Questões de Concurso Público Prefeitura de São José das Missões - RS 2026 para Professor de Língua Portuguesa
Foram encontradas 17 questões
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
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Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
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comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
A respeito das informações apresentadas no texto, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) A rotulagem nutricional frontal, implementada no Brasil desde 2022, é descrita como pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra.
( ) O estudo foi realizado em três comunidades urbanas: Pavuna, Ibura e Guamá, localizadas, respectivamente, nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte.
( ) Segundo o texto, 55% dos entrevistados sempre observam o rótulo antes da compra de alimentos ultraprocessados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
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comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
No segmento A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família, a construção apresenta escolhas de flexão e emprego de classes gramaticais que contribuem para a precisão semântica do enunciado. Com base nesse trecho, analise as assertivas:
I. O vocábulo muito atua como pronome indefinido, pois
intensifica o conteúdo expresso pelo particípio
preocupada.
II. A forma sua funciona como pronome possessivo, estabelecendo relação com o termo família.
III. A palavra alimentação exerce função adjetiva, pois caracteriza o substantivo família no período.
Está(ão) CORRETA(S):
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF
Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de "infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.
O estudo "Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas", realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a prática de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).
Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior à pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rotulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como "falsos saudáveis". Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica ("air fryer").
A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023, 13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentação saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentação saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer apoio técnico a estados e municípios — principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.
"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade," afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ________ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para _______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ________ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactará positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.
Fonte: https://www.unicef.orglbrazillcomunicados-de-
imprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-em-
comunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
A respeito dos dados e das interpretações possíveis a partir do texto, analise as assertivas a seguir:
I. O índice de atendimento em creches para crianças de 0 a 3 anos atingiu 41,8%, o maior já registrado no país.
II. A taxa de atendimento proporcional da pré-escola recuou de 93,4% em 2025 para 92,9% em 2024.
III. O apoio governamental viabilizou, em 2025, a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Está(ão) CORRETA(S):
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).