Questões de Concurso Público Prefeitura de Bela Vista de Goiás - GO 2019 para Educador Físico I

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Q4418015 Português

Leia o texto para responder a questão


O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O espaço utilizado no poema representa a transformação de liberdade para a escravidão. Considerando o contexto, marque a alternativa incorreta que não está de acordo com essa afirmação. 
Alternativas
Q4418016 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O eu poético cria uma interlocução nos primeiros versos do poema. A quem ele faz uma invocação? 
Alternativas
Q4418017 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando o significado contextual das palavras. No poema, no verso: “Se a vaga à pressa resvala, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
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Q4418018 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O uso particularizado da palavra “desgraçados” no texto, contribui de forma predominante para
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Q4418019 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando que a linguagem metafórica é predominante na maioria dos textos literários, esse fragmento do poema Navio Negreiro é 
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Q4418020 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Qual é a função da linguagem que predomina nestes versos? 



“Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz? “

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Q4418021 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando o emprego da pontuação no verso: “Tanto horror perante os céus?!” Os pontos de interrogação e exclamação (?!), foram usados juntos intencionalmente, para  
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Q4418022 Português

Leia o texto para responder a questão


O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

No verso poético: “Amar-te-ei, em todas as épocas...” há a presença de um pronome: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: C
4: A
5: A
6: A
7: C
8: C
9: D
10: A