Questões de Concurso Público Prefeitura de Baixa Grande do Ribeiro - PI 2024 para Professor de Língua Portuguesa

Foram encontradas 20 questões

Q3382788 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões
Mayara Souto


O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segundafeira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes.
“Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso.
Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou.
O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6668375-lancellotti-no-planalto-pessoas-em-situacao-de-rua-nao-sao-anjos-nem-demonios.html
Pode-se depreender da fala de Padre Júlio Lancelloti "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios" que 
Alternativas
Q3382789 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões
Mayara Souto


O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segundafeira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes.
“Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso.
Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou.
O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6668375-lancellotti-no-planalto-pessoas-em-situacao-de-rua-nao-sao-anjos-nem-demonios.html
A palavra destacada no trecho “Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam.” apresenta, no contexto, o significado de 
Alternativas
Q3382790 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões
Mayara Souto


O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segundafeira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes.
“Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso.
Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou.
O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6668375-lancellotti-no-planalto-pessoas-em-situacao-de-rua-nao-sao-anjos-nem-demonios.html
As ideias da introdução apresentam o objetivo de 
Alternativas
Q3382791 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões
Mayara Souto


O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segundafeira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes.
“Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso.
Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou.
O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6668375-lancellotti-no-planalto-pessoas-em-situacao-de-rua-nao-sao-anjos-nem-demonios.html
Para valorizar a figura do padre Júlio Lancelotti, a autora utiliza 
Alternativas
Q3382792 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões
Mayara Souto


O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segundafeira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes.
“Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso.
Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou.
O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6668375-lancellotti-no-planalto-pessoas-em-situacao-de-rua-nao-sao-anjos-nem-demonios.html
Na frase “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, o termo destacado apresenta o valor de semântico de 
Alternativas
Q3382793 Português
Analise o cartaz abaixo.
6.png (183×228)
No trecho “Protejam o Padre Júlio Lancellotti”, a forma verbal destaca contém: 
Alternativas
Q3382794 Português
Observe trecho:
“80% dos consumidores atuais preferem o celular à televisão.” Analisando o trecho podemos dizer que a concordância está 
Alternativas
Q3382795 Português
No que se refere à estrutura morfossintática das orações abaixo, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3382796 Português
Assinale a alternativa em que a regência está de acordo com a norma padrão: 
Alternativas
Q3382797 Português
Assinale a alternativa em que a classificação do vício de linguagem está incorreto: 
Alternativas
Q3382903 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
O texto apresentado é um exemplar do gênero editorial. Qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a uma característica desse gênero? 
Alternativas
Q3382904 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Com base na leitura global do editorial, assinale a alternativa que representa adequadamente a tese defendida no texto. 
Alternativas
Q3382905 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Considerando-se as informações apresentadas no texto, o que quer dizer a fala de especialistas de que “o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais” (4º parágrafo)? 
Alternativas
Q3382906 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Qual é a ideia principal desenvolvida no quinto parágrafo do texto? 
Alternativas
Q3382907 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Em qual dos trechos abaixo se pode verificar o uso de uma linguagem conotativa? 
Alternativas
Q3382908 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
No segundo parágrafo, foi inserida uma lacuna, que deve ser preenchida por um dos porquês do português escrito padrão. Assinale a alternativa que preenche adequadamente tal lacuna. 
Alternativas
Q3382909 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Qual é a função da palavra “como” empregada no sexto parágrafo do texto? 
Alternativas
Q3382910 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Levando-se em consideração o contexto em que foram empregadas, assinale a alternativa que apresenta a classificação morfossintática correta das ocorrências da palavra que sinalizadas com números sobrescritos no texto. 
Alternativas
Q3382911 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
Qual é a classificação da oração reduzida em destaque no terceiro parágrafo? 
Alternativas
Q3382912 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
As aspas duplas foram empregadas no penúltimo parágrafo do editorial para 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: B
5: A
6: D
7: C
8: B
9: A
10: B
11: B
12: C
13: B
14: A
15: B
16: B
17: C
18: B
19: D
20: C