Questões de Concurso Público Prefeitura de Forquetinha - RS 2026 para Monitor Educacional e Social

Foram encontradas 8 questões

Q4290898 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Com base no relatório divulgado, que aponta piora em indicadores como tributação menor conforme a renda é maior e condições mais desfavoráveis à população negra, analise as seguintes assertivas:

I. Subentende-se que o sistema tributário brasileiro possui um caráter regressivo, atuando como um elemento de concentração e não de redistribuição de renda.
II. Depreende-se que as políticas públicas voltadas à igualdade racial conseguiram reverter as desvantagens históricas sofridas pela população negra em 2025.
III. É possível subentender que os piores indicadores sociais do país estão geograficamente concentrados nas regiões Norte e Nordeste.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4290899 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
O vocábulo desigualdades e recorrente na discussão do relatório abordado pelo texto. Quanto às regras estruturais e de morfologia da Língua Portuguesa, esse termo é formado por meio do processo de:
Alternativas
Q4290900 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
A estruturação das ideias em um texto expositivo-argumentativo organiza-se de maneira hierarquizada. Diante disso, julgue em Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as assertivas sobre as ideias secundárias que cumprem papel de sustentação ou validação metodológica no texto:

( ) A afirmação de que a indisponibilidade de certos indicadores atualizados em 2025 não invalida ou interfere no comparativo das séries históricas.
( ) A explicação detalhada de que pesquisas como a POF ocorrem a cada dois anos e o Inaf possui um intervalo de seis anos entre as edições.
( ) A constatação de que as desigualdades históricas de gênero, raça e território no Brasil foram consolidadas e aprofundadas pelo crescimento econômico recente.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4290901 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
As palavras tráfego (trânsito de veículos) e tráfico (comércio ilícito) assemelham-se na grafia e na pronúncia, embora possuam sentidos distintos no idioma. Considerando as relações lexicais da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE esse fenômeno e apresenta um exemplo correlato presente ou associado ao texto.
Alternativas
Q4290902 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Analise a frase adaptada abaixo observando as regras oficiais de regência verbal e nominal, bem como com as normas para o uso do acento indicativo de crase:

A diretora técnica do Pacto fez referência ______ edíções passadas do relatório e conclamou as organrzações _______ apoiarem o combate _______ desígualdades estruturais.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4290903 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Associe corretamente os termos retirados do texto, presentes na Coluna 1, à sua significação contextual ou função semântica correspondente, dispostas na Coluna 2: 

Coluna 1:
1. Disparidades.
2. Viés.
3. Estáveis.

Coluna 2:
( ) Elementos que não sofreram alterações ou oscilações signiÍicativas ao longo do período comparativo.
( ) Desvios ou distorções metodológicas que comprometem a precisão ou a imparcialidade de uma amostragem.
( ) Assimetrias, desigualdades marcantes ou incoerências estruturais entre diferentes grupos ou territórios.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4290904 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Para conferir robustez metodologica à tese de que os avanços reais convivem com desigualdades persistentes, o texto articula diferentes estratégias argumentativas. Diante disso, analise as assertivas sobre esses recursos:

I. Utiliza argumentos de base estatística matemática, quantificando com precisão os índices que melhoraram (71%) e os que pioraram.
II. Vale-se de argumentos de autoridade por meio da citação direta de discursos de gestores tecnicos e economistas do Pnud e do Pacto Nacional.
III. Sustenta-se no argumento de ilustração por meio de exemplos específicos de pesquisas que possuem periodicidade de atuallzação diferenciada (POF e Inaf).

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4290905 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
No texto, lê-se o seguinte trecho: Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios...

Nesse segmento, o emprego dos travessões intercalados cumpre a função gramatical de:
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: A
4: C
5: D
6: C
7: E
8: B