Questões de Concurso Público Prefeitura de Goiás - GO 2020 para Agente de Limpeza Urbana, Auxiliar de Serviços Gerais, Merendeiro, Motorista, Motorista de Ambulância, Trabalhador Braçal (Nível Fundamental)

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Q4325857 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
No texto, o momento do dia apropriado para contar histórias é
Alternativas
Q4325858 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
Para contar e ouvir histórias é necessário estar com 
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Q4325859 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
De acordo com a anciã, a vida é cheia de
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Q4325860 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
A anciã entende que a aprendizagem ocorre entre 
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Q4325861 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
No mundo da anciã, contar histórias dos animais para as crianças é uma forma de 
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Q4325862 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
No texto, os termos “velha” e “anciã” são usados com o mesmo sentido. Esse é um caso de 
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Q4325863 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
No primeiro parágrafo, o emprego de aspas duplas no enunciado “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história” tem a função de
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Q4325864 Português
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Texto 1

A onça e a raposa


Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou.

A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.


MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 
O uso da vírgula em “– E como a gente consegue isso, vovó?” indica que “vovó” é
Alternativas
Q4325865 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


Disponível: em:
<https://www.facebook.com/DepositoDeTirinhas/photos/a.261740517207326/2166349523413073/?type=3&theater>. Acesso em: 15 jul. 2020.
O texto mostra que os seres humanos
Alternativas
Q4325866 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


Disponível: em:
<https://www.facebook.com/DepositoDeTirinhas/photos/a.261740517207326/2166349523413073/?type=3&theater>. Acesso em: 15 jul. 2020.
O texto mostra que o menino aprendeu que 
Alternativas
Q4325885 Português
Leia a letra de música a seguir.

Tem que ser devagarinho, rói daqui, raspa dali. [...] seu nome vem do Tupi.
Ouro e carne do cerrado, gosto forte e exótico. Com seu verde e dourado é um fruto patriótico.
(Letra de Marcelo Barra. Adaptada)

A letra trata de qual fruto típico do cerrado?
Alternativas
Q4325886 Português
Leia o texto a seguir.

Decorreram-se 162 anos para acontecer a mesma tragédia. E naquela época, ano de 1839, a Cidade de Goiás era cercada de mata virgens, não existiam tratores nem moto-serras. É claro que o desmatamento e a degradação do solo tiveram também participação na enchente de agora, ano de 2002.
TELES, J. M. Contos Vilaboenses. Goiânia: Kelps. 2013. p. 72. (Adaptado).

No texto, a comparação entre as duas enchentes é feita com que objetivo? 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: A
4: C
5: B
6: A
7: D
8: C
9: B
10: D
11: B
12: D