Questões de Concurso Público Prefeitura de Cornélio Procópio - PR 2021 para Agente Administrativo

Foram encontradas 30 questões

Q4324899 Português
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q4324900 Português
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324901 Português
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Assinale a alternativa que apresenta um sufixo.
Alternativas
Q4324902 Português
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Prefiro realidade à fantasia.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324903 Português
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Eu deveria ter uns cinco anos.” E assinale a alternativa que apresenta em qual tempo o verbo principal está conjugado.
Alternativas
Q4324904 Noções de Informática
Considerando as ferramentas do pacote Microsoft Office 2016, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4324905 Noções de Informática
Considerando o pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, versão em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa que não representa corretamente as funcionalidades das teclas de função e sua respectiva aplicação. (Obs.: o sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).
Alternativas
Q4324906 Noções de Informática
No MS-Word 2016 (em português e em sua configuração padrão), na guia Página Inicial, o usuário pode formatar seus textos acionando um dos ícones disponíveis. Considerando esses recursos de formatação do Word, analise as alternativas e assinale a que não corresponde a uma definição correta da aplicação do ícone apresentado.
Alternativas
Q4324907 Noções de Informática
Considerando o MS-Excel 2016 (em português e em sua configuração padrão), analise as alternativas e assinale a que apresenta corretamente a fórmula que foi usada, na tabela abaixo, que justifica o valor calculado na célula D6.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4324908 Noções de Informática
O Windows Explorer (Explorador do Windows) é um gerenciador de arquivos e pastas do sistema Windows. Assinale a alternativa que não faz parte de ações disponíveis no Windows Explorer.
Alternativas
Q4324909 Matemática

Analise as alternativas e assinale a que representa o valor correto de X para a expressão: 



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q4324910 Matemática
Considerando que x = 5 e y = 6, analise as alternativas e assinale a que representa o valor correto da expressão: (x +y)2 - x.y 
Alternativas
Q4324911 Matemática
Em uma escola de ensino fundamental, foi usado o critério de tempo de experiência da professora responsável pela sala de aula para fazer a divisão, de forma diretamente proporcional, de um grupo de 70 alunos, em 2 salas de aula. Analise as alternativas e assinale a que representa a quantidade de alunos que foi alocado respectivamente em cada uma das salas, sabendo que uma professora tinha 3 anos de experiência e a outra professora tinha 4 anos de experiência.
Alternativas
Q4324912 Matemática Financeira
Analise as alternativas e assinale a que representa o valor acumulado que um investidor recebeu ao resgatar uma aplicação de R$ 60.000,00 a uma taxa mensal de 2% no regime de capitalização composta, ao final de 3 meses.
Alternativas
Q4324913 Matemática
Em uma pesquisa, realizada em uma cidade do interior do Paraná, foram entrevistadas várias pessoas que já haviam contraído o vírus da Covid-19. Foi perguntado a todos os entrevistados quais os sintomas que eles tiveram ao contrair o vírus. Com base no quadro, abaixo, que apresenta os dados da pesquisa, analise as alternativas e assinale a que representa a quantidade de pessoas que foram entrevistadas nessa pesquisa. 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4324914 Gestão de Pessoas
“As pessoas não atuam isoladamente, mas por meio de interações com outras pessoas para poderem alcançar seus objetivos” (CHIAVENATO, 2010, p. 115). Nesse trecho, Chiavenato se refere à(ao)
Alternativas
Q4324915 Administração Pública
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

É a comunicação que acontece entre profissionais de ____________, portanto, não existe fluxo de baixo para cima ou vice-versa, uma vez que ocorre ___________, entre membros do mesmo setor ou de diferentes departamentos. Também pode ser chamada de comunicação _________, o que remete a um cenário de colaboradores lado a lado, no mesmo nível.
Alternativas
Q4324916 Comunicação Social
Quanto aos elementos da comunicação, a pessoa que produz e emite a mensagem, o meio pelo qual a mensagem é transmitida, e a situação comunicativa em que estão inseridos o emissor e receptor são chamados, respectivamente, de: 
Alternativas
Q4324917 Administração Geral
É um elemento integrante do processo de comunicação e desempenha um importante papel no desenvolvimento individual e nas relações interpessoais. Proveniente da teoria de sistemas, consiste na ideia de retroalimentação, ou seja, na existência de um fluxo de retorno de informações para a continuidade e o funcionamento de um sistema. Assinale a alternativa que corresponde à definição apresentada. 
Alternativas
Q4324918 Redação Oficial
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Na redação oficial, observa-se que o texto tem ___________ quando se verifica que as palavras, as frases e os parágrafos estão entrelaçados, dando continuidade uns aos outros; que ele é ______________ quando consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras; e que é ____________ quando vai direto ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: A
4: A
5: A
6: A
7: D
8: D
9: C
10: B
11: C
12: B
13: D
14: A
15: E
16: D
17: B
18: A
19: D
20: A