Questões de Concurso Público Câmara de Ipameri - GO 2026 para Agente Legislativo - Auxiliar de Serviços Gerais

Foram encontradas 30 questões

Q4306830 Não definido
Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente. A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras. “Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade. Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “A linguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.


Disponível em: https://trivela.com.br/brasil/como-o-futebol-moldou-aidentidade-cultural-do-brasileiro/. Acesso em: 02 jul. 2026.



A partir da leitura do Texto 1, a incorporação de expressões originalmente futebolísticas à comunicação diária do brasileiro evidencia que
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Q4306831 Não definido
Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente. A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras. “Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade. Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “A linguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.


Disponível em: https://trivela.com.br/brasil/como-o-futebol-moldou-aidentidade-cultural-do-brasileiro/. Acesso em: 02 jul. 2026.



Considerando a forma como o Texto 1 encontra-se estruturado e em especial a linguagem empregada em sua constituição, sua finalidade social é 
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Q4306832 Não definido

Leia a tirinha a seguir.


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No texto, a articulação entre a linguagem verbal e a composição visual produz um efeito de sentido que se constrói progressivamente. Essa progressão discursiva evidencia que o texto

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Q4306833 Não definido
Texto 2


Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
- afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Futebol. In: Quando é dia de futebol. São
Paulo: Companhia das Letras, 2014.
No trecho “Mesma a volúpia de chutar na delirante copamundo ou no árido espaço do morro”, a palavra destacada expressa uma ideia de
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Q4306834 Não definido
Texto 2


Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
- afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Futebol. In: Quando é dia de futebol. São
Paulo: Companhia das Letras, 2014.
No fragmento a seguir, “A bola é a mesma: forma sacra para craques e pernas de pau”, a expressão destacada está sendo usada no sentido figurado e indica que há
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Q4306835 Não definido
Texto 3


Passe livre?


Os turistas que chegam a Boston, nos Estados Unidos, têm uma agradável surpresa: uma viagem na Silver Line, o corredor de ônibus que liga o aeroporto ao centro da cidade, sai de graça. Mas a tarifa zero só vale para quem embarca no próprio aeroporto: passageiros regulares pagam US$ 2,65. A ideia é dar uma espécie de “boas-vindas” aos visitantes. A 7,5 mil quilômetros de Boston, a cidade de Agudos, no interior de São Paulo, tem passe livre integral. Todo mês o prefeito aplica R$ 120 mil na rede de 16 ônibus da cidade e só isso já garante o deslocamento de toda a população.
“Considero possível a tarifa zero em qualquer cidade. Mas tratase de uma medida que demanda reestruturação tributária nos municípios”, diz Paulo Cesar Marques da Silva, especialista em mobilidade da Universidade de Brasília. A aplicação de impostos progressivos, cuja alíquota aumenta conforme a renda do contribuinte é uma possibilidade. Outra, segundo Paulo, é “a taxação pelo uso do automóvel, seja em estacionamentos públicos, seja pela circulação”. O pedágio urbano se tornou famoso após sua implantação em Londres: em dez anos, reduziu em 21% a presença de carros no centro da cidade.
“Precisamos de modelos de arrecadação. Caso contrário, a tarifa vai sempre subir e, no fim, muita gente deixa de usar o transporte”, afirma João Cucci Neto, professor de engenharia de tráfego da Universidade Mackenzie. Além desses subsídios, a taxação da gasolina, a contribuição da indústria e outros empreendimentos que se beneficiem de um bom sistema de transporte são alguns modelos possíveis.


GALILEU., Passe livre? mar/2016, ed. 296, p. 30. [Adaptado]. 
No fragmento “Os turistas que chegam a Boston, nos Estados Unidos, têm uma agradável surpresa: uma viagem na Silver Line, o corredor de ônibus que liga o aeroporto ao centro da cidade, sai de graça”. A justificativa para o uso do acento circunflexo na palavra “têm”, conforme a normapadrão da Língua Portuguesa, é:
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Q4306836 Não definido
Texto 3


Passe livre?


Os turistas que chegam a Boston, nos Estados Unidos, têm uma agradável surpresa: uma viagem na Silver Line, o corredor de ônibus que liga o aeroporto ao centro da cidade, sai de graça. Mas a tarifa zero só vale para quem embarca no próprio aeroporto: passageiros regulares pagam US$ 2,65. A ideia é dar uma espécie de “boas-vindas” aos visitantes. A 7,5 mil quilômetros de Boston, a cidade de Agudos, no interior de São Paulo, tem passe livre integral. Todo mês o prefeito aplica R$ 120 mil na rede de 16 ônibus da cidade e só isso já garante o deslocamento de toda a população.
“Considero possível a tarifa zero em qualquer cidade. Mas tratase de uma medida que demanda reestruturação tributária nos municípios”, diz Paulo Cesar Marques da Silva, especialista em mobilidade da Universidade de Brasília. A aplicação de impostos progressivos, cuja alíquota aumenta conforme a renda do contribuinte é uma possibilidade. Outra, segundo Paulo, é “a taxação pelo uso do automóvel, seja em estacionamentos públicos, seja pela circulação”. O pedágio urbano se tornou famoso após sua implantação em Londres: em dez anos, reduziu em 21% a presença de carros no centro da cidade.
“Precisamos de modelos de arrecadação. Caso contrário, a tarifa vai sempre subir e, no fim, muita gente deixa de usar o transporte”, afirma João Cucci Neto, professor de engenharia de tráfego da Universidade Mackenzie. Além desses subsídios, a taxação da gasolina, a contribuição da indústria e outros empreendimentos que se beneficiem de um bom sistema de transporte são alguns modelos possíveis.


GALILEU., Passe livre? mar/2016, ed. 296, p. 30. [Adaptado]. 
Após apresentar exemplos de gratuidade no transporte público, o texto expõe a posição de especialistas sobre a tarifa zero. A partir dessa exposição, a ideia central defendida é a de que a implantação do passe livre
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Q4306837 Não definido

Leia a charge a seguir.


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Disponível em: https://conteudo.explicae.com.br/duvida/15906. Acesso em:

03 jul. 2026.



A charge articula elementos verbais (o título e a fala do menino) e o elemento não verbal (o passarinho apontado pelo garoto) para produzir um efeito de sentido específico. Considerando essa articulação, a intenção do texto é 

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Q4306838 Não definido
Leia o texto a seguir.

Quantas espécies estão ameaçadas de extinção no Brasil?

De todos os biomas brasileiros, os animais e as plantas de um bioma são os que mais sofrem risco de extinção. Saiba qual.

O Brasil está no topo entre os países considerados megadiversos, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), abrigando entre 15% a 20% da diversidade biológica do mundo. Um relatório recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lista 50.313 espécies de plantas e 125.251 espécies de animais reconhecidos no Brasil. Entretanto, segundo o Pnuma, uma média de 700 novas espécies são descobertas por ano em território brasileiro. Mas, também segundo o IBGE, cerca de 3% do total de espécies estão ameaçadas de extinção no Brasil. A constatação é do relatório “Contas de ecossistemas: espécies ameaçadas de extinção no Brasil”, divulgado em maio de 2023 e que considera dados até o fim de 2022. 

Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com /meioambiente/2023/06/quantas-especies-estao-ameacadas-de-extincao-no-brasil?. Acesso em: 03 jul. 2026. [Adaptado]. 

No contexto em que aparece, a palavra “megadiversos” tem a função gramatical de caracterizar os países que abrigam grande parte da biodiversidade mundial. Essa função especificadora é concebida como 
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Q4306839 Não definido

Leia a charge a seguir.



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Disponível em:

https://cdn.direcaoconcursos.com.br/uploads/2020/11/segunda-com-ze16.pdf. Acesso em: 03 jul. 2026.


Considerando as regras vigentes de acentuação, o motivo pelo qual há a diferença entre a grafia e, sobretudo, o processo de acentuação nas palavras “herói” e “heroico” se justifica pelo fato de “herói” ser


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Q4306840 Não definido
Um menino tem 30 figurinhas e vai à escola. Durante o intervalo, ele perde 8 figurinhas brincando com seus amigos. Após esse ocorrido, uma de suas amigas lhe dá o dobro de figurinhas que ele havia perdido no intervalo. O menino se alegra e vai imediatamente para casa, porém no caminho perde metade das figurinhas que possuía no momento. Quantas figurinhas o menino tem ao chegar em casa após essa sucessão de eventos?
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Q4306841 Não definido
Um cozinheiro tem 1/2 litro de leite armazenado em sua cozinha e uma cliente o presenteia com mais 1 litro de leite. Após receber esse presente de sua cliente, qual é a quantidade de leite, em litros, que o cozinheiro tem na cozinha?
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Q4306842 Não definido
Uma menina tem uma coleção com 100 carrinhos e dispõe de 5 caixas. Ela quer usar suas 5 caixas para distribuir todos os seus carrinhos, de forma que cada caixa deve conter exatamente o mesmo número de carrinhos. Qual é o número de carrinhos que estará em cada caixa? 
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Q4306843 Não definido
Para fazer 2 receitas de torta salgada, são necessários 60 gramas de manteiga. Qual é a quantidade de manteiga, em gramas, necessária para se fazer 7 receitas dessa mesma torta?
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Q4306844 Não definido
Um homem gastou 1 hora e 36 minutos para fabricar um cesto de palha. Qual foi o tempo gasto por ele em segundos para fabricar esse cesto? 
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Q4306845 Não definido
Uma funcionária de uma empresa precisa imprimir 95 documentos de 8 páginas cada. Considerando que cada página será impressa em apenas um dos lados da folha, quantas folhas de papel ela vai precisar para realizar a impressão desses documentos?
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Q4306846 Não definido

Um homem correu 9,5 quilômetros no dia do seu aniversário. No dia seguinte, ele correu 8,6 quilômetros. Quantos quilômetros ele correu nesses dois dias?

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Q4306847 Não definido
Para decorar a festa junina da escola, uma professora planejou confeccionar um total de 100 bandeirinhas. Contudo, ela conseguiu confeccionar apenas 60 bandeirinhas até o início da festa. Qual foi a porcentagem de bandeirinhas confeccionadas em relação ao total planejado?
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Q4306848 Não definido
Uma ceramista fabrica um único modelo de vaso e utiliza 800 gramas de argila para confeccionar cada um de seus vasos. Para atender uma cliente que encomendou 12 vasos, qual foi a quantidade de argila, em quilogramas, que a ceramista utilizou?
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Q4306849 Não definido
Uma senhora vai ao mercado e compra 8 pacotes de açúcar, 7 pacotes de feijão e 3 pacotes de arroz. O preço do açúcar é R$ 8,00 e o preço do feijão é o dobro do preço do açúcar. O preço do arroz é a soma do preço do açúcar e do feijão. Qual foi o total de dinheiro que essa senhora gastou no mercado para fazer essa compra?
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Respostas
1: B
2: D
3: C
4: B
5: A
6: D
7: B
8: C
9: B
10: A
11: B
12: C
13: C
14: D
15: A
16: C
17: A
18: B
19: D
20: B