Ao chegar no local de um acidente, ou onde se encontra um
acidentado, deve-se assumir o controle da situação e proceder
a uma rápida e segura avaliação da ocorrência. Deve-se tentar
obter o máximo de informações possíveis sobre o ocorrido.
Dependendo das circunstâncias de cada acidente, é importante
também: evitar o pânico e procurar a colaboração de outras
pessoas, dando ordens breves, claras, objetivas e concisas; e
manter afastados os curiosos, para evitar confusão e para ter
espaço em que se possa trabalhar da melhor maneira possível.
Ser ágil e decidido, observando rapidamente se existem perigos
para o acidentado e para quem estiver prestando o socorro, é
fundamental. A proteção do acidentado deve ser feita com o
mesmo rigor da avaliação da ocorrência e do afastamento de
pessoas curiosas, ou que visivelmente tenham perdido o
autocontrole e possam prejudicar a prestação dos primeiros-socorros. A avaliação e exame do estado geral de um
acidentado de emergência clínica ou traumática é a segunda
etapa básica na prestação dos primeiros-socorros. Deve ser
realizada simultaneamente ou imediatamente à “avaliação do
acidente e proteção do acidentado”. O exame deve ser rápido e
sistemático; deve-se ter sempre uma ideia bem clara do que se
vai fazer, para não expor desnecessariamente o acidentado,
observando as seguintes prioridades:
I. Estado de consciência: avaliação de respostas lógicas (nome,
idade etc).
II. Respiração: movimentos torácicos e abdominais com entrada e saída de ar normalmente pelas narinas ou boca.
III. Hemorragia: avaliar a quantidade, o volume e a qualidade
do sangue que se perde; se é arterial ou venoso.
IV. Pupilas: verificar o estado de dilatação e simetria (igualdade
entre as pupilas).
V. Temperatura do corpo: observação e sensação de tato
na face e extremidades.
Está correto o que se afirma em