Questões de Concurso Público Prefeitura de Ribeiro Gonçalves - PI 2022 para Professor de Português
Foram encontradas 20 questões
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Os graduados em redes sociais!
Roberto Issamu Yosida
Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.
Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento através de animações, gráficos, representações e falas de oradores talentosos e convincentes. Tudo muito visual e aparentemente verdadeiro. Cheio de informações céleres.
Tem-se a sensação do aprendizado fácil e rápido, seletivo de acordo com o desejo de enxergar sob ótica própria, sem argumentações, pensamento crítico e o contraditório do tema. Em geral, não há meio termo, mas polarização rasa e binária. O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros. Foi e será assim. Os autodidatas natos são espécie raríssima.
Na pandemia, a todo momento vemos manifestações de quem é ousado e arrisca se proclamar expert no que fala. Todos formam uma opinião baseada em sentimentos e, muitas vezes, em desespero ou até esperança.
O cérebro humano é deveras complexo e interessante. Pensemos no efeito Dunning-Kruger. Explico: nosso cérebro superestima nossas capacidades, de maneira que quanto menos sabemos sobre algo, mais cremos saber. Os que têm capacidade moderada são os que têm consciência de sua limitação e pouca habilidade. Os muito bons no assunto são os que subestimam suas capacidades porque têm facilidade em executar aquela tarefa. Essa deve ser a motivação para o aprendizado contínuo e a consciência de que “só sei que nada sei” e que preciso melhorar.
Temos dificuldades para entender o crescimento exponencial; parece lógico, mas não é. A sensação é de que o crescimento é lento e temos dificuldade em enxergar a rapidez.
Repentinamente, temos uma série de especialistas em pandemia. Não ouso opinar depois de muitos anos de Medicina. Deixo para os afeitos ao tema, seguramente acertarão mais do que eu. Seria mero exercício de “achismo”.
Muitas profissões precisam do amadurecimento e da passagem do ensinamento dos mestres. Do caráter, do comportamento, da ética. Não somente do conhecimento técnico. Esse pode ser adquirido nos livros e agora nos meios eletrônicos. Medicina é uma delas. Sem médicos e sem pacientes, não há Medicina. Pode haver diagnósticos e tratamentos robotizados, que não servirão ao ser humano. Porque esse necessita da proximidade, que tanto nos falta nesse momento de isolamento social. Talvez seja um dos legados desse tempo que vivemos.
*Roberto Issamu Yosida é presidente do CRM-PR.
**Artigo publicado no Portal Bem Paraná de 08/05/2020.
***As opiniões emitidas nos artigos desta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do CRM-PR
Disponível em https://www.crmpr.org.br/Os-graduados-emredes-sociais-13-54031.shtml 01)
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Os graduados em redes sociais!
Roberto Issamu Yosida
Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.
Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento através de animações, gráficos, representações e falas de oradores talentosos e convincentes. Tudo muito visual e aparentemente verdadeiro. Cheio de informações céleres.
Tem-se a sensação do aprendizado fácil e rápido, seletivo de acordo com o desejo de enxergar sob ótica própria, sem argumentações, pensamento crítico e o contraditório do tema. Em geral, não há meio termo, mas polarização rasa e binária. O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros. Foi e será assim. Os autodidatas natos são espécie raríssima.
Na pandemia, a todo momento vemos manifestações de quem é ousado e arrisca se proclamar expert no que fala. Todos formam uma opinião baseada em sentimentos e, muitas vezes, em desespero ou até esperança.
O cérebro humano é deveras complexo e interessante. Pensemos no efeito Dunning-Kruger. Explico: nosso cérebro superestima nossas capacidades, de maneira que quanto menos sabemos sobre algo, mais cremos saber. Os que têm capacidade moderada são os que têm consciência de sua limitação e pouca habilidade. Os muito bons no assunto são os que subestimam suas capacidades porque têm facilidade em executar aquela tarefa. Essa deve ser a motivação para o aprendizado contínuo e a consciência de que “só sei que nada sei” e que preciso melhorar.
Temos dificuldades para entender o crescimento exponencial; parece lógico, mas não é. A sensação é de que o crescimento é lento e temos dificuldade em enxergar a rapidez.
Repentinamente, temos uma série de especialistas em pandemia. Não ouso opinar depois de muitos anos de Medicina. Deixo para os afeitos ao tema, seguramente acertarão mais do que eu. Seria mero exercício de “achismo”.
Muitas profissões precisam do amadurecimento e da passagem do ensinamento dos mestres. Do caráter, do comportamento, da ética. Não somente do conhecimento técnico. Esse pode ser adquirido nos livros e agora nos meios eletrônicos. Medicina é uma delas. Sem médicos e sem pacientes, não há Medicina. Pode haver diagnósticos e tratamentos robotizados, que não servirão ao ser humano. Porque esse necessita da proximidade, que tanto nos falta nesse momento de isolamento social. Talvez seja um dos legados desse tempo que vivemos.
*Roberto Issamu Yosida é presidente do CRM-PR.
**Artigo publicado no Portal Bem Paraná de 08/05/2020.
***As opiniões emitidas nos artigos desta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do CRM-PR
Disponível em https://www.crmpr.org.br/Os-graduados-emredes-sociais-13-54031.shtml 01)
I. Os termos destacados são classificados como advérbios de acordo com a gramática normativa.
II. Os termos destacados são classificados como adjetivos de acordo com a gramática normativa.
III. Os termos destacados indicam a opinião do autor em relação ao assunto discutido no texto.
IV. Os termos destacados estabelecem o pressuposto de que informações confiáveis não são adquiridas de forma simplista.
É correto o que se afirma em
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Os graduados em redes sociais!
Roberto Issamu Yosida
Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.
Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento através de animações, gráficos, representações e falas de oradores talentosos e convincentes. Tudo muito visual e aparentemente verdadeiro. Cheio de informações céleres.
Tem-se a sensação do aprendizado fácil e rápido, seletivo de acordo com o desejo de enxergar sob ótica própria, sem argumentações, pensamento crítico e o contraditório do tema. Em geral, não há meio termo, mas polarização rasa e binária. O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros. Foi e será assim. Os autodidatas natos são espécie raríssima.
Na pandemia, a todo momento vemos manifestações de quem é ousado e arrisca se proclamar expert no que fala. Todos formam uma opinião baseada em sentimentos e, muitas vezes, em desespero ou até esperança.
O cérebro humano é deveras complexo e interessante. Pensemos no efeito Dunning-Kruger. Explico: nosso cérebro superestima nossas capacidades, de maneira que quanto menos sabemos sobre algo, mais cremos saber. Os que têm capacidade moderada são os que têm consciência de sua limitação e pouca habilidade. Os muito bons no assunto são os que subestimam suas capacidades porque têm facilidade em executar aquela tarefa. Essa deve ser a motivação para o aprendizado contínuo e a consciência de que “só sei que nada sei” e que preciso melhorar.
Temos dificuldades para entender o crescimento exponencial; parece lógico, mas não é. A sensação é de que o crescimento é lento e temos dificuldade em enxergar a rapidez.
Repentinamente, temos uma série de especialistas em pandemia. Não ouso opinar depois de muitos anos de Medicina. Deixo para os afeitos ao tema, seguramente acertarão mais do que eu. Seria mero exercício de “achismo”.
Muitas profissões precisam do amadurecimento e da passagem do ensinamento dos mestres. Do caráter, do comportamento, da ética. Não somente do conhecimento técnico. Esse pode ser adquirido nos livros e agora nos meios eletrônicos. Medicina é uma delas. Sem médicos e sem pacientes, não há Medicina. Pode haver diagnósticos e tratamentos robotizados, que não servirão ao ser humano. Porque esse necessita da proximidade, que tanto nos falta nesse momento de isolamento social. Talvez seja um dos legados desse tempo que vivemos.
*Roberto Issamu Yosida é presidente do CRM-PR.
**Artigo publicado no Portal Bem Paraná de 08/05/2020.
***As opiniões emitidas nos artigos desta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do CRM-PR
Disponível em https://www.crmpr.org.br/Os-graduados-emredes-sociais-13-54031.shtml 01)
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Os graduados em redes sociais!
Roberto Issamu Yosida
Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.
Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento através de animações, gráficos, representações e falas de oradores talentosos e convincentes. Tudo muito visual e aparentemente verdadeiro. Cheio de informações céleres.
Tem-se a sensação do aprendizado fácil e rápido, seletivo de acordo com o desejo de enxergar sob ótica própria, sem argumentações, pensamento crítico e o contraditório do tema. Em geral, não há meio termo, mas polarização rasa e binária. O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros. Foi e será assim. Os autodidatas natos são espécie raríssima.
Na pandemia, a todo momento vemos manifestações de quem é ousado e arrisca se proclamar expert no que fala. Todos formam uma opinião baseada em sentimentos e, muitas vezes, em desespero ou até esperança.
O cérebro humano é deveras complexo e interessante. Pensemos no efeito Dunning-Kruger. Explico: nosso cérebro superestima nossas capacidades, de maneira que quanto menos sabemos sobre algo, mais cremos saber. Os que têm capacidade moderada são os que têm consciência de sua limitação e pouca habilidade. Os muito bons no assunto são os que subestimam suas capacidades porque têm facilidade em executar aquela tarefa. Essa deve ser a motivação para o aprendizado contínuo e a consciência de que “só sei que nada sei” e que preciso melhorar.
Temos dificuldades para entender o crescimento exponencial; parece lógico, mas não é. A sensação é de que o crescimento é lento e temos dificuldade em enxergar a rapidez.
Repentinamente, temos uma série de especialistas em pandemia. Não ouso opinar depois de muitos anos de Medicina. Deixo para os afeitos ao tema, seguramente acertarão mais do que eu. Seria mero exercício de “achismo”.
Muitas profissões precisam do amadurecimento e da passagem do ensinamento dos mestres. Do caráter, do comportamento, da ética. Não somente do conhecimento técnico. Esse pode ser adquirido nos livros e agora nos meios eletrônicos. Medicina é uma delas. Sem médicos e sem pacientes, não há Medicina. Pode haver diagnósticos e tratamentos robotizados, que não servirão ao ser humano. Porque esse necessita da proximidade, que tanto nos falta nesse momento de isolamento social. Talvez seja um dos legados desse tempo que vivemos.
*Roberto Issamu Yosida é presidente do CRM-PR.
**Artigo publicado no Portal Bem Paraná de 08/05/2020.
***As opiniões emitidas nos artigos desta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do CRM-PR
Disponível em https://www.crmpr.org.br/Os-graduados-emredes-sociais-13-54031.shtml 01)
I. Todos estão conjugados em tempos do modo indicativo.
II. Todos exprimem certeza do falante em relação ao que é comunicado.
III. “Necessita” exprime uma ideia de atemporalidade, apesar de estar flexionado no presente.
É correto o que se afirma em
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Os graduados em redes sociais!
Roberto Issamu Yosida
Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.
Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento através de animações, gráficos, representações e falas de oradores talentosos e convincentes. Tudo muito visual e aparentemente verdadeiro. Cheio de informações céleres.
Tem-se a sensação do aprendizado fácil e rápido, seletivo de acordo com o desejo de enxergar sob ótica própria, sem argumentações, pensamento crítico e o contraditório do tema. Em geral, não há meio termo, mas polarização rasa e binária. O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros. Foi e será assim. Os autodidatas natos são espécie raríssima.
Na pandemia, a todo momento vemos manifestações de quem é ousado e arrisca se proclamar expert no que fala. Todos formam uma opinião baseada em sentimentos e, muitas vezes, em desespero ou até esperança.
O cérebro humano é deveras complexo e interessante. Pensemos no efeito Dunning-Kruger. Explico: nosso cérebro superestima nossas capacidades, de maneira que quanto menos sabemos sobre algo, mais cremos saber. Os que têm capacidade moderada são os que têm consciência de sua limitação e pouca habilidade. Os muito bons no assunto são os que subestimam suas capacidades porque têm facilidade em executar aquela tarefa. Essa deve ser a motivação para o aprendizado contínuo e a consciência de que “só sei que nada sei” e que preciso melhorar.
Temos dificuldades para entender o crescimento exponencial; parece lógico, mas não é. A sensação é de que o crescimento é lento e temos dificuldade em enxergar a rapidez.
Repentinamente, temos uma série de especialistas em pandemia. Não ouso opinar depois de muitos anos de Medicina. Deixo para os afeitos ao tema, seguramente acertarão mais do que eu. Seria mero exercício de “achismo”.
Muitas profissões precisam do amadurecimento e da passagem do ensinamento dos mestres. Do caráter, do comportamento, da ética. Não somente do conhecimento técnico. Esse pode ser adquirido nos livros e agora nos meios eletrônicos. Medicina é uma delas. Sem médicos e sem pacientes, não há Medicina. Pode haver diagnósticos e tratamentos robotizados, que não servirão ao ser humano. Porque esse necessita da proximidade, que tanto nos falta nesse momento de isolamento social. Talvez seja um dos legados desse tempo que vivemos.
*Roberto Issamu Yosida é presidente do CRM-PR.
**Artigo publicado no Portal Bem Paraná de 08/05/2020.
***As opiniões emitidas nos artigos desta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do CRM-PR
Disponível em https://www.crmpr.org.br/Os-graduados-emredes-sociais-13-54031.shtml 01)
1. A vírgula foi usada para separar termos que possuem a mesma função sintática.
2. A vírgula foi usada para separar um adjunto adverbial deslocado.
3. A vírgula foi usada para separar uma oração coordenada sindética.
4. A vírgula foi usada para isolar uma informação intercalada.
( ) “Em tempos de conectividade total, vivenciamos um mundo de graduados em redes baseados em informações e imagens.”.
( ) “Todos têm informações, muitas sem nenhuma veracidade, variadas e aparentemente de fácil entendimento [...]”.
( ) “[...] não há meio termo, mas polarização rasa e binária.”.
( ) “O aprendizado necessita reflexão, tolerância e experiência de outros.”
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/
I. A regência do verbo “lembrar”, primeiro quadrinho, está incorreta se considerarmos o que prescreve a gramática normativa.
II. A utilização de elementos típicos da linguagem informal, como “a gente” e “tá” é adequada ao objetivo comunicativo da tirinha.
III. No último quadrinho, a forma verbal “olha” nos permite afirmar que o personagem trata o outro por “tu”.
É correto o que se afirma em
- __________________ você não fez o dever de casa? - Não fiz o dever de casa _______________ não tive tempo. - Mas não teve tempo _______________? - Ainda não sei o ____________________ .
A sequência correta das palavras é
Analise a figura.

Disponível em https://www.estudegratis.com.br/
Tendo como base as regras de concordância nominal prescritas pela gramática normativa, analise as afirmativas a seguir.
I. Se o redator do texto da placa optasse por manter a palavra “obrigado”, deveria retirar o artigo “a”.
II. Se o redator do texto da placa optasse por manter “a entrada”, deveria ter escrito “proibida”.
III. Como se trata de um caso em que a concordância é facultativa, o redator do texto da placa não cometeu desvio gramatical.
É correto o que se afirma em
Analise a figura.

Fonte: https://www.paranadistribuidora.com.br/placa-avisoproibido-estacionar-sujeito-a-guincho-tamoio/129451/produto/
A utilização do sinal indicativo de crase em “SUJEITO A GUINCHO”:
Leia o poema a seguir para a questão
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão, entra um risco:
o de entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quanto ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a com o risco.
(MELO NETO. J. C. de. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/52773/catar-feijao.)
I. O eu-lírico apresenta analogias entre escrever e catar feijão.
II. O eu-lírico caracteriza-se como um criador literário que não consegue terminar sua obra.
III. A criação literária é vista pelo eu-lírico com alguns obstáculos, porém solucionados.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Leia o poema a seguir para a questão
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão, entra um risco:
o de entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quanto ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a com o risco.
(MELO NETO. J. C. de. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/52773/catar-feijao.)
Nos trechos em destaque, o poeta utilizou-se de um recurso linguístico denominado:
A oração destacada nesse período é classificada como:
A substituição da oração destacada acarreta ERRO de regência em:
No que se refere ao uso do sinal indicativo de crase, desconsiderando alguma alteração de sentido, a alternativa que contém uma adaptação CORRETA do trecho acima é:
Leia o cartaz e responda a seguir.

A palavra antivacina não apresenta o emprego do hífen, segundo as regras ortográficas da Língua Portuguesa. Da mesma forma, o hífen não deve ser empregado na combinação dos seguintes elementos:
Leia o poema a seguir e responda à questão.

Leia o poema a seguir e responda à questão.

“Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.” 3º verso
A expressão destacada exerce a função sintática de: