Questões de Concurso Público SAMAE de Imbituba - SC 2025 para Controlador Interno

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Q4257597 Português

Balzac adjetivo

(Ramires Linhares)


    Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.


    Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.


    Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.


    Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.


    Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.


    Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.


    Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.


    Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.


    Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.


 Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180

De acordo com o texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4257598 Português

Balzac adjetivo

(Ramires Linhares)


    Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.


    Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.


    Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.


    Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.


    Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.


    Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.


    Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.


    Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.


    Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.


 Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180

Dado o excerto:


“Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.”


O termo em destaque cumpre a função sintática de:


 

Alternativas
Q4257599 Português

Balzac adjetivo

(Ramires Linhares)


    Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.


    Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.


    Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.


    Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.


    Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.


    Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.


    Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.


    Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.


    Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.


 Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180

Leia o fragmento:


“Mas há quem diga que escritores assim nunca par tem de fato, apenas mudam de século.”


O termo em destaque pode ser substituído, sem pre juízo de sentido, por: 

 

Alternativas
Q4257600 Português

Balzac adjetivo

(Ramires Linhares)


    Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.


    Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.


    Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.


    Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.


    Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.


    Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.


    Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.


    Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.


    Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.


 Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180

Dado o excerto:


“(...) o curioso é que esse espelho continua refletindo (...).”


A oração subordinada presente no fragmento é classi ficada como: 

Alternativas
Q4257601 Português

Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo

Sou um anti-herói em queda

Na mira de um arqueiro

Isso é um pedido de ajuda

Tem alguém aí que me entende?

Me beija na boca e me salva

P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre


Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/ 

Identifica-se no primeiro verso do texto a figura de linguagem conhecida como: 
Alternativas
Q4257602 Português

Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo

Sou um anti-herói em queda

Na mira de um arqueiro

Isso é um pedido de ajuda

Tem alguém aí que me entende?

Me beija na boca e me salva

P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre


Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/ 

Para além da função poética, o texto apresenta, notadamente em seu sexto verso, a função de linguagem conhecida como:
Alternativas
Q4257603 Português

Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo

Sou um anti-herói em queda

Na mira de um arqueiro

Isso é um pedido de ajuda

Tem alguém aí que me entende?

Me beija na boca e me salva

P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre


Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/ 

Acerca do sexto verso, assinale a alternativa cor reta:
Alternativas
Q4257604 Português

Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo

Sou um anti-herói em queda

Na mira de um arqueiro

Isso é um pedido de ajuda

Tem alguém aí que me entende?

Me beija na boca e me salva

P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre


Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/ 

Dado o excerto:


“(...) eu não quero ser triste pra sempre”


O verbo em destaque, caso fosse conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo, assumiria a seguinte transcrição: 

Alternativas
Q4257605 Português
Nas alternativas que seguem, a locução adjetiva em destaque será substituída pelo adjetivo entre parênteses. Assinale a alternativa em que essa substituição está correta: 
Alternativas
Q4257606 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta concordância: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: C
4: C
5: C
6: A
7: B
8: D
9: A
10: C