Questões de Concurso Público SES-GO 2019 para Residência Multiprofissional - Psicologia
Foram encontradas 33 questões
Leia o caso clínico a seguir.
R., adolescente do sexo masculino, internado em hospital, relata ao psicólogo que manteve um relacionamento afetivo, com atividade sexual protegida, por dois meses. Atualmente, está sofrendo com o término desse namoro há 15 dias. Manifesta intensa angústia, com pensamentos catastróficos e plano suicida, possuindo meios efetivos para consumá-lo.
De acordo com o disposto no Código de Ética Profissional, o psicólogo deve
Leia o caso a seguir.
Em uma reunião de matriciamento com uma equipe de uma unidade de ESF, o psicólogo do NASF discutiu a baixa adesão da população na área de abrangência à última campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite e percebeu a necessidade de obter mais informações para auxiliar a equipe na busca de soluções para o problema. Desse modo, com ajuda dos agentes comunitários de saúde, promoveu uma investigação sobre o tema. Descobriu que quase 100% dos entrevistados consideravam simples e fácil vacinar seus filhos, já que sempre havia vacina disponível e conseguiam chegar a pé na unidade de saúde. A poliomielite foi vista como uma doença muito grave que leva à morte, ou deixa sequelas de 82% na população, sendo que 47% julgava o sarampo uma doença da infância, sem graves consequências. A maioria dos entrevistados não acreditava que seus filhos corriam risco de contrair poliomielite ou sarampo, sendo o percentual dos que responderam positivamente a essas questões de 7 e 24%, respectivamente.
Com base nas informações coletadas, qual é a base teórica adotada pelo psicólogo?
Leia o caso clínico a seguir.
Henrique vai com seu filho ao caixa eletrônico e a criança pega a cédula de R$ 100,00 que o equipamento entrega.
– É meu, papai. Vou comprar sorvete!
Pensando rapidamente, Henrique abre a carteira tira duas cédulas de R$ 2,00 e propõe:
– Vamos trocar?
A criança entrega a cédula de maior valor para o pai e pega as duas sugeridas, ficando ainda mais feliz.
– Oba, agora eu tenho mais. Vou comprar um montão de sorvete!!
O comportamento do filho de Henrique é característica de qual estágio do desenvolvimento da teoria proposta por Jean Piaget?
Leia o caso a seguir.
C. está muito chateada com J. porque descobriu que ela foi tomar banho de piscina na casa de M., no domingo. C. havia convidado a amiga para ir ao cinema nesse dia, mas ela respondeu que não poderia ir. Por tudo isso, C. nem sabe se a amizade das duas poderá continuar.
A forma como os indivíduos vivenciam a amizade sofre alterações ao longo do processo de desenvolvimento cognitivo e emocional. Qual estágio descrito por Selman (1980, apud Papalia e Feldman, 2013) identifica a vivência de C.?
Leia o depoimento a seguir.
“Se eu sei o que eu tenho? Bom... eu vim porque estava passando mal, mas muito mal mesmo. Foi bater o olho em mim, o médico já sabia o que é que eu tinha. É um rapaz novo, mas muito competente, o médico. Você já percebe, só de olhar. Dá pra ver a capacidade dele. Ele até disse que tinha de fazer uns exames para confirmar, mas que já ia me dar uns remédios na veia para me fazer sentir melhor. E foi dito e certo, eu estou bem melhor. Depois, ele voltou e falou que os exames confirmaram o que ele tinha me dito. Se eu lembro o nome? Pra falar a verdade, eu não gravei, não. Doença tem tudo nome complicado, difícil de lembrar. O doutor disse que é coisa simples, que se eu fizer tudo direitinho, não volto aqui tão cedo. Já estou indo embora para casa. Estou saindo daqui com uma receita e um monte de recomendações por escrito que o doutor me deu. Eu vou seguir tudo à risca, porque essa aí já é minha parte, né? Não adianta nada a gente buscar ajuda e depois não aceitar a ajuda que nos dão.”
Normalmente, os pacientes traçam com os membros da equipe de saúde uma relação transferencial. No depoimento mencionado acima, a transferência baseia-se no discurso
Leia o relato a seguir.
Durante entrevista com psicóloga, um paciente com HIV relatou o impacto que o diagnóstico e a evolução da doença tiveram em sua rotina diária e demais esferas de sua vida. Em uma de suas falas relata: “Eu sei que alguns parecem estar bem. Mas na casa de apoio, ouço apenas notícias ruins, não vai ser diferente comigo, não vou conseguir.”
A partir desse relato é possível identificar uma distorção cognitiva denominada
Leia o caso a seguir.
H., de trinta e cinco anos, deu entrada no setor de emergência inconsciente. Depois do almoço, havia reclamado de dor epigástrica e, em seguida, teve crise convulsiva, aparentemente tônico-clônica generalizada, com queda ao solo e traumatismo craniano. Chegou ao hospital em estado de coma, trazida por seus familiares, que relataram bastante angustiados que H. teve convulsões.
Nessa situação, cabe ao psicólogo:
Leia o relato que segue.
G. perdeu a mãe aos onze meses de idade em um acidente automobilístico. Na ocasião, seu pai ficou tão abalado que não saiu do quarto por vários dias e não conseguiu atender às necessidades básicas do filho que era deixado sozinho no berço chorando por horas. Por essa razão, a família achou melhor que G. se mudasse para a casa da avó materna em outra cidade. Um tempo depois da mudança, G. passou a apresentar insônia e irritabilidade, com crises frequentes de birra e choro persistente. Em uma dessas crises, G. teve dificuldade de respirar, dificuldade que persistiu mesmo após cessar o choro. Sua avó achou prudente levá-lo ao hospital onde foi socorrido e, após diversos exames, diagnosticado com asma. Hoje, G. tem treze anos e já retornou para a casa do pai, com quem mantém uma relação muito conturbada. Ainda apresenta ataques de asma que podem surgir inesperadamente, mas são mais frequentes na época das avaliações escolares. Ele faz acompanhamento médico regular para a enfermidade.
Segundo Simonetti (2004), a psicologia hospitalar trata da identificação e do manejo dos aspectos psicológicos envolvidos no adoecimento, independentemente da posição que eles ocupam no processo. Em situações como a descrita no relato, os aspectos psicológicos estão funcionando como
Leia o relato a seguir.
Em uma consulta psiquiátrica, o médico faz as seguintes perguntas a Juan:
– Qual é a diferença entre ser rápido e ser apressado?
– O que pesa mais, um quilo de ferro ou um quilo de algodão?
Qual a função psíquica elementar que essas perguntas visam investigar?
Leia o caso a seguir.
Paciente de vinte e oito anos de idade, com formação universitária, funcionária pública, casada, mãe de dois filhos, gozando de ótima saúde, com hábitos alimentares adequados e seu desempenho no trabalho sempre elogiado, é atendida na emergência. Durante a anamnese, queixa-se de que, ao longo dos anos, está sempre apreensiva e preocupada com as mais diferentes questões, mesmo aquelas menores e aparentemente sem importância para a maioria das pessoas. Além disso, relata inquietação constante, dificuldade para se concentrar, irritabilidade exacerbada e interrupção do sono de três a quatro vezes durante a noite, sobressaltos frequentes e mãos frias e úmidas.
Para a situação hipotética descrita, o diagnóstico mais provável da paciente é o de