Questões de Concurso Público SES-GO 2021 para Residência Médica - Acesso Direto
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Um homem de 68 anos apresenta-se com uma grande úlcera sobre o maleolo medial esquerdo, com edema significativo do membro inferior. A úlcera é muito dolorosa e esteve presente nos últimos seis meses. No momento, está sendo feito curativo com bota de unna e mesmo assim está aumentando de tamanho. Seu ITB (índice tornozelo-braquial) esquerdo é de 0,3.
Nesse caso, qual a conduta mais adequada?
Jovem do sexo masculino deu entrada no setor de emergência após 40 minutos do acidente, (em que sua moto chocou-se com um poste) levado pela equipe de resgate, com colar e prancha, relato de infusão de 1 L de cristaloide no trajeto e PA 90x60 mmHg ao final do transporte. Na sala de trauma:
A – Conversando, apresenta SatO2 92%.
B – Sem alterações.
C – PA 80x50 mmHg; FC 120 bpm; FAST positivo para líquido intra-abdominal.
D – Glasgow 15.
E - Equimose em flanco direito.
Nesse caso, qual é a melhor conduta, na sala de trauma, após a indicação de laparotomia?
Paciente de 54 anos, portador de adenocarcinoma gástrico em pequena curvatura, Bormamm 2, localizado a 5 cm da transição esofagogástrica, tipo histológico difuso de Lauren, estadiado como T2 N1 M0.
Nesse caso, qual é a melhor conduta terapêutica?
Paciente tabagista, de 51 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal súbita há duas horas. Após avaliação pela equipe da cirurgia e radiografia simples de tórax, foi indicada laparotomia exploradora por suspeita de úlcera perfurada. Achado intraoperatório: úlcera gástrica perfurada justa pilórica com orifício de 2,2 cm e calo fibroso importante, com peritonite generalizada.
Nesse caso, qual é a melhor conduta operatória?
Homem obeso e diabético, de 54 anos, com quadro de dor na região anal há quatro dias, sem melhora e surgimento de abaulamento há um dia. Queixa calafrio. A inspeção da região anal demonstra abaulamento perianal à esquerda, com hiperemia. Sem flutuação à palpação, com aumento de calor local. Toque não realizado devido à dor intensa.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.
Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm