É correto afirmar que o desenvolvimento
sustentável, enquanto pilar essencial das políticas públicas
contemporâneas, transcende a mera proteção ambiental,
englobando simultaneamente as dimensões econômica e social,
de modo a garantir que as necessidades do presente sejam
atendidas sem comprometer a capacidade das futuras gerações
de atenderem às suas próprias necessidades. Nesse sentido,
programas de mitigação das mudanças climáticas que
negligenciam aspectos de justiça social e equidade
intergeracional não podem ser plenamente qualificados como
sustentáveis.