Questões de Concurso Público SES-GO 2024 para R1 com Pré-Requisito em Cirurgia Geral
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Paciente de 24 anos, sexo feminino, hígida, com relato de dor intensa em hipocôndrio direito, icterícia, coúria e acolia fecal há 3 dias.
A principal hipótese diagnóstica do caso descrito acima é
R.A.B., 25 anos, com quadro de anorexia, vômitos, dor periumbilical com migração da dor para a fossa ilíaca direita, com tempo de evolução de 24h. Ao exame físico: temperatura axilar (36,5 graus celsius). Apresenta defesa de parede no quadrante inferior direito do abdome e dor à descompressão brusca em fossa ilíaca direita. Exames laboratoriais: leucocitose, sem desvio à esquerda.
O escore de alvarado desse paciente é
A.D.M., 40 anos, foi submetido a herniorrafia unilateral direita a Linchestein. Durante o reparo cirúrgico, foi visualizado que o defeito herniário estava lateral aos vasos epigástricos. Ainda, foi visualizado anel inguinal interno dilatado, destruindo a fáscia transversal do triângulo de Hesselbach.
Segundo a classificação de Nyhus, trata-se de hérnia
Paciente de 60 anos, com histórico de AVE isquêmico há 3 meses, risco cardiológico e pneumológico baixo. Em investigação realizou Doppler de Carótidas com as seguintes alterações em sua conclusão:
• Oclusão de A. Carótida interna direita;
• Estenose menor que 50% em A. Carótida interna esquerda.
Diante destes resultados, qual é a conduta adequada?
Paciente vítima de perfuração por projétil de arma de fogo em região abdominal evoluindo com massa abdominal pulsátil.
Qual o possível diagnóstico do caso descrito acima?
Paciente com risco cardiológico e pneumológico alto, submetido há 2 dias à angioplastia coronariana, evoluindo com pequeno hematoma em região inguinal em sítio de punção, clinicamente bem, sem dor.
Realizou estudo com Doppler arterial de membro inferior com o seguinte resultado:
• Pseudoaneurisma de A. Femoral comum direita em sua bifurcação com tamanho de 1,1 cm e colo de 1mm. Fluxo distal preservado.
A partir dos dados apresentados no caso clínico acima, qual é a conduta mais adequada?
Paciente de 70 anos, tabagista inveterada, claudicante limitante, com alto risco cardiológico e passado de laparotomia exploradora por úlcera, tem doença estenótica intensamente calcificada grave apenas em bifurcação aorto-ilíaca (até terço proximal de ilíacas comuns). Ao exame ausência de pulsos femorais, evoluiu com dor isquêmica de repouso.
A partir do caso descrito acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada?