Questões de Concurso Público Prefeitura de Planaltina - GO 2026 para Fiscal de Tributos

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Q3827317 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827318 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em textos de divulgação científica, é comum que a linguagem priorize a apresentação objetiva de dados, conceitos e explicações, ainda que, em alguns momentos, recorra a termos expressivos para facilitar a aproximação com o leitor.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3827319 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3827320 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Com essa descoberta, já são várias as "quase-luas" conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis "luas-fantasma".
Os termos destacados constituem substantivos compostos e, considerando os processos envolvidos em sua concepção, são formados por: 
Alternativas
Q3827321 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias "muito semelhantes à da Terra".
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827322 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
E, caso se "aproximassem" mais, isso "ocorreria" de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q3827323 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, "viaja" em sintonia com a Terra há décadas.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q3827324 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
"A última observada tinha cerca de dez metros" e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
Alternativas
Q3827325 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

Lojista acalma cães durante bombardeio na Ucrânia

Enquanto os bombardeios da Rússia sobre a Ucrânia continuam, o dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros que ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.
"Não treme não, meu bichinho, vai passar", diz ele em um vídeo publicado nas redes sociais.
Oleksii transformou sua pequena loja em um refúgio para animais sem dono — em número maior a cada novo bombardeio ou tempestade de tiros que acontece na Ucrânia.
Segundo ele, comida e ração são doadas por alguns clientes e, neste inverno, ele já preparou um isolamento térmico nas casinhas dos animais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk5ndzynzo.adaptado.
Não treme não, "meu bichinho", vai passar.
Sintaticamente, é correto afirmar que a expressão destacada, nesta frase, trata-se de: 
Alternativas
Q3827326 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

Lojista acalma cães durante bombardeio na Ucrânia

Enquanto os bombardeios da Rússia sobre a Ucrânia continuam, o dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros que ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.
"Não treme não, meu bichinho, vai passar", diz ele em um vídeo publicado nas redes sociais.
Oleksii transformou sua pequena loja em um refúgio para animais sem dono — em número maior a cada novo bombardeio ou tempestade de tiros que acontece na Ucrânia.
Segundo ele, comida e ração são doadas por alguns clientes e, neste inverno, ele já preparou um isolamento térmico nas casinhas dos animais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk5ndzynzo.adaptado.
O dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros "que" ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.
Em relação à classe de palavras, o termo destacado na frase trata-se de: 
Alternativas
Q3827327 Noções de Informática
Um usuário deseja alterar a resolução da tela de seu computador com Windows para que os ícones e textos fiquem maiores. Qual o caminho correto para realizar essa alteração nas configurações do sistema? 
Alternativas
Q3827328 Noções de Informática
Julgue as seguintes afirmações como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( )O atalho de teclado Ctrl + S é utilizado para salvar o documento.
( )É possível inserir imagens, tabelas e gráficos em um documento do Word.
( )O formato de arquivo padrão do MS-Word é o .txt.
( )O cabeçalho e o rodapé são áreas do documento onde se pode inserir informações que se repetem em todas as páginas, como número de página e título do documento.
A sequência correta é:
Alternativas
Q3827329 Noções de Informática
Um usuário precisa criar uma pasta chamada "TRABALHOS" no disco C: e, em seguida, copiar um arquivo chamado "RELATORIO.TXT" da pasta "DOCUMENTOS" para a nova pasta. Quais comandos do MS-DOS ele deve utilizar, na sequência correta?
Alternativas
Q3827330 Noções de Informática
Julgue as seguintes afirmações como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( )Toda fórmula no Excel deve começar com o sinal de igual (=).
()É possível criar gráficos (de barras, pizza, linha, etc.) a partir dos dados de uma planilha.
( )O atalho Ctrl + C copia o conteúdo da célula selecionada, e o Ctrl + V cola o conteúdo na célula de destino.
( )Uma pasta de trabalho do Excel pode conter apenas uma planilha.
A sequência correta é:
Alternativas
Q3827331 Noções de Informática
Um profissional precisa criar uma apresentação para sua empresa e quer garantir que todos os slides tenham o mesmo logotipo no canto superior direito e a mesma formatação de título. Qual recurso do PowerPoint ele deve usar para fazer essa configuração uma única vez e aplicá-la a todos os slides automaticamente?
Alternativas
Q3827332 Sociologia
O estudo das desigualdades sociais envolve múltiplas dimensões, como renda, gênero, raça e acesso a direitos. Pesquisas empíricas indicam que essas dimensões não atuam de forma isolada, mas se combinam na experiência social dos indivíduos. Esse entendimento é fundamental para a formulação de políticas públicas mais eficazes. Analise as assertivas a seguir.
I.A interseccionalidade explica como diferentes formas de desigualdade se combinam socialmente.
II.A análise apenas econômica é suficiente para compreender desigualdades complexas. III.As políticas universais ignoram diferenças sociais específicas.
IV. A desigualdade social é um fenômeno exclusivamente individual.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3827333 Atualidades
O conceito de segurança ampliou-se nas últimas décadas, incorporando dimensões além da militar. Segurança humana, alimentar e cibernética são exemplos dessa ampliação. Esse enfoque influencia políticas públicas e cooperação internacional. Sobre esse tema é correto afirmar que:
Alternativas
Q3827334 Meio Ambiente
O conceito de desenvolvimento sustentável busca conciliar crescimento econômico, justiça social e preservação ambiental. Esse entendimento orienta políticas públicas e acordos internacionais, e a integração dessas dimensões é um desafio permanente. Sobre esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3827335 Direito Digital
A governança da tecnologia envolve aspectos éticos, políticos e regulatórios. O uso de dados pessoais por plataformas digitais tem gerado debates sobre privacidade e poder econômico. Esses debates influenciam legislações nacionais e acordos internacionais. Analise as assertivas a seguir.
I.A proteção de dados pessoais é um tema central da governança tecnológica.
II.A autorregulação das empresas elimina a necessidade de leis específicas.
III.A tecnologia pode ampliar assimetrias de poder econômico.
IV.A governança tecnológica é irrelevante para a democracia.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3827336 Geografia
A produção e o consumo de energia estão diretamente relacionados ao desenvolvimento econômico. Contudo, também geram externalidades ambientais e sociais. Políticas energéticas buscam equilibrar crescimento e preservação. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
( )O consumo energético tende a crescer com o desenvolvimento econômico.
( )Externalidades ambientais são inexistentes no setor energético.
( )Políticas energéticas podem influenciar padrões de consumo.
( )O setor energético é independente de decisões políticas.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: B
4: B
5: C
6: B
7: A
8: D
9: B
10: C
11: C
12: D
13: A
14: D
15: C
16: D
17: A
18: C
19: C
20: D