Questões de Concurso Público INEP 2025 para Filosofia
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Para que essa proposta promova o letramento científico, o professor deve
Participação feminina em cada área do conhecimento para publicações com autores no Brasil no período 2018 a 2022. Disponível em: www.static.poder360.com.br. Acesso em: 29 jul. 2025 (adaptado).
Os dados do gráfico seguem a classificação de áreas de pesquisa das revistas científicas em que as publicações foram editadas e revelam marcante presença feminina em áreas como Enfermagem (80%) e Psicologia (61%), mas baixos índices em Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%).
A partir desse material, a proposta pedagógica que representa uma ação do professor para estimular a equidade de gênero nas áreas do conhecimento é
NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do Baobá II. Fortaleza: Editora UFC, 2017 (adaptado).
Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a
Ser dialógico, para o humanismo verdadeiro, não é dizer-se descomprometidamente dialógico; é vivenciar o diálogo. Ser dialógico é não invadir, é não manipular, é não sloganizar. Ser dialógico é empenhar-se na transformação constante da realidade. Esta é a razão pela qual, sendo o diálogo o conteúdo da forma de ser própria à existência humana, está excluído de toda relação na qual alguns homens sejam transformados em “seres para outro” por homens que são falsos “seres para si”. O que se pretende com o diálogo, em qualquer hipótese (seja em torno de um conhecimento científico e técnico, seja de um conhecimento “ex-periencial”), é a problematização do próprio conhecimento em sua indiscutível reação com a realidade concreta na qual se gera e sobre a qual incide, para melhor compreendê-la, explicá-la, transformá-la.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? São Paulo: Paz e Terra, 2006.
TEXTO 2
Fato ou fake: como os criadores de fake news tentam enganar você?
Segundo os especialistas, as mensagens falsas são feitas para chamar a atenção das pessoas. Por isso, é comum que elas tenham teorias da conspiração, informações bombásticas (e improváveis) e muitos emojis e exclamações. “Estudos de como as coisas viralizam na internet são enfáticos ao falar que uma desinformação ou qualquer conteúdo que crie comoção ou uma reação emotiva tende a viralizar. Quando essa comoção é de medo, de angústia, de raiva, tende a viralizar com mais sucesso comparada com uma emoção positiva”, diz um professor da Universidade da Virgínia e pesquisador de Harvard, nos Estados Unidos.
VELASCO, C.; ROCHA, G.; DOMINGOS, R. Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 28 maio 2025 (adaptado).
Ao promover um debate entre os estudantes sobre o uso abusivo de redes sociais digitais, um professor orienta que eles discutam sobre as consequências dessa dependência tecnológica e sistematizem os resultados desse debate na produção coletiva de um texto. Esse procedimento está em conformidade com as perspectivas de Paulo Freire, pois
GALLO, S.; ASPIS, R. L. Ensino de filosofia e cidadania nas “sociedades de controle”: resistência e linhas de fuga. Pró-posições, n. 1, jan.-abr. 2010.
Com base no texto, uma intervenção pedagógica no contexto de sala de aula, como forma de resistência à sociedade de controle, deve estimular o(a)
Caracteriza-se como conclusão compatível com a análise crítica desenvolvida pelos estudantes, promovendo também sua autonomia intelectual, a
Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como
Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009 (adaptado).
Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual
Uma professora, ao realizar uma avaliação, cita a seguinte passagem do livro Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento de ser, de Sueli Carneiro: “Os teóricos políticos são majoritariamente brancos que não veem que seu privilégio racial é político e, portanto, uma forma de dominação”. Espera-se, portanto, que a atividade avaliativa promova o(a)
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.
Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.
Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que

SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar. 2025 (adaptado).
A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?