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Questões de Concurso Público UNILAB 2026 para Analista de Tecnologia da Informação - Arquitetura e Desenvolvimento de Sistemas Back-End

Questões Discursivas

Foram encontradas 12 questões

Q4215913 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
Considerando a organização global do texto e o encadeamento de suas macroideias, observa-se que a progressão temática se estrutura prioritariamente por meio de:
Alternativas
Q4215914 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
À luz das categorias de gênero discursivo e de tipo textual, o texto caracteriza-se como:
Alternativas
Q4215915 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
A expressão “adaptação do humano à lógica da máquina”, ao deslocar propriedades de um domínio conceitual para outro, configura:
Alternativas
Q4215916 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
No segmento em que se afirma que o cérebro humano “tem funcionado” como sistema orgânico, a forma verbal composta exprime:
Alternativas
Q4215917 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
Na construção “pode levar à substituição do pensamento reflexivo”, a seleção da preposição que antecede o substantivo decorre da:
Alternativas
Q4215918 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
No último parágrafo, ao se afirmar que a Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, o termo “instrumento” assume valor:
Alternativas
Q4215919 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
Considerando os níveis de linguagem e os usos sociais da língua no texto, a construção linguística adotada caracteriza-se por:
Alternativas
Q4215920 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
No trecho: “Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo”, o mecanismo de coesão responsável pela retomada conceitual do argumento anterior ocorre por meio de:
Alternativas
Q4215921 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
Considerando o texto-base e os efeitos de sentido produzidos pela organização discursiva, pelas escolhas lexicais e pela orientação comunicativa predominante, assinale a alternativa correta quanto às funções da linguagem nele mobilizadas.
Alternativas
Q4215922 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
A forma verbal “implicaria”, empregada no texto, resulta de processo morfológico de:
Alternativas
Q4215923 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
No período: “A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas”, observa-se:
Alternativas
Q4215924 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
Ao afirmar que o riscomaior reside na adaptação do humano à lógica da máquina, o texto constrói implicitamente:
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: C
4: D
5: B
6: C
7: B
8: B
9: C
10: A
11: D
12: A