Questões de Concurso Público Prefeitura de Andradas - MG 2025 para Médico Clínico Geral

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Q3426817 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
No primeiro parágrafo, a comparação da separação com um baile de carnaval sugere: 
Alternativas
Q3426818 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A expressão em destaque em “nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito” denota um sentimento de: 
Alternativas
Q3426819 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A metáfora da estrela morta que ainda brilha, no terceiro parágrafo, remete à ideia de que: 
Alternativas
Q3426820 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A frase final, "A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo", evoca um sentimento de: 
Alternativas
Q3426821 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
Em “Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões”, a forma verbal em destaque: 
Alternativas
Q3426822 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
Considerando a passagem “Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada”, sobre o termo em destaque é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3426823 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
No trecho “...digamos apenas a pequena palavra: adeus”, a expressão em destaque exerce uma função importante na estrutura do texto. Sobre ela, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3426824 Raciocínio Lógico
Das sentenças abaixo qual é aquela que é logicamente equivalente à frase:
Se eu jogo bola então eu como macarrão 
Alternativas
Q3426825 Raciocínio Lógico
Observe a sequência numérica abaixo, ela possui uma loja que se utiliza de operações aritméticas com os seus algarismos. Deduzindo o padrão utilizado podemos dizer que o próximo número da sequência é:
23, 46, 62, 84, 08, 26, 42, 64, 88, 06, ….. 
Alternativas
Q3426826 Raciocínio Lógico
Pedro disse:
"Vou ao cinema ou ao parque hoje."

Qual das alternativas representa corretamente a negação dessa frase? 
Alternativas
Q3426827 Raciocínio Lógico
Em uma festa temática, três amigos—Lucas, Mariana e Pedro—estão usando adornos diferentes na cabeça, têm cores preferidas distintas e gostam de frutas diferentes. As pistas fornecidas são:

1. Lucas gosta de maçã, mas não gosta da cor azul.
2. A pessoa que prefere vermelho está usando um boné.
3. Pedro está usando um chapéu, mas não gosta de banana.
4. A pessoa que gosta de uva está usando uma tiara.
5. Mariana prefere azul.

Com base nessas informações, qual fruta Pedro gosta? 
Alternativas
Q3426828 Redes de Computadores
Segundo Rodrigues e Granja (2011), a internet funciona como um oceano pelo qual a informação contida em texto, som e imagem pode ser "navegada", ou melhor, acessada em qualquer computador conectado a essa rede. É por essa razão que dizemos que "navegamos" na internet. Nesse contexto, é correto afirmar que a internet utiliza um protocolo de rede padrão denominado: 
Alternativas
Q3426829 Noções de Informática
Considerando a utilização dos aplicativos do Microsoft Office 365 Pro, no Microsoft Excel, as células A1, B1 e C1 possuem, respectivamente, os seguintes valores: Andradas, Município e MG.
Logo, se a célula D1 for preenchida com a expressão =CONCATENAR(A1;"-";C1) e, após isso, a tecla ENTER do teclado do computador for acionada, o resultado (apresentado na célula D1) será: 
Alternativas
Q3426830 Noções de Informática
14.png (297×172)
A figura acima foi construída no ambiente do Power Point (um dos aplicativos do Microsoft Office 365 Pro). Sendo assim, é correto afirmar que tal estrutura 
Alternativas
Q3431385 Medicina
Mulher, 72 anos, procura atendimento ambulatorial relatando cansaço progressivo há cerca de quatro meses, especialmente durante atividades rotineiras, como subir escadas. Refere ainda episódios de ortopneia e edema em membros inferiores ao final do dia. É hipertensa e diabética há mais de 20 anos, com controle irregular. Nega história de infarto ou cirurgia cardíaca. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 130x80 mmHg, frequência cardíaca de 84 bpm, estertores crepitantes bibasais à ausculta pulmonar e edema em membros inferiores +/4+. O ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 58%, hipertrofia ventricular esquerda e disfunção diastólica grau II. Os níveis de NT-proBNP encontram-se elevados.
Com base nos dados apresentados, selecione a alternativa que melhor explica a abordagem terapêutica indicada para a paciente: 
Alternativas
Q3431386 Medicina
Homem de 56 anos comparece à consulta de rotina, relatando bom estado geral e ausência de queixas. Refere que pratica caminhada leve três vezes por semana e que não usa medicações regulares. Seu histórico familiar inclui pai hipertenso e falecido por infarto agudo do miocárdio. Durante a consulta, foram aferidas três medidas de pressão arterial em intervalo de dois minutos, todas com valores acima de 150/90 mmHg. Exame físico e exames laboratoriais recentes estão dentro da normalidade, sem evidências de lesão de órgão-alvo. O médico solicitou monitorização residencial da pressão arterial (MRPA), cujos valores médios registrados foram de 127/78 mmHg. O paciente demonstra boa adesão às orientações fornecidas e nega sintomas ou uso de substâncias que interfiram na pressão arterial.
Com base nos dados apresentados, analise as afirmativas a seguir quanto às condutas mais adequadas para este paciente: 
Alternativas
Q3431387 Medicina
José, 58 anos, compareceu à unidade básica de saúde para avaliação de rotina. Relata ser tabagista há 30 anos, com consumo de cerca de 15 cigarros por dia. Refere ingestão frequente de alimentos ultraprocessados e prática esporádica de atividade física. Nega sintomas atuais. Seu histórico familiar inclui pai hipertenso e mãe com diabetes tipo 2. Durante a consulta, foram realizadas duas aferições da pressão arterial (PA), com intervalo de cinco minutos, após repouso em ambiente tranquilo, com o paciente sentado e com os pés apoiados no chão. Os valores obtidos foram de 146 × 94 mmHg e 144 × 92 mmHg. O índice de massa corporal foi calculado em 29,8 kg/m² e a circunferência abdominal aferida foi de 104 cm. O médico solicitou exames laboratoriais.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor explica o quadro e orienta a conduta mais apropriada: 
Alternativas
Q3431388 Medicina
Carlos, 62 anos, comparece ao ambulatório de pneumologia relatando tosse crônica há quatro anos, acompanhada de expectoração matinal diária. É extabagista com carga tabágica de 40 maços-ano, tendo cessado o tabagismo há 3 anos. Refere episódios de falta de ar aos esforços moderados e infecções respiratórias de repetição, com necessidade de antibioticoterapia em duas ocasiões no último ano. Nega sintomas noturnos ou despertares com dispneia. Ao exame físico, apresenta murmúrio vesicular universalmente presente, com algumas roncos e sibilos esparsos, mais acentuados na expiração. A espirometria revelou padrão obstrutivo com relação VEF1/CVF reduzida, sem resposta significativa ao broncodilatador. Foi realizada radiografia de tórax, sem alterações significativas além de hiperinsuflação pulmonar.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor caracteriza o quadro respiratório do paciente e os elementos clínicos que o sustentam: 
Alternativas
Q3431389 Medicina
Marlene, 58 anos, comparece à unidade de saúde com queixa de visão turva, cansaço e episódios frequentes de infecções geniturinárias nos últimos três meses. Tem histórico familiar de diabetes mellitus tipo 2, é sedentária, tem IMC de 31,2 kg/m² e pressão arterial controlada com uso de losartana. Refere alimentação desregulada, com consumo frequente de carboidratos simples. Os exames solicitados mostraram glicemia de jejum de 132 mg/dL, hemoglobina glicada (HbA1c) de 6,8% e glicemia de 1 hora no teste oral de tolerância à glicose (TTGO) de 211 mg/dL. Nega perda de peso recente. Os níveis de peptídeo C estavam elevados.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor explica o distúrbio metabólico identificado, considerando os dados clínicos e laboratoriais: 
Alternativas
Q3431390 Medicina
Clara, 16 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 há cinco anos, comparece à consulta de rotina com queixas de episódios frequentes de cefaleia matinal, sudorese fria noturna e sensação de cansaço ao despertar. Relata que, frequentemente, apresenta hiperglicemia em jejum, com valores entre 180 e 210 mg/dL. Sua hemoglobina glicada recente está em 7,4%. Está em uso de esquema basal-bolus, utilizando insulina glargina U100 à noite e insulina lispro antes das refeições. Clara afirma que sua última refeição acontece por volta das 21 horas. Está em bom estado geral e não apresenta outras queixas ou comorbidades associadas.
Considerando as manifestações clínicas e os achados glicêmicos da paciente, aponte a estratégia terapêutica mais indicada para a correção do problema apresentado pela paciente, sem prejuízo no seu controle glicêmico diário: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: A
4: D
5: A
6: B
7: C
8: D
9: B
10: B
11: D
12: D
13: C
14: A
15: B
16: A
17: C
18: B
19: C
20: D