Questões de Concurso Público Prefeitura de Vermelho Novo - MG 2025 para Mecânico
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No Pará, modelo de produção pode atingir 4,5% do PIB estadual até 2030
A bioeconomia, modelo de produção sem perda da biodiversidade, é um das principais apostas de desenvolvimento na transição para uma economia de baixo carbono, necessária ao enfrentamento às mudanças climáticas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio atraem, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada. O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês) aponta um potencial global de US$ 7,7 trilhões em oportunidade de negócio até 2030, no relatório “Uma oportunidade de negócio que contribui para um mundo sustentável”.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/. Acesso em: maio de 2025.)
Os efeitos da crise climática global têm sentido em todos os espaços, o que motiva a discussão a respeito de novos modelos de negócio, que valorizam a produção e a comercialização de bens de consumo de forma consciente. Sobre a bioeconomia, entende-se que as suas contribuições para o ambiente são:
Hoje, muitas lideranças e estudiosos se debruçam sobre as contribuições dos povos africanos e indígenas para a cultura da região Nordeste, ampliando esse leque de referências. Os povos originários da região sofrem um duplo apagamento: a hegemonia cultural do homem branco, ao mesmo tempo em que tenta suplantar a história e cultura indígenas, também ignora a diversidade étnica, regional e cultural desses povos, tomando como referência única os indígenas amazônicos.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/. Acesso em: maio de 2025.)
A diversidade cultural brasileira é visível em todas as regiões geográficas, porém, nem sempre é devidamente valorizada. À vista do apagamento histórico-cultural das raízes do povo nordestino, apresenta-se como medida para reverter esse quadro:
[...] Em linhas gerais, 40% dos alfabetizados em nível consolidado, ou proficientes, apresentaram médio ou baixo desempenho em tarefas digitais. E 95% dos analfabetos só conseguem realizar um número bastante limitado ao que foi proposto durante o levantamento, que ouviu 2.554 indivíduos, de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país.
(Disponível em: https://porvir.org/alfabetismo-digital-inaf/. Acesso em: maio de 2025.)
O letramento digital, em um mundo globalizado e conectado a todo momento, tornou-se habilidade essencial, ainda que não tenha se apresentado de forma democrática no Brasil. Considerando as necessidades da vida contemporânea, são consideradas saídas para solucionar essa problemática: