Questões de Concurso Público Prefeitura de Estrela Dalva - MG 2025 para Vigilante

Foram encontradas 40 questões

Q3630310 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Em alguns casos, "agravam" os sintomas.
De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, nesta frase, o verbo destacado comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3630311 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que "ajudem" na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no
Alternativas
Q3630312 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético "que se prolonga após a recuperação".
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3630313 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
 A fadiga intensa relatada pela paciente e outros sintomas descritos no texto levaram pesquisadores a estudarem formas mais eficazes de identificar e tratar a covid longa e outras síndromes semelhantes.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3630314 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica "que" esse quadro está ligado a distúrbios do sono.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
Alternativas
Q3630315 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
A médica britânica Rosalind Adam iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3630316 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Além disso, infecções virais induzem reações "autoimunes", fazendo com que o sistema "imunológico" ataque nervos e músculos.
Os vocábulos destacados são formados pelos processos de formação de palavras denominados, respectivamente,
Alternativas
Q3630317 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q3630318 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3630319 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
A covid longa, "caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus", abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3630320 Matemática
Em uma planta de loteamento, o engenheiro precisa indicar o local exato onde será instalado um poste de iluminação no ponto médio do trecho que conecta dois marcos topográficos: A(4, 2) e B(8, 6), em metros. Quais são as coordenadas do ponto médio (M) do segmento AB?
Alternativas
Q3630321 Raciocínio Lógico

Durante uma reunião da empresa em que Letícia trabalha, foi discutida a seguinte regra:


 P: "O colaborador entregou o relatório no prazo."

 Q: "O relatório será aceito pelo diretor."


A partir dessas proposições, Letícia concluiu que ~P v Q. Porém, de acordo com a tabela verdade dessa operação lógica, existe uma situação na qual a conclusão de Letícia é falsa.


Imagem associada para resolução da questão




Quando a conclusão de Letícia será falsa? 


Alternativas
Q3630322 Raciocínio Lógico
A professora Juliana vai escolher dois alunos para levar uma maquete da sala de aula até o pátio da escola, onde está acontecendo uma mostra cultural, mas cinco estudantes querem participar do deslocamento. Escolhendo dois alunos aleatoriamente, de quantas maneiras diferentes ela pode formar essa dupla?
Alternativas
Q3630323 Matemática
Gustavo comprou um aquário em forma de paralelepípedo que tem 50 cm de comprimento, 30 cm de largura e 40 cm de altura. Quantos litros de água Gustavo vai usar para encher completamente esse aquário?
Alternativas
Q3630324 Raciocínio Lógico
Nanda está participando de uma gincana escolar e precisa decifrar o último símbolo das caixas abaixo para ganhar uma pontuação.


Imagem associada para resolução da questão


Identifique a regra da sequência e indique a alternativa que diz qual é a letra da última caixa.
Alternativas
Q3630325 Matemática
Durante uma feira de ciência, um estande de robótica cobra uma taxa fixa de R$ 5,00 para que os visitantes utilizem os óculos de realidade virtual. Além disso, cada simulação de voo de drone realizada custa R$ 2,00.
Se um visitante gastou R$ 21,00 nesse estande, quantas simulações de voo ele realizou?
Alternativas
Q3630326 Matemática
Um agricultor deseja cercar um terreno retangular cuja área é dada por A(x) = - x² + 20x, sendo x a sua largura em metros. Considerando a largura máxima, qual é a área (A) desse terreno?
Alternativas
Q3630327 Matemática
João trabalha em uma pequena empresa e, ao ser contratado, recebeu um salário de R$ 1.200,00 no primeiro mês. A empresa possui uma política de valorização mensal, aumentando o salário de seus funcionários em R$ 50,00 a cada mês. Considerando essa política, qual será o salário de João no sétimo mês de trabalho?
Alternativas
Q3630328 Matemática
Uma fábrica de parafusos produz 200.000 peças em 5 dias usando 10 máquinas. Se forem usadas 20 máquinas, em quantos dias serão produzidos 560.000 parafusos?
Alternativas
Q3630329 Matemática
Um homem observa o topo de um prédio com ângulo de 30°, estando a 10 m de distância da base.


Imagem associada para resolução da questão

Se o homem tem 1,85 m de altura, qual é a altura do prédio? (considere tg30° = 0,58)
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: B
4: A
5: C
6: C
7: C
8: D
9: B
10: D
11: B
12: A
13: A
14: C
15: C
16: D
17: C
18: A
19: A
20: C