Questões de Concurso Público Prefeitura de Cambé - PR 2026 para Enfermeiro PSF
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I. Realizar e/ou supervisionar acolhimento com escuta qualificada e classificação de risco, de acordo com protocolos estabelecidos.
II. Realizar estratificação de risco e elaborar plano de cuidados para as pessoas que possuem condições crônicas no território, junto aos demais membros da equipe.
III. Planejar, gerenciar e avaliar as ações desenvolvidas pelos técnicos/auxiliares de enfermagem, ACS e ACE em conjunto com os outros membros da equipe.
IV. Implementar e manter atualizados rotinas, protocolos e fluxos relacionados a sua área de competência na UBS. V. Supervisionar as ações do técnico/auxiliar de enfermagem e ACS.
A hesitação vacinal refere-se ao atraso ou à recusa em aceitar vacinas recomendadas, mesmo quando os serviços de vacinação estão disponíveis. São eles: ________ - corresponde à percepção de risco sobre doenças imunopreveníveis; ________ - referente ao acesso aos serviços de vacinação e às vacinas; ________ - ligada à segurança e eficácia das vacinas e nas autoridades de saúde; ________ - associado(a) ao conjunto de crenças e diferenças socioeconômicas e culturais e; ________ - relacionada(s) aos conhecimentos, atitudes e práticas baseadas em fatos verídicos ou não. Esse fenômeno pode comprometer as coberturas vacinais e favorecer o reaparecimento de doenças previamente controladas ou eliminadas pela vacinação.
I. Atividades de vacinação de alta qualidade; Calendário técnico nacional de vacinação.
II. Câmara técnica; Distribuição de imunobiológicos.
III. Hesitação vacinal; Monitoramento dos dados de vacinação.
IV. Operação gota; Rede de frio; Regras para registros vacinais.
V. Controle vacinal em domicílio; Notificação compulsória de não-vacinação.
I. São componentes da Prevenção de Deficiências Físicas ligadas à Hanseníase: diagnóstico precoce, tratamento regular com PQT-U e aplicação de BCG em contatos; detecção precoce e tratamento adequado das reações e neurites; apoio a manutenção da condição emocional e integração social e; realização de autocuidados.
II. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o tratamento e acompanhamento dos pacientes em unidades básicas de saúde (UBS) e em referência, não sendo necessário internação; o tratamento medicamentoso é realizado com a associação de dois antimicrobianos – rifampicina e clofazimina – a qual denominamos de Poliquimioterapia Única (PQT-U); a duração do tratamento não varia com a forma clínica da doença.
III. Os sinais e sintomas são: manchas brancas, avermelhadas, acastanhadas ou amarronzadas e/ou área (s) da pele com alteração da sensibilidade térmica e/ou dolorosa e/ou tátil; comprometimento do (s) nervo (s) periférico (s) – geralmente espessamento, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas; áreas com diminuição dos pelos e do suor; sensação de formigamento e/ou fisgadas, principalmente nas mãos e nos pés; diminuição ou ausência da sensibilidade e/ou da força muscular na face, e/ou nas mãos e/ou nos pés e; caroços no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.
IV. A transmissão ocorre quando uma pessoa com hanseníase (na forma infectante e sem tratamento), elimina o bacilo para o meio exterior superiores (por meio do espirro, objetos utilizados pelo paciente, ou abraço), infectando outras pessoas suscetíveis, não sendo necessário um contato próximo e prolongado.
( ) A notificação compulsória imediata deve ser realizada em até 24 horas a partir do diagnóstico definitivo da doença ou agravo.
( ) A Notificação Negativa é a comunicação semanal de que nenhum caso de doença de notificação compulsória foi identificado na unidade de saúde.
( ) O enfermeiro e demais profissionais de saúde têm o dever de notificar os agravos, mas a responsabilidade legal final recai exclusivamente sobre o diretor técnico da instituição.
( ) Casos suspeitos de violência doméstica e/ou sexual contra mulheres devem ser notificados obrigatoriamente no SINAN.
1. Primeiro Trimestre.
2. Segundo Trimestre.
3. Terceiro Trimestre.
4. Período Neonatal (Pós-parto imediato).
( ) Período ideal para tratamentos odontológicos eletivos devido à maior estabilidade da gestante.
( ) Foco em orientações sobre a higienização da gengiva ou primeiros dentes do lactente e amamentação.
( ) Risco aumentado de hipotensão supina na cadeira odontológica; atendimentos devem ser curtos.
( ) Fase de organogênese fetal; priorizam-se ações preventivas, educativas e atendimentos de urgência.
1. Risco habitual.
2. Risco intermediário.
3. Alto risco.
4. Estratificação de Risco.
5. Morbidade materna.
6. Near miss materno.
( ) Qualquer condição de saúde atribuída e/ou agravada pela gravidez e parto que tenha um impacto negativo no bem-estar da mulher, para além da saúde física, abrangendo a totalidade do conceito de bem-estar.
( ) Pactuada na Comissão Intergestores Bipartite, conforme critérios baseados nas características individuais e socioeconômicas das gestantes, bem como na história reprodutiva anterior, condições clínicas prévias à gestação e intercorrências clínicas/obstétricas na gestação atual.
( ) Gestantes que apresentam fatores de riscos relacionados às características individuais como raça e/ou etnia negra ou indígena, quilombola; migrante, em situação de rua; idade < 15 anos e > 40 anos; baixa escolaridade; tabagista; etilista; com história reprodutiva anterior de natimorto, aborto tardio, pré-eclâmpsia grave ou eclampsia em gestação anterior; cirurgia bariátrica; diabetes gestacional não-insulinodependente e/ou anemia moderada.
( ) Gestantes que apresentam fatores de riscos como dependência de drogas ilícitas; obesidade mórbida; condições clínicas pré-existentes (cardiopatias, nefropatias, depressão grave, neoplasias, doenças hematológicas, entre outras); 3 ou mais abortos consecutivos em qualquer idade gestacional; 3 ou mais cesáreas anteriores; e/ou intercorrências clínicas (placenta prévia, doenças infectocontagiosas vividas na gestação atual, má-formação fetal confirmada, pielonefrite atual, anemia grave, gemelar, diabetes gestacional insulinodependente, trombofilia, entre outras).
( ) Identificado por quadros graves ou gravíssimos de morbidades relacionadas à gestação, parto ou puerpério e/ou que ocorrem durante a gestação, parto, puerpério e após o puerpério, em que a mulher quase morreu, mas sobreviveu às complicações graves durante a gestação, parto ou até 42 dias após o término da gestação.
( ) Gestantes que não apresentam fatores de risco individual, sociodemográficos, de história reprodutiva anterior, de doença ou agravo de saúde, ou seja, com características individuais e condições sociodemográficas favoráveis.