Questões de Concurso Público SES-GO 2025 para Residência Médica R1 com Pré-Requisito em Ginecologia e Obstetrícia
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Analise a imagem a seguir.

Com uma tumoração com essas características, em ultrassonografia endovaginal de uma mulher com 65 anos de idade é possível fazer a hipótese diagnóstica de
Mulher de 35 anos de idade procura atendimento com sintomas e sinais de vaginose de repetição há cerca de três anos. Em consultas anteriores, já foram feitas as orientações gerais a respeito dos fatores de risco e as formas de evitar as recidivas, além de vários tratamentos com metronidazol em clindamicina, via oral e via vaginal, porém o quadro volta a se repetir em período menores do que dois meses.
Diante desse quadro, a medida terapêutica indicada é
Adolescente de 17 anos de idade, com sangramento uterino anormal, acne com desconforto psicológico e necessidade de contracepção.
A paciente do caso descrito terá resultados positivos com o uso do
Mulher com 30 anos de idade, com diagnóstico de gravidez ectópica íntegra, em tuba direita, com tumoração de 3,4 cm, com batimentos cardiofetais negativos e B-hCG = 2.510 mUI/m.
A escolha da conduta terapêutica desse caso deve ser
Gestante de 34 semanas, com 39 anos de idade, multípara, com pré-eclâmpsia nesta gestação a partir de 30 semanas, em uso de alfametildopa, chega ao pronto atendimento referindo dor abdominal abrupta, intensa, associada a hipertonia uterina com início há cerca de 2 horas. Ao exame físico, verifica-se FC = 100/m, PA: 140/90 mmHG, AFU = 30 cm, com BCF = 110/m, colo fechado e ausência de sangramento. A ultrassonografia realizada na urgência mostra feto vivo e hematoma retroplacentário de +/-4 cm de diâmetro.
Diante deste quadro, a terapêutica inicial é
Gestante de 34 semanas, com 35 anos de idade, antecedentes de duas cesarianas, sendo a última há 10 anos, em ultrassonografia de 30 semanas tem o diagnóstico de placenta percreta, localizada em região ístmica da parede anterior do útero e com feto viável.
Diante desse quadro, a medida terapêutica recomendada é
Gestante de 31 semanas de gestação, com polidrâmnio sem causa aparente, entra em trabalho de parto prematuro, com feto com boa vitalidade.
Diante da necessidade da tocólise para a realização da corticoterapia, o medicamento de escolha é