Questões de Concurso Público Prefeitura de Ipu - CE 2026 para Professor de Português

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Q4146660 Matemática
Em um cenário de constante busca por eficiência e velocidade, os veículos elétricos têm quebrado recordes. Um carro elétrico, por exemplo, atingiu a impressionante marca de aproximadamente 500 km/h em testes recentes. Em contraste, os trens de levitação magnética (Maglev) continuam a ser uma promessa para o transporte de alta velocidade, com protótipos chineses alcançando 700 km/h em experimentos. Se um trem Maglev e um carro elétrico percorressem uma distância de 350 km, ambos mantendo suas velocidades máximas registradas, a diferença de tempo, em minutos, entre a chegada do trem e a chegada do carro seria de aproximadamente:
Alternativas
Q4146662 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes premissas verdadeiras:

P1 : Alguns consumidores compram produtos sustentáveis.
P2 : Todos os produtos sustentáveis possuem certificação ambiental.

A partir dessas premissas, é correto concluir logicamente que:
Alternativas
Q4148757 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A organização argumentativa do primeiro parágrafo evidencia uma mudança paradigmática no ensino de Língua Portuguesa proposta pela Base Nacional Comum Curricular. Considerando os sentidos construídos no texto, assinale a alternativa que apresenta interpretação compatível com a perspectiva defendida pelo autor. 
Alternativas
Q4148758 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
No segundo parágrafo, a referência aos multiletramentos e aos campos de atuação social contribui para a construção de uma concepção contemporânea de ensino. Com base na articulação das ideias apresentadas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148759 Português
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
Ao discutir a produção textual no ambiente escolar, o autor problematiza práticas pedagógicas tradicionalmente associadas ao ensino da redação. Nesse contexto, assinale a alternativa que traduz adequadamente a perspectiva defendida pelo texto. 
Alternativas
Q4148760 Linguística
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
O terceiro parágrafo estabelece distinção conceitual entre gêneros textuais e tipos textuais no contexto da produção escrita escolar. Considerando os pressupostos teóricos mobilizados pelo autor, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q4148761 Português
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A abordagem da leitura desenvolvida no quarto parágrafo pressupõe uma concepção interativa da construção de sentidos. Considerando os mecanismos de compreensão textual mencionados pelo autor, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4148762 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
No quinto parágrafo, o autor apresenta procedimentos pedagógicos relacionados ao desenvolvimento da compreensão textual. A partir das estratégias mencionadas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148763 Português
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A construção argumentativa do texto estabelece relação entre leitura crítica e formação cidadã. Considerando a progressão temática desenvolvida ao longo dos parágrafos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148764 Português
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A organização composicional do texto evidencia progressão temática articulada por encadeamento argumentativo e ampliação conceitual. Com base na estrutura global do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148765 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
O tratamento dado aos gêneros textuais no terceiro parágrafo revela uma concepção discursiva da linguagem alinhada às orientações da BNCC. Considerando os efeitos pedagógicos dessa abordagem, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148766 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A reflexão desenvolvida pelo autor acerca das práticas de leitura e escrita pressupõe transformação metodológica no papel do professor de Língua Portuguesa. Considerando os sentidos produzidos no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148767 Pedagogia
Em uma aula de Língua Portuguesa do Ensino Médio, ao analisar letras de canções regionais brasileiras, um docente propõe a reflexão sobre o conceito de adequação linguística em diferentes práticas sociais de comunicação. Considerando os pressupostos da sociolinguística no ensino de língua materna, assinale a alternativa que apresenta encaminhamento metodológico compatível com o desenvolvimento da competência comunicativa dos estudantes. 
Alternativas
Q4148768 Português
Durante a leitura de um texto literário do século XIX, estudantes do Ensino Médio questionam determinadas construções linguísticas e formas de tratamento distintas das empregadas na contemporaneidade. Considerando o trabalho com variação diacrônica no ensino de língua materna, assinale a alternativa que apresenta abordagem pedagógica coerente com os estudos linguísticos atuais.
Alternativas
Q4148769 Português
Ao trabalhar com simulações de entrevistas de emprego e diálogos cotidianos entre estudantes, um professor de Língua Portuguesa busca desenvolver competências relacionadas à variação situacional da linguagem. Considerando os objetivos pedagógicos dessa proposta, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148770 Português
Em uma discussão sobre preconceito linguístico no Ensino Médio, o professor analisa situações em que variantes regionais e sociais são associadas a avaliações negativas em determinados espaços institucionais. Considerando as relações entre variação linguística e ensino, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4148771 Português
Um projeto interdisciplinar desenvolvido no Ensino Médio propõe a elaboração de um glossário envolvendo gírias juvenis, terminologias profissionais e expressões recorrentes em diferentes grupos sociais. Considerando os princípios da sociolinguística aplicados ao ensino de língua materna, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: C
24: B
25: A
26: D
27: B
28: C
29: A
30: D
31: D
32: A
33: B
34: A
35: C
36: B
37: A
38: D
39: B
40: A