Questões de Concurso Público Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP 2022 para Assistente em Gestão Pública

Foram encontradas 40 questões

Q4284340 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4284341 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise o trecho abaixo.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no ‘fim da carreira’, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
Considerando a polissemia da palavra “carreira” e o contexto em que ela é utilizada no texto, a construção “fim da carreira” está sendo usada em sentido 
Alternativas
Q4284342 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “álibis”, considerando o contexto em que aparece no texto. 
Alternativas
Q4284343 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo.
“Nessa noite, recusavam ‘a tela onde os seus olhares se confundiam’”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação e ao uso dos pronomes, assinale a alternativa em que a expressão destacada é corretamente substituída por um pronome pessoal. 
Alternativas
Q4284344 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que os termos destacados constituem uma locução adverbial.
Alternativas
Q4284345 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder à questão.
A menina, “porém”, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis.
Assinale a alternativa em que o termo destacado desempenha o mesmo papel coesivo que a palavra “porém” na frase acima.
Alternativas
Q4284346 Não definido
Tenho muita sorte, minha cidade é conhecida pelos espaços ______________ e pela ausência de ____________.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Alternativas
Q4284347 Não definido
De fato, ________ pessoas que dizem que melhores dias ________ de vir, mas como é difícil acreditar!
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q4284348 Não definido
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Além do tremendo mau gosto é uma questão nitidamente racista porque é de mau gosto você colocar uma obra identificada como ‘escravos’ e com preço” afirmou Paulo Cruz.
(msn.com. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4284349 Não definido
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso ou não da crase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4284350 Não definido

Considere a sequência abaixo para responder à questão.


3 ; 3 ; 6 ; 9 ; 15 ; 24 ; 39 ; …


Mantido o padrão apresentado na sequência, o seu próximo elemento será 

Alternativas
Q4284351 Não definido
Considere verdadeira a proposição abaixo.
P: “Algumas aranhas são venenosas”.
Se todas as aranhas são aracnídeos, é correto concluir que 
Alternativas
Q4284352 Não definido
Suponha que, em certa linha de produção, ao iniciar a operação, saem 5 peças normais, seguidas de 2 com defeito, e estas são seguidas de mais 5 normais, e estas seguidas de 2 com defeito, e assim por diante. Nessas condições, assinale a alternativa que apresenta apenas as ordens de peças COM DEFEITO nessa linha de produção. 
Alternativas
Q4284353 Não definido

Considere a proposição A: ¬p ˅ q.


Para que a proposição A seja falsa, 

Alternativas
Q4284354 Não definido
Suponha que Matheus tenha feito uma compra no dia 07 de janeiro e que, por uma oferta da loja, o seu pagamento deva ser efetuado no máximo 18 dias depois da data da compra. Nessas condições, Matheus deverá efetuar o pagamento da compra, no máximo, até o dia 
Alternativas
Q4284355 Não definido
Se uma proposição A NÃO implica uma proposição B, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4284356 Não definido
Considere verdadeira a proposição abaixo.
P: “Todas as pessoas que torcem para o time T são torcedores fervorosos”.
Se algumas pessoas que moram na rua R torcem para o time T, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4284357 Não definido
Aos domingos, Amanda come 1 bombom; às segundas-feiras, come 2 bombons; às terças-feiras, come 3 bombons, e assim por diante, até os sábados, em que come 7 bombons. Então, mantido esse padrão em todas as semanas, ao final de um mês com 28 dias, o total de bombons que Amanda terá comido será igual a 
Alternativas
Q4284358 Não definido
Silvia afirmou: “Eu estou com febre ou estou com hipotensão”. Se Silvia mentiu, é correto concluir logicamente que 
Alternativas
Q4284359 Não definido
Sempre que recebe seu salário, Davi vai ao cinema ou compra uma camiseta. Então, é correto concluir logicamente que,
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: A
5: A
6: D
7: B
8: C
9: D
10: D
11: B
12: B
13: A
14: C
15: A
16: D
17: C
18: D
19: A
20: C