Questões de Concurso Público Prefeitura de Tremembé - SP 2025 para Merendeiro

Foram encontradas 10 questões

Q3901147 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão 


Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911


O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.


Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.


O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.


A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".


Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".


A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.


Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa

A narrativa mostra que a "Mona Lisa", inicialmente uma pintura pouco famosa, ganhou notoriedade mundial após o roubo. Esse fato permite uma reflexão sobre a relação entre arte e mídia.

Com base nessa perspectiva, qual é o principal efeito simbólico do roubo mencionado no texto?
Alternativas
Q3901148 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão 


Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911


O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.


Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.


O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.


A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".


Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".


A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.


Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa

Ao longo do texto, percebe-se que Vincenzo Peruggia tentou justificar seu crime com um argumento de cunho nacionalista. No entanto, a própria narrativa apresenta elementos que enfraquecem essa justificativa.


Qual aspecto do texto demonstra a contradição na alegação de Peruggia?

Alternativas
Q3901149 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão 


Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911


O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.


Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.


O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.


A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".


Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".


A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.


Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa

A sequência dos fatos narrados — o roubo, a demora na descoberta, a caçada e a recuperação da pintura — constrói um enredo de tensão e ironia histórica.
Considerando a estrutura narrativa do texto, qual é o efeito produzido pela revelação final sobre o paradeiro da obra?
Alternativas
Q3901150 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão 


Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911


O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.


Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.


O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.


A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".


Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".


A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.


Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa

Em meio à busca pela "Mona Lisa", o texto cita inesperada participação de Pablo Picasso. Essa passagem ilustra uma faceta curiosa da investigação e da vida cultural parisiense.

Nesse contexto, qual é o papel do episódio envolvendo Picasso na narrativa?
Alternativas
Q3901151 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão 


Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911


O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.


Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.


O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.


A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".


Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".


A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.


Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa

O texto descreve o roubo da "Mona Lisa" em 1911, destacando o contexto e as circunstâncias que o tornaram possível. Considerando as informações apresentadas, o episódio evidencia falhas institucionais e culturais da época.
Dessa forma, o que o texto sugere sobre a segurança e o controle do Louvre naquele período?
Alternativas
Q3901152 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, firmado entre os países lusófonos, trouxe alterações significativas na grafia de diversas palavras, com o objetivo de uniformizar o idioma e simplificar o sistema ortográfico. As mudanças afetaram o uso do hífen, dos acentos gráficos, do trema e do próprio alfabeto.

Com base nas novas normas ortográficas estabelecidas pelo acordo, assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as regras vigentes da ortografia atual.
Alternativas
Q3901153 Português
A pontuação é um dos aspectos mais complexos da escrita formal, pois exige não apenas o conhecimento das regras gramaticais, mas também a compreensão da estrutura sintática e da intencionalidade discursiva. O emprego da vírgula, do ponto e vírgula e do travessão, por exemplo, pode alterar significativamente o sentido de um enunciado.

Com base nas regras normativas de uso dos sinais de pontuação, assinale a alternativa em que a pontuação está inteiramente correta.
Alternativas
Q3901154 Português
A acentuação gráfica das palavras oxítonas obedece a critérios fonológicos e morfológicos bem definidos pela ortografia oficial. Analise as afirmativas a seguir, levando em conta as regras que determinam o uso do acento gráfico em oxítonas:
I.As palavras oxítonas terminadas em -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s, são acentuadas, como em sofá, você e avó.
II.São acentuadas as oxítonas terminadas em ditongo nasal -em ou -ens, como ninguém, também e armazéns.
III.Recebem acento gráfico as oxítonas terminadas em ditongo aberto -éu, -éi ou -ói, seguidas ou não de -s, como herói, anéis e céu.
IV.Palavras como heroico e assembleia mantêm o acento gráfico no ditongo aberto, uma vez que seguem a mesma regra de acentuação das oxítonas terminadas em -éi e -ói.
V.Oxítonas terminadas em -i ou -is, como tatuí e juris, são sempre acentuadas por apresentarem tonicidade na última sílaba.

Com base nas regras de acentuação das oxítonas, assinale a alternativa em que estão todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3901155 Português
O estudo dos sinônimos exige mais do que a simples substituição de palavras — ele envolve o reconhecimento de equivalências semânticas, variações de registro e efeitos de sentido decorrentes do contexto. Analise as afirmativas abaixo sobre os sinônimos e suas relações com os antônimos e escolha a alternativa correta:
I.Os sinônimos perfeitos são aqueles que mantêm exatamente o mesmo sentido em qualquer contexto, como alfabeto e abecedário, independentemente da situação comunicativa.
II.Os sinônimos imperfeitos apresentam sentidos apenas aproximados, e a substituição entre eles pode alterar nuances semânticas, como ocorre entre apagar e extinguir.
III.A relação de sinonímia depende do contexto, pois uma palavra pode ser sinônima de outra em determinado uso e deixar de sê-lo em outro, segundo estudiosos da semântica lexical.
IV.É incorreto afirmar que intenção, propósito e intuito são sinônimos perfeitos, uma vez que cada termo apresenta variações de uso e registro que os diferenciam.
V.Os sinônimos e os antônimos se relacionam da mesma maneira semântica, já que ambos expressam equivalência de sentido em campos opostos de significação.

Com base na análise das afirmativas, assinale a alternativa que indica as proposições inteiramente corretas.
Alternativas
Q3901156 Português
O estudo da homonímia e da paronímia é fundamental para o domínio da norma culta e para a precisão semântica. Essas relações lexicais envolvem semelhanças na forma ou no som, mas divergência de sentido, o que exige atenção especial em contextos formais e acadêmicos. Analise as sentenças a seguir, identifique as palavras destacadas e relacione-as corretamente com a classificação a que pertencem.
COLUNA 01 − FRASES CONTEXTUALIZADAS
(__)Ele pode colher bons frutos de seu esforço, assim como guarda uma bela colher de recordações.
(__)O mecânico precisou consertar o motor do carro antes de concertar o cronograma com o cliente.
(__)Ela precisa acordar cedo todos os dias, mas eu não cedo a noite de sono.
(__)O juiz decidiu absolver o réu por falta de provas, mas o advogado ainda precisa absorver o resultado.

COLUNA 02 − CLASSIFICAÇÃO DAS PALAVRAS
I.Homônimos homógrafos — mesma grafia, pronúncia diferente e significados distintos.
II.Homônimos homófonos — mesma pronúncia, grafia diferente e significados distintos.
III.Homônimos perfeitos — mesma grafia e mesma pronúncia, mas sentidos distintos.
IV.Parônimos — palavras de grafia e pronúncia semelhantes, porém de significados diferentes.

Correlacione corretamente as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: C
4: B
5: D
6: B
7: C
8: A
9: C
10: C