Questões de Concurso Público SEED-PR 2021 para Professor - Área de Conhecimento: História

Foram encontradas 40 questões

Q4376819 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando as ideias e informações trazidas ao texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4376820 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Em relação ao emprego das regras de concordância de acordo com a gramática oficial, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4376821 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando a realidade dos textos digitais e multimodais, de acordo com Roxane Rojo – mestre e doutora em Linguística Aplicada – a escola precisa “reestruturar seus processos de ensino-aprendizagem às novas configurações que se apresentam no mundo contemporâneo e globalizado e [...] tomar para si a tarefa de trabalhar com esses novos modos de ver/sentir/agir e de significar o mundo e a realidade social”. A afirmativa anterior, em relação ao tema explorado no texto em análise, pode ser vista como:
Alternativas
Q4376822 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
“O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta.” (3º§) A justificativa para o uso do acento grave indicador de crase no trecho destacado anteriormente é a mesma vista em:
Alternativas
Q4376823 Não definido
“Marcela, 9 anos, é aluna do Ensino Fundamental. Nas últimas semanas, chegou atrasada para as aulas, fisicamente machucada e abatida. Não se concentra e não quer falar sobre o assunto com a professora.” Considerando a situação hipotética, a quem a direção do estabelecimento de ensino deveria informar?
Alternativas
Q4376824 Não definido
“Rafael, 8 anos, foi constrangido várias vezes e publicamente, pela diretora do colégio onde estuda. Não quer mais voltar às aulas.” Considerando que o fato ocorrido constitui crime contra a criança, assinale a alternativa que apresenta a pena correspondente:
Alternativas
Q4376825 Não definido
“Em um ensino tradicional, baseado na transmissão de conteúdo, o estudante tem uma postura passiva diante dos processos de ensino e de aprendizagem, tendo a função de receber e absorver uma quantidade enorme de informações apresentadas pelo docente. Muitas vezes, não há espaço para o estudante se manifestar e se posicionar de forma crítica. Em oposição a isso, ao desenvolver práticas pedagógicas norteadas pela metodologia ativa, o estudante passa a assumir uma postura ativa, exercitando uma atitude crítica e construtiva, que fará dele um profissional melhor preparado.”

(Berbel, 2011; Souza; Iglesias; Pazin-Filho, 2014.)

Com base na citação e, ainda, considerando o desenvolvimento da autonomia e motivação dos alunos, pode-se inferir que o professor deve:

I. Usar linguagem formal.
II. Nutrir os recursos motivacionais internos.
III. Oferecer explicações racionais para o estudo de determinado conteúdo.
IV. Regulamentar o tempo e o ritmo de aprendizagem dos alunos.
V. Reconhecer e aceitar as expressões de sentimentos negativos dos alunos.

Estão corretas apenas as ações
Alternativas
Q4376826 Não definido
“O planejamento está previsto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei nº 9.394 de 1996), como sendo ‘responsabilidade da instituição de ensino, junto com seu corpo docente, que, por sua vez, tem como incumbência não só ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidas, mas também participar de forma integral dos períodos dedicados ao planejamento, além de participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino a qual ele pertença’.”

(BRASIL, 1996, P. 6.)

Acerca do exposto e, ainda, considerando dois importantes documentos de planejamento escolar: o Projeto Político- -Pedagógico (PPP) e a Proposta Pedagógica Curricular (PPC), analise as premissas que tratam da relação entre ambos.

I. O PPP norteia o trabalho educativo proposto pela instituição de ensino como um todo, trazendo, no seu marco operacional, a PPC que expressa a forma como as concepções assumidas coletivamente serão efetivadas na prática pedagógica.
II. A PPC expressa os fundamentos conceituais, metodológicos e avaliativos de cada componente curricular ou área do conhecimento, elencados na matriz curricular. O PPP estabelece diretrizes básicas de funcionamento e de organização da escola, sempre integradas às normas comuns da rede ou do sistema a que pertence e do sistema nacional.
III. A base para a elaboração da PPC é a matriz curricular, com sua parte de Base Nacional Comum e de Parte Diversificada e/ou Flexível. O PPP tem, em sua estrutura, os encaminhamentos metodológicos, os recursos didáticos, os instrumentos e os critérios de avaliação docentes.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4381114 Não definido

“Feixe de Vara” símbolo de união e resistência dos povos indígenas de Roraima é entregue à nova coordenação da COIAB


Um dos símbolos mais expressivos dos povos indígenas de Roraima, o feixe de vara, foi entregue à nova Coordenação da COIAB no encerramento da X Assembleia Ordinária, como um ato de fortalecimento e união dos povos indígenas da Amazônia Brasileira. A Assembleia foi realizada no período de 26 a 29 de agosto, na aldeia Umutina, no município de Barra do Bugres, em Mato Grosso (MT), reunindo mais de cem lideranças indígenas dos nove Estados que compõem a COIAB.


(Disponível em: http://www.hutukara.org/index.php/noticias/591 feixe-de-vara-simbolo-de-uniao-e-resistencia-dos-povos-indigena-de roraima-e-entregue-a-nova-coordenacao-da-coiab.)



Assinale, a seguir, o movimento representado pelo faixe de vara:

Alternativas
Q4381115 Não definido
Atualmente, o dragão chinês é respeitado e reconhecido internacionalmente; sempre que possível seu poderio militar, tecnológico e econômico é evidenciado. Mas, nem sempre foi assim; a China, ao longo de sua história, passou por períodos difíceis. Foi invadida diversas vezes em diferentes períodos tanto por países ocidentais (I Guerra do Ópio – 1840-1842 e II Guerra do Ópio – 1856-1860) quanto orientais, sendo derrotada pelo Japão (1894-1895). Em 1937-1954, a Guerra Sino-Japonesa foi um conflito que matou milhares de chineses e, mais uma vez, a China sofreu ocupação em seu território. Alguns fatos marcaram a história chinesa, mudando sua orientação e marcando radical mente a sua trajetória. Assinale a alternativa que externa corretamente esses fatores. 
Alternativas
Q4381116 Não definido
“A ascensão de Dom José I ao trono de Portugal, em 1750, e a nomeação de Sebastião José de Carvalho e Melo para a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra representaram uma mudança radical na forma de conceber o poder e o papel do Estado. Inspirado pelo pensamento Ilustrado, ambos defendiam um Estado laico, que deveria concentrar os seus esforços na modernização do país, no fortalecimento de sua presença na Metrópole e Colônia.”
(SOUZA JÚNIOR, José Alves de. 2012. p. 27.)

Assinale, a seguir, a afirmativa que melhor representa o pensamento de Sebastião José de Carvalho e Melo.
Alternativas
Q4381117 Não definido
“O antissemitismo europeu é um corolário da cristandade. Desde os primórdios da consolidação no Império Romano, os líderes cristãos fizeram pregação contra os judeus, utilizando acusações explícitas, emocionais e categóricas. As necessidades teológicas e psicológicas que impeliram os cristãos a se diferenciarem das bases da religião com a qual haviam rompido renasceram a cada geração, porque, ao rejeitarem a revelação de Jesus, os judeus, involuntariamente, desafiavam a certeza cristã nessa mesma revelação. Os judeus eram desobedientes religiosos em um mundo onde a religião e a ordem moral funcionavam contíguas e onde um desvio era considerado grave transgressão [...]. Os cristãos concebiam sua religião como substituta do judaísmo. Por esse motivo, os judeus, enquanto judeus, deveriam desaparecer da face da terra.”
(GOLDHAGEN, Daniel Jonah. Os Carrascos Voluntários de Hitler. O povo alemão e o Holocausto. São Paulo, Cia. das Letras, 1997. p. 60.)

São características da evolução do antissemitismo eliminacionista na Alemanha moderna, EXCETO:
Alternativas
Q4381118 Não definido

“Desde os primeiros contatos dos europeus com a Amazônia, ainda no século XVI, o extremo norte da América do Sul passou a constituir mais um dos mundos da maravilha, do exótico e do mistério do orbis alterius, do mundo diferente e estranho revelado pelas grandes navegações e pelos primeiros ensaios da conquista colonial e mercantilista do Novo Mundo. Para um já rico imaginário construído pelas mentalidades europeias em torno da África, do Oriente e das grandes jornadas oceânicas, os primeiros contatos europeus com a Amazônia também produziram a cadeia de mitos tão próprios das terras ignotas: as Amazonas e o El Dorado, por exemplo, emprestam uma imediata dimensão maravilhosa ao mundo tropical. A exemplo da geografia mágica dominante na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, o universo amazônico figurava na condição de espaço multidimensional, ao mesmo tempo imaginação e empiria.” 


(COELHO, G. M. O espelho da natureza; poder, escrita e imaginação na revelação do Brasil. Belém: Paka-Tatu, 2009. p. 81.)



São consideradas representações sobre o Brasil, EXCETO: 

Alternativas
Q4381119 Não definido
O Brasil de 1500 a 1822 é conhecido sob uma ótica vaga e particular, pois as representações deste período são feitas por cronistas, viajantes, religiosos e funcionários da Coroa Portuguesa; mas, afinal, o que foi esse Brasil? Assinale a afirmativa que exprime corretamente a concepção do país. 
Alternativas
Q4381120 Não definido

“Neste sentido, o ‘novo imperialismo’ foi o subproduto natural de uma economia internacional baseada na rivalidade entre várias economias industriais concorrentes, intensificada pela pressão econômica dos anos 1880.”


(HOBSBAWM, 1992. P. 101.)



O trecho anterior retrata um evento importante do século XX. NÃO há relação com tal evento: 

Alternativas
Q4381121 Não definido
“De fato, a história é testemunha de que várias tragédias ocasionadas pelos colonizadores aconteceram na vida dos povos originários dessas terras: escravidão, guerras, doenças, massacres, genocídios, etnocídios e outros males que, por pouco, não eliminaram por completo os seus habitantes. Não que esses povos não conhecessem guerra, doença e outros males. A diferença é que, nos anos da colonização portuguesa, eles faziam parte de um projeto ambicioso de dominação cultural, econômica, política e militar do mundo, ou seja, um projeto político dos europeus, que os povos indígenas não conheciam e não podiam adivinhar qual fosse. Eles não eram capazes de entender a lógica das disputas territoriais como parte de um projeto político civilizatório, de caráter mundial e centralizador, uma vez que só conheciam as experiências dos conflitos territoriais intertribais e interlocais.”
(LUCIANO, Gersem dos Santos. 2006. P. 17.)

Considerando o exposto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4381122 Não definido
Pensar a produção e a repercussão das leituras que a cultura e a mentalidade europeia produziram sobre aspectos específicos do Brasil, entre os séculos XVII e XIX, é um exercício complexo, porque tais representações são, em algumas medi das, divergentes, principalmente nas formas e conteúdos; só observamos dois expoentes deste período: Antônio Vieira e Alexandre Rodrigues Ferreira. Sobre as representações realizadas neste período, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4381123 Não definido

Apenas um rapaz latino-americano



Mas sei que tudo é proibido


Aliás, eu queria dizer


Que tudo é permitido até beijar você no escuro do cinema


Quando ninguém nos vê



Não me peça que eu lhe faça uma canção como se deve


Correta, branca, suave, muito limpa, muito leve


Sons, palavras, são navalhas


E eu não posso cantar como convém


Sem querer ferir ninguém



Mas não se preocupe meu amigo


Com os horrores que eu lhe digo


Isso é somente uma canção


A vida realmente é diferente


Quer dizer



Ao vivo é muito pior.


(Antônio Carlos Belchior. Alucinação, Rio de Janeiro, 1976. Fragmento.)



O trecho da música de Belchior retrata o sentimento de um jovem humilde, em um país latino, durante a Ditadura Civil Militar. Os seguintes fragmentos musicais expressam críticas, EXCETO em: 

Alternativas
Q4381124 Não definido

“Há uma grande diferença entre os milhões de povos nativos que habitavam as terras que hoje chamamos de Brasil desde milhares de anos antes da chegada dos portugueses e as poucas centenas de povos denominados indígenas que, atualmente, compõem os 0,4% da população brasileira, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2001). A diferença não é só de tempo nem de população, mas, principalmente, de cultura, de espírito e de visão do mundo sobre o passado, o presente e o futuro. Estimativas apontam que, no atual território brasileiro, habitavam pelo menos 5 milhões de pessoas, por ocasião da chegada de Pedro Álvares Cabral, no ano de 1500. Se hoje esse contingente populacional está reduzido a pouco mais de 700.000 pessoas, muitas coisas ruins as atingiram.”



(LUCIANO, Gersem dos Santos, 2006, P. 17.)



Considerando as informações anteriores, é possível ponderar que o Estado Nacional brasileiro em relação aos povos indígenas:  

Alternativas
Q4381125 Não definido

“O que está na base da História do nosso país, que continua a ser incapaz de acolher os seus habitantes originais – sempre recorrendo a práticas desumanas para promover mudanças em formas de vida que essas populações conseguiram manter por muito tempo, mesmo sob o ataque feroz das forças coloniais, que, até hoje, sobrevivem na mentalidade cotidiana de muitos brasileiros –, é a ideia de que os índios deveriam estar contribuindo para o sucesso de um projeto de exaustão da natureza.”



(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo. Editora: Companhia das Letras, 2019. P. 21.)




Sobre a ideia de “índios”, está em DESACORDO com os conceitos vigentes: 

Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: D
4: B
5: B
6: B
7: D
8: C
9: C
10: B
11: C
12: D
13: A
14: A
15: D
16: C
17: A
18: D
19: D
20: B