Questões de Concurso Público Prefeitura de Exu - PE 2026 para Dentista
Foram encontradas 10 questões
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Ao contrário do que sugere a hipótese dos 90 graus, o autor atribui __________ leve contração da panturrilha papel decisivo: ela impede a queda para __________ frente e mantém os receptores sensíveis __________ cada pequena alteração de posição, informação que chega __________ medula espinhal por realimentação sensório-motora.
Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte
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A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
I. A vírgula que separa as duas orações poderia ser substituída por dois-pontos, sem prejuízo gramatical e com explicitação da relação de sentido já existente entre elas. PORQUE
II. A segunda oração, justaposta à primeira, especifica o que de fato ocorre em lugar da hipótese negada, conteúdo de esclarecimento que os dois-pontos são aptos a introduzir.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
I. O texto contrapõe a percepção cotidiana de que ficar em pé é tarefa automática à constatação de que a explicação científica desse ato é complexa, e o advérbio "talvez" atenua o caráter paradoxal atribuído a esse contraste.
II. O texto sustenta que a rigidez passiva de músculos e tendões é, em regra, suficiente para garantir o equilíbrio, desde que o sujeito esteja sobre uma superfície plana, rígida e imóvel.
III. A postura a 90 graus é apresentada como aparentemente vantajosa do ponto de vista energético, mas o autor indica que a posição inclinada favorece a sinalização sensorial de pequenas alterações de posição.
IV. A inclinação do corpo para a frente é descrita como uma falha do controle postural, tolerada pelo organismo porque reduz o gasto energético em relação à posição a 90 graus.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Coluna 1: 1. Futuro do pretérito que expressa fato hipotético, dependente de condição expressa no mesmo período.
2. Futuro do pretérito que atenua uma afirmação, apresentando-a como possibilidade não confirmada pelos fatos.
3. Pretérito imperfeito do subjuntivo que integra oração de valor condicional.
4. Presente do subjuntivo exigido pelo sentido do verbo da oração principal.
Coluna 2: (__) "poderia", em "poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus".
(__) "caia", em "para evitar que o sujeito caia para a frente".
(__) "ocorreria", em "algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus".
(__) "ficasse", em "caso o sujeito ficasse a 90 graus".
Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA, de cima para baixo.
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Considerando esse critério, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte
servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por
trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das
pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não
requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por
outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano
se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que
merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e
tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é,
em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário
haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em
pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que,
do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o
corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que
ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia,
teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos
localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve
contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a
frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores
sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha
em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento
do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa
sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle
da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula
espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A
complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São
Paulo, 14 set. 2026. Disponível em:
https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficar-parado-em-pe/.
Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
(__) Em "demais regiões do corpo", "demais" é pronome indefinido equivalente a "outras", e não advérbio de intensidade, como ocorre em "cansado demais".
(__) Em "Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer", o demonstrativo "Esta" retoma a hipótese de o corpo ficar a 90 graus, mencionada no início do parágrafo.
(__) Em "Uma razão que explica isto", o demonstrativo "isto" retoma a hipótese de o corpo ficar a 90 graus, apresentada no parágrafo anterior como aparentemente ideal. (__) Em "Mas não é isso o que ocorre", o pronome "isso" retoma a hipótese de o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta.
(__) Em "algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus", o indefinido "algo" resume o conteúdo da oração anterior, e não retoma um substantivo específico.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: