A política externa brasileira, tradicionalmente
pautada pela cooperação Sul-Sul e pelo multilateralismo, tem
como um de seus pilares a defesa incondicional da
autodeterminação dos povos, o que, em algumas circunstâncias,
pode conflitar com intervenções humanitárias internacionais
promovidas em nome dos direitos humanos, dada a
complexidade das relações internacionais e a soberania dos
Estados.