Questões de Concurso Público Prefeitura de Miracema - RJ 2024 para Auxiliar de Comunicação

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Q3476877 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
“O amor tornou-se um produto descartável.” (1º§) Tendo em vista tal afirmação que inicia o texto, podemos afirmar que são características específicas das relações amorosas e afetivas atualmente, EXCETO: 
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Q3476878 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa.” (2º§) É possível deduzir que a expressão “relações de bolso” se refere a relacionamentos:
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Q3476879 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
De acordo com o significado atribuído ao vocábulo em destaque no contexto, assinale a correspondência inadequada.
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Q3476880 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
A pontuação é um elemento essencial na escrita de um texto, pois desempenha um papel importante na clareza e na compreensão da mensagem que se quer transmitir. A pontuação é responsável por organizar as ideias em um texto, indicando pausas, separando termos e estabelecendo a estrutura do discurso. No excerto: São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. (2º§), as aspas têm como finalidade:
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Q3476881 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.” (2º§) Levando-se em consideração que antônimo é um substantivo masculino ou adjetivo que descreve uma palavra que tem um significado oposto em relação a outra palavra, assinale, a seguir, o sentido oposto das palavras anteriormente destacadas.
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Q3476882 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
A antítese é uma figura de linguagem que ocorre quando há a contraposição de palavras ou frases que expressem ideias opostas, mas não se excluem, e sim reforçam-se. Tendo em vista que ela costuma usar dualidades clássicas, assinale o trecho textual que denota tal expressividade. 
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Q3476883 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.” (2º§) A expressão “porém” pode ser substituída, sem alteração semântica, por:
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Q3476884 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos.” (1º§) Os termos “mas” e “e”, nesse fragmento, estabelecem relação lógico-semântica de, respectivamente:
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Q3476885 Português
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   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
Qual das passagens a seguir demonstra uma opinião do articulista em relação à temática mencionada e discorrida no texto?
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Q3476886 Português
Amores descartáveis


   O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação, pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
    As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
    Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
    Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.

(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.) 
Observe: “E, cada vez mais, as pessoas reclamam da solidão.” (4º§) Nas frases a seguir, as formas verbais destacadas estão flexionadas em tempos verbais diferentes da frase anterior, EXCETO:
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Q3735832 Português

Entre o amor e a espada


O amor quando se alberga

no peito do rico ou pobre

se torna logo um guerreio

com capacete de cobre

e só obedece a honra

porque a honra é mais nobre

Se o amor é soberano

a honra é sua coroa

portanto um amor sem honra

é como um barco sem proa

é como um rei destronado

no mundo vagando a toa.


(José Camelo de Neto Resende.)

O texto “Entre o amor e a espada” faz parte de uma manifestação da cultura popular brasileira, que teve origem no Nordeste conhecida como:
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Respostas
1: A
2: D
3: C
4: A
5: B
6: A
7: A
8: D
9: B
10: C
11: A