Questões de Concurso Público Prefeitura de Cambé - PR 2026 para Médico Ginecologista e Obstetra
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( ) A carga viral no terceiro trimestre é o principal determinante para a escolha da via de parto.
( ) O parto cesáreo é obrigatório para todas as gestantes com HIV.
( ) Procedimentos invasivos (amniocentese) podem ser realizados se a gestante estiver com carga viral indetectável.
( ) O uso de zidovudina intravenoso durante o trabalho de parto é mandatório se a carga viral for desconhecida ou > 1.000 cópias/mL próximo ao parto.
( ) O HIV contraindica o uso de qualquer vacina na gestação.
( ) A profilaxia com imunoglobulina deve ser repetida após o parto se o recém-nascido for Rh positivo.
( ) A anemia fetal causa diminuição do débito cardíaco fetal.
( ) O aumento da velocidade sistólica máxima na artéria cerebral média ao Doppler é o principal sinal de anemia fetal.
( ) O coombs indireto positivo com título 1:2 indica necessidade de transfusão intrauterina imediata.
( ) O edema placentário e o polidrâmnio são achados ultrassonográficos tardios na isoimunização grave.
I. A “centralização fetal” é caracterizada pela vasodilatação da artéria umbilical, visando proteger órgãos nobres como o cérebro.
II. O Doppler do ducto venoso é um indicador de acidemia fetal e falência cardíaca em fetos com restrição de crescimento fetal intrauterino grave.
III. A persistência da incisura protodiastólica nas artérias uterinas após 24-26 semanas indica falha na invasão trofoblástica e risco de pré-eclâmpsia.
IV. A Dopplervelocimetria é recomendada rotineiramente para todas as gestações de baixo risco.
I. A irrigação do útero provém principalmente da artéria uterina, ramo da artéria ilíaca interna.
II. O ureter cruza a artéria uterina anteriormente, facilitando sua identificação durante a ligadura do pedículo uterino.
III. O suporte central do útero e da vagina é determinado pela associação da cintura pélvica óssea e do diafragma pélvico, composto principalmente pelo músculo levantador do ânus.
IV. O ligamento redondo é o principal responsável pela suspensão apical do útero e da cúpula vaginal.
I. O tratamento com tamoxifeno reduz o tamanho dos miomas.
II. O uso de análogos do GnRH pode reduzir o volume dos miomas antes de uma cirurgia.
III. Miomas uterinos têm alta taxa de transformação para sarcomas malignos.
IV. A embolização das artérias uterinas é o tratamento de escolha para mulheres que desejam engravidar.
( ) O levonorgestrel 1,5 mg em dose única é o método farmacológico de primeira escolha para AE.
( ) O levonorgestrel na AE causa malformações fetais se houver falha.
( ) É obrigatório realizar teste de gravidez antes de prescrever AE.
( ) O uso repetido de AE aumenta sua eficácia contraceptiva a longo prazo.
( ) Mulheres em aleitamento materno podem usar a AE.
( ) O método pode ser utilizado em até 5 dias (120 horas) após a relação, embora a eficácia diminua com o tempo.
( ) A AE atua retardando ou inibindo a ovulação, mas não tem efeito após a nidação.
I. O cancro mole caracteriza-se por úlceras múltiplas, dolorosas e friáveis.
II. O tratamento da sífilis primária é realizado com Penicilina G Benzatina 2,4 milhões UI, dose única.
III. A donovanose caracteriza-se por úlceras que regridem espontaneamente em 1 semana.
IV. O cancro mole é indolor como a sífilis.
I. A “janela de oportunidade” para início da TH compreende mulheres com menos de 60 anos ou menos de 10 anos de menopausa.
II. A via transdérmica de estradiol é preferível em mulheres com hipertensão, hipertrigliceridemia ou risco elevado de tromboembolismo venoso.
III. A TH combinada aumenta o risco de câncer colorretal.
IV. A associação de estrogênio com bazedoxifeno requer o uso adicional de progesterona para proteger o útero.
I. O teratoma cístico maduro (cisto dermoide) é a neoplasia maligna ovariana mais frequente.
II. O marcador CA-125 é frequentemente utilizado no acompanhamento de tumores epiteliais, embora possa elevar-se em condições benignas como a endometriose.
III. A alfafetoproteína é o marcador específico para o coriocarcinoma gestacional.
IV. O disgerminoma é o tumor maligno de células germinativas mais comum em crianças e adolescentes.