Questões de Concurso Público Prefeitura de Macaíba - RN 2024 para Guarda Civil Municipal (Masculino e Feminino)

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Q3351835 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Em "A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos − quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região ", segmento em o destaque, em relação ao que se enuncia anteriormente, apresenta valor semântico de
Alternativas
Q3351836 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Quanto às informações apresentadas no texto em questão, infere-se que 
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Q3351837 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Considerando os excertos a seguir, é correto atestar que aquele composto na voz ativa é: 
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Q3351838 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Ignorando as alterações de sentido, o período "No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção" poderia ser alterado, de acordo com a norma culta, para
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Q3351839 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

De acordo com a norma culta, o trecho "E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?" poderia ser alterado para: 
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Q3351840 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Dentre as siglas apresentadas a seguir, assinale aquela grafada corretamente, tal qual ocorre em "Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso".
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Q3351841 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

O segmento evidenciado em "O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras" pode ser alterado, segundo a norma culta e independentemente da mudança de sentido, para
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Q3351842 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Considerando-se o excerto "No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, 'historical reference level' (HRL), sem efeitos econômicos", pode-se afirmar que o número de palavras que, isoladamente, desempenham papel adjetivo corresponde a
Alternativas
Q3351843 Português

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Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

No termo destacado em "A Amazônia [...] é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo", o elemento "eco" apresenta sentido em sua origem. Considerando-se o exposto, dentre os termos elencados a seguir, aquele cujo elemento "eco" apresenta esse mesmo sentido é:
Alternativas
Q3351844 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

O valor semântico apresentado pelo segmento ressaltado em "A plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo" é de
Alternativas
Q3351845 Matemática
Ao fatorar completamente o polinômio f(x) = x3 - 7x2 + 14x - 8, tem-se f(x) igual a 
Alternativas
Q3351846 Matemática
Considerando os números complexos z1 = 3 + 2i e z2 = 4 - 3i, é correto afirmar que a parte real e a parte imaginária de z3 = (z1 + z2)/(z1 - z2) são, respectivamente,
Alternativas
Q3351847 Matemática
O máximo divisor comum (MDC) dos polinômios f(x) = x3 - 7x + 6 e g(x) = x2 - 1 é
Alternativas
Q3351848 Matemática
Em um mapa com escala de 1:5.000, duas cidades estão conectadas por uma estrada reta cuja representação tem 8 centímetros. Recentemente, uma torre de transmissão foi construída entre as duas cidades, de modo que, no mapa, sua distância a uma das cidades é de 3 centímetros e à outra é de 5 centímetros. Diante disso, pode-se afirmar que, em relação à cidade mais próxima, a torre está localizada a
Alternativas
Q3351849 Matemática
Considerando os números complexos z1 = 2 + 2i e z2 = -1 - i, pode-se atestar que o produto de z1 e z2 é
Alternativas
Q3351850 Matemática
A amplitude e o período, em radianos, da função trigonométrica f(x) = 3sen(2x - π/3) + 1 são, respectivamente, 
Alternativas
Q3351851 Raciocínio Lógico
Um grupo de 8 crianças está participando de um jogo onde elas podem escolher um entre dois tipos de presentes: um livro ou um brinquedo. Se cada presente for escolhido independentemente, calcule de quantas maneiras distintas pode-se ter exatamente 5 crianças escolhendo livros e 3 escolhendo brinquedos.
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Q3351852 Matemática
Determine o vértice da parábola definida pela função quadrática ( g(x) = x2 - 4x + 4 ).
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Q3351853 Matemática
Ao determinar a representação gráfica da função f(x) = log2(x+3), pode-se afirmar que, diante de seu comportamento e de suas características, a assíntota pode ser descrita como
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Q3351854 Raciocínio Lógico
Para a realização de uma sessão de brainstorm, dez pessoas se reuniram em uma sala especial que continha apenas quatro cadeiras. Diante de tal, pode-se atestar que o número de combinações possíveis para alocar tais pessoas nas cadeiras disponíveis, considerando que a ordem em que eles se sentam não importa, é de
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Respostas
1: E
2: E
3: D
4: E
5: E
6: D
7: A
8: A
9: D
10: C
11: C
12: C
13: A
14: A
15: B
16: B
17: E
18: D
19: B
20: B