Questões de Concurso Público INEP 2024 para História
Foram encontradas 5 questões
GOMES, N. L. Educação cidadã, etnia e raça. In: CAVALLEIRO, E. Racismo e anti-racismo na educação. São Paulo: Selo Negro, 2001. p. 95 (adaptado).
Uma professora quer realizar um debate com seus estudantes do Ensino Fundamental para discutir as contribuições dos povos africanos na formação do Brasil, em conformidade com a Lei n. 10.639/2003.
Com base no texto e na situação apresentada, é correto afirmar que a professora deveria incluir em seu planejamento escolar estudos sobre
Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf. Acesso em: 1 jun. 2024.
Em uma escola de Ensino Médio, foi implementado um projeto interdisciplinar sobre gênero e sexualidade, e o infográfico acima foi um dos recursos utilizados pelos professores das áreas de Ciências Exatas, Naturais e Humanas. Os docentes decidiram analisar, com os estudantes, os indicadores de violência contra a mulher e os dados relacionados ao perfil das vítimas de feminicídio e de seus agressores.
Com base nessa situação e nos dados sobre feminicídio apresentados no infográfico, é correto afirmar que, ao final do projeto, os estudantes deverão concluir que
Nessa situação, o professor poderá responder adequadamente ao questionamento por meio de uma intervenção pedagógica que
Omama deu-nos a vida muito antes de criar os brancos, e era também ele que, antes deles, possuía o metal. As primeiras peças de ferro utilizadas por nossos ancestrais foram as que Omama deixou para trás na floresta, quando fugiu para longe. Eles não tinham machados e facões de verdade, como hoje. Amarravam pedaços de ferro usados num cabo para fazer machadinhas. Essas ferramentas eram muito poucas nas casas dos antigos. Só alguns homens mais velhos as possuíam e as deixavam bem guardadas. Trabalhavam com esses pedaços de ferro que chamavam de ferramentas de Omama, porque eram muito resistentes. Naquele tempo era assim. Os objetos dos brancos ainda não estavam por toda parte como agora! Por isso penso hoje na dificuldade do trabalho de nossos maiores e isso me leva a não querer ter muitas mercadorias.
KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu: a palavra de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 222 (adaptado).
TEXTO 2
Como justificar que somos uma humanidade se mais de 70% estão alienados do mínimo exercício de ser? A modernização jogou essa gente do campo e da floresta para viver em favelas e em periferias, para virar mão de obra em centros urbanos. Essas pessoas foram arrancadas de seus coletivos, de seus lugares de origem, e jogadas nesse liquidificador chamado humanidade. Se as pessoas não tiverem vínculos profundos com sua memória ancestral, com as referências que dão sustentação a uma identidade, vão ficar loucos neste mundo maluco que compartilhamos.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
Nesse contexto, para levar os estudantes a refletir sobre as produções e confrontações de saberes em diferentes sociedades, a partir da discussão dos Textos 1 e 2 em sala de aula, um professor do Ensino Médio pode destacar que
O que é K-Pop: a história do gênero que mudou a indústria da música. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/entretenimento/k-pop/noticia/2022/11/o-que-e-k-pop-ahistoria-do-genero-que-mudou-a-industria-da-musica.ghtml. Acesso em: 15 maio 2024 (adaptado).
Em uma aula destinada a uma turma do Ensino Médio, para expandir e diversificar a compreensão dos estudantes sobre fenômenos relacionados à internacionalização da cultura de massa, a partir da experiência coreana mencionada no texto, é recomendável que a professora