Questões de Concurso Público UFG 2022 para Médico
Foram encontradas 18 questões
Leia o Caso Clínico I, a seguir, para responder a questão.
Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala.
Leia o Caso Clínico I, a seguir, para responder a questão.
Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala.
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 67 anos, do sexo feminino, com queixa de tosse produtiva diária com expectoração em pequena quantidade e coloração mucoide (“pigarro”) há quatro anos, acompanhado de dispneia progressiva aos esforços. Relata que, ultimamente, tem necessitado de ajuda para tomar banho e não consegue mais sair de casa. Fumante desde os 15 anos de idade com uma média de 30 cigarros por dia. Refere duas internações hospitalares no último ano por “pneumonia”, tendo recebido antibióticos para o tratamento. Ao exame físico: tórax com aumento do diâmetro antero posterior, expansibilidade diminuída, hipersonoridade à percussão e murmúrio vesicular globalmente diminuído, com alguns roncos bilaterais, frequência respiratória de 20 incursões por minuto. Resultado da espirometria evidenciado a seguir.

Da análise do quadro apresentado, a classificação da doença pulmonar obstrutiva apresentada pela paciente é
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 68 anos, do sexo feminino, admitido com quadro de dispneia de repouso iniciada subitamente há mais ou menos duas horas, acompanhado de dois episódios de hemoptise. Antecedente de hipertensão arterial e doença pulmonar, porém não soube relatar a etiologia. Teve fratura de colo de fêmur a direita há 20 dias após queda da própria altura, tendo sido submetido a procedimento cirúrgico para correção. Ao exame físico: alerta, obedecendo a comandos, fala entrecortada com sinais evidentes de desconforto respiratório, frequência respiratória de 32 incursões por minuto, saturação periférica de oxigênio de 85%, ausculta pulmonar sem ruídos adventícios, frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto, pressão arterial de 160x100mmHg, tempo de enchimento capilar apropriado, sem assimetria de pulsos. Membro inferior direito com edema 2+/4+.
Tendo em vista sua principal hipótese diagnóstica e o contexto do paciente, qual seria o exame complementar indicado para confirmar o diagnóstico?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 61 anos, do sexo masculino, procurou unidade de pronto atendimento com queixa de dor na região anterior do tórax de forte intensidade, iniciada abruptamente com três horas de evolução, do tipo facada/rasgão, irradiando-se para região interescapular e abdominal, sem fatores de piora ou alívio. Antecedente de hipertensão arterial e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial de 180x120 mmHg, frequência cardíaca de 90 batimentos por minuto, frequência respiratória de 20 incursões por minuto, ausculta pulmonar sem alterações, saturação periférica de oxigênio de 98%. Membro inferior esquerdo com pulso femoral diminuído, demais pulsos ausentes, porém com membro compensado e perfusão razoável. Eletrocardiograma de admissão evidenciando sinais de sobrecarga de ventrículo esquerdo. Radiografia de tórax com aparente alargamento do mediastino.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica e o exame complementar indicado são, respectivamente:
Leia o Caso Clínico II, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico II
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com quadro de “cansaço” que vem piorando progressivamente até o repouso há cinco dias. Relata ter acordado com “falta de ar” na última madrugada. Antecedente de “problema de coração”. Fez uma cirurgia odontológica há duas semanas. Desde então, fez uso de anti-inflamatório não hormonal para alívio da dor e passou a ingerir alimentos mais líquidos (caldos, sopas). Faz uso crônico de sacubitril/valsartana 24/26mg duas vezes ao dia, carvedilol 6,25mg duas vezes ao dia, espironolactona 12,5mg/dia e furosemida 40mg/dia. Ao exame: lúcida, orientada, hidratada, afebril. FR 26 ipm, estertores crepitantes em 2/3 inferiores bilateralmente. Sibilos esparsos. Turgência jugular evidente. FC 64 bpm. PA 170x90mmHg. Bulhas rítmicas, normofonéticas, sem sopros audíveis. Edema de membros inferiores bilateral (3+/4+). Extremidades com tempo de enchimento capilar apropriado.
Leia o Caso Clínico II, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico II
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com quadro de “cansaço” que vem piorando progressivamente até o repouso há cinco dias. Relata ter acordado com “falta de ar” na última madrugada. Antecedente de “problema de coração”. Fez uma cirurgia odontológica há duas semanas. Desde então, fez uso de anti-inflamatório não hormonal para alívio da dor e passou a ingerir alimentos mais líquidos (caldos, sopas). Faz uso crônico de sacubitril/valsartana 24/26mg duas vezes ao dia, carvedilol 6,25mg duas vezes ao dia, espironolactona 12,5mg/dia e furosemida 40mg/dia. Ao exame: lúcida, orientada, hidratada, afebril. FR 26 ipm, estertores crepitantes em 2/3 inferiores bilateralmente. Sibilos esparsos. Turgência jugular evidente. FC 64 bpm. PA 170x90mmHg. Bulhas rítmicas, normofonéticas, sem sopros audíveis. Edema de membros inferiores bilateral (3+/4+). Extremidades com tempo de enchimento capilar apropriado.
Leia o Caso Clínico III, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico III
Paciente de 65 anos, deu entrada em unidade de pronto atendimento após ter sido encontrado “caído” em casa. Ao exame: FC 90bpm, PA 90x50 mmHg, FR 18 ipm, abertura ocular a estímulos dolorosos, gemidos e sons incompreensíveis, localizando estímulos dolorosos. Exames colhidos evidenciaram: pH 7,12 paO2 57 mmHg, paCO2 25 mmHg, HCO3 7 mEq/L, Na 133 mEq/L, Cloro 94 mEq/L, K 6,8 mEq/L, albumina 4,0 g/dL.
Leia o Caso Clínico III, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico III
Paciente de 65 anos, deu entrada em unidade de pronto atendimento após ter sido encontrado “caído” em casa. Ao exame: FC 90bpm, PA 90x50 mmHg, FR 18 ipm, abertura ocular a estímulos dolorosos, gemidos e sons incompreensíveis, localizando estímulos dolorosos. Exames colhidos evidenciaram: pH 7,12 paO2 57 mmHg, paCO2 25 mmHg, HCO3 7 mEq/L, Na 133 mEq/L, Cloro 94 mEq/L, K 6,8 mEq/L, albumina 4,0 g/dL.
Leia o Caso Clínico III, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico III
Paciente de 65 anos, deu entrada em unidade de pronto atendimento após ter sido encontrado “caído” em casa. Ao exame: FC 90bpm, PA 90x50 mmHg, FR 18 ipm, abertura ocular a estímulos dolorosos, gemidos e sons incompreensíveis, localizando estímulos dolorosos. Exames colhidos evidenciaram: pH 7,12 paO2 57 mmHg, paCO2 25 mmHg, HCO3 7 mEq/L, Na 133 mEq/L, Cloro 94 mEq/L, K 6,8 mEq/L, albumina 4,0 g/dL.
Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico IV
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%.

Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico IV
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%.

Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.
Caso Clínico IV
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%.

Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 75 anos, do sexo feminino, deu entrada em unidade de pronto atendimento com mal-estar, cefaleia e letargia há 24 horas. O filho relatou também história de vômitos e diarreia há qautro dias. Antecedente de “doença cardíaca” e hipotireoidismo, em uso de metoprolol, losartam, hidroclorotiazida e levotiroxina. Ao exame físico apresentava-se desidratada, PA 90x60 mmHg, FC 62 bpm, tempo de enchimento capilar lentificado, ausculta pulmonar normal. Após reposição volêmica cautelosa com solução isotônica, foram colhidos exames laboratoriais que evidenciaram um sódio sérico de 122 mEq/L. Glicemia e função renal normais.
A conduta indicada nesse caso é