que um terremoto rasgou o coração da Terra...e quase me levou junto com ele”. Na parte destacada foi utilizado um recurso linguístico denominado:
Alternativas
Q4386699 Português

Leia o texto a seguir.



    “Eu tinha 6 anos ou menos quando a rede em que eu estava deitado começou a balançar sozinha. Comecei a chorar compulsivamente, e logo minha mãe foi ao meu encontro. Por alguns minutos, a casa balançou e a gente pensou que ia desmoronar.



    Depois que cresci e me tornei adulto, a imagem de minha rede balançando sempre me acompanhou. Algumas vezes, cheguei a perguntar sobre o ocorrido, mas meus pais diziam que não se lembravam disso. O interessante é que meus irmãos também não se lembram do ocorrido. Cheguei a pensar que tinha vivido um sonho naquela época. Eu também não procurei maiores explicações. Afinal, para que ficar lembrando coisas amargas, não é? Uma coisa é certa, porém: eu nunca, jamais, me esqueci do dia em que um terremoto rasgou o coração da Terra...e quase me levou junto com ele”.


MUNDURUKU, Daniel – Memórias de um índio – uma quase autobiografia 

Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO é um substantivo. 
Alternativas
Q4386700 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
De acordo com as duas respostas dadas pelo homem na plateia, ficou subentendido:
Alternativas
Q4386701 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
A metáfora usada pelo homem, galinha e milho, ambas representam, respectivamente: 
Alternativas
Q4386702 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
“Só havia um homem sentado na primeira fileira.” O verbo destacado é um verbo impessoal. Assinale a seguir a alternativa em que o verbo destacado não está como impessoal. 
Alternativas
Q4386703 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
“Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele.” A predicação de um verbo deve ser observada dentro do contexto em que o mesmo esteja inserido. Observe o verbo destacado nesse trecho e o período a que ele pertence. Pode-se afirmar que o verbo, nesse trecho está como: 
Alternativas
Q4386704 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
 “– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4386705 Português

Leia o seguinte anúncio de emprego, colocado (...)



Admite-se corretores de imóveis com experiência mínima de cinco anos.



Levando em consideração o verbo destacado, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4386706 Português
“Não perca a classe”. Quanto a tonicidade, as palavras destacadas são, RESPECTIVAMENTE: 
Alternativas
Q4386707 Português

I. (_) vários acidentes na rodovia no último feriado prolongado.



II. (_) 11 horas no relógio da Catedral.



III. Comecei meu tratamento odontológico (_) três semanas.



IV. Tudo (_) ilusões da juventude.



V. (_) muita criança alérgica a glúten na escola.



A alternativa que completa, corretamente, com as formas verbais, as frases acima é: 

Alternativas
Q4386708 Português
Leia as sequências de palavras a seguir e assinale aquela em que a letra x possui dois fonemas, denominado dífono. 
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: A
24: A
25: A
26: C
27: B
28: D
29: A
30: A
31: C
32: C
33: B
34: C
35: A
36: D
37: A
38: C
39: D
40: C