Questões de Concurso Público Prefeitura de São Joaquim - SC 2026 para Técnico Administrativo
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O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834
O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834
O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
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Leia o fragmento que segue:
“Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável.”
Sobre o fragmento afirma-se:
I. O fragmento é constituído de um período composto no qual se encontram seis orações, cinco delas coordenadas e uma subordinada.
II. O termo “bonita” é um predicativo do objeto.
III. O termo “prestígio” é um objeto direto.
Está(ão) correta(s):
O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
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Dado o excerto:
“Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele.”
Sobre o excerto afirma-se:
I. Os dois termos “que” são classificados como pronomes relativos, e ambos iniciam orações subordinadas adjetivas restritivas.
II. Os dois termos “que” são classificados como pronomes relativos, e ambos iniciam orações subordinadas adjetivas explicativas.
III. A locução verbal “tentando cumprir” passa a ideia de ação repetida continuamente.
Está(ão) correta(s):
O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834
O jogador que leu Tolstói
(Ramires Linhares)
Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.
Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.
Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.
Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.
Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.
Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.
Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.
Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.
Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834
Leia o fragmento:
“Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana.”
A respeito do termo em destaque, afirma-se o seguinte:
I. Trata-se de um neologismo.
II. Além de “bonito” ou “desejável”, carrega também a conotação de “interessante ou chamativo o suficiente para gerar uma boa foto pública”.
III. Não deve ser grafada com acento.
Está(ão) correta(s):