Questões de Concurso Público PPSA 2025 para Analista de Gestão Corporativa - Finanças

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Q3821578 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

A solução "está" em uma abordagem multifacetada, que "combina" mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se: (considere as alterações se necessário)

Alternativas
Q3821579 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


O número de preposições presentes na frase em questão é de: (considere as repetidas, se houver.)

Alternativas
Q3821580 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-"se" um grande problema de saúde pública.


De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que, morfologicamente, o vocábulo destacado trata-se de:

Alternativas
Q3821581 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não "é" apenas um incômodo.


Em relação à concordância, o verbo destacado na frase refere-se ao vocábulo: 

Alternativas
Q3821582 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Com a pandemia, as doenças oculares causadas pelo uso excessivo de telas aumentaram. De acordo com um estudo recente, até metade dos usuários de computador podem desenvolver fadiga ocular digital.


Qual das alternativas a seguir melhor sintetiza a abordagem do texto base em relação à fadiga ocular digital?

Alternativas
Q3821583 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

Alternativas
Q3821584 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q3821585 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A frase em questão encontra-se predominantemente no sentido:

Alternativas
Q3821586 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

"À medida que" nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de: 

Alternativas
Q3821587 Português

Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.


A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.


À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.


Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.


Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.


Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.


A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.


Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?


A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.


Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.


Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.


Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.


Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.


Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.


Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.


Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?


A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio.


No contexto do texto, qual das alternativas apresenta um antônimo adequado para a palavra "sombrio", considerando seu sentido na expressão "quadro sombrio"? 

Alternativas
Q3821588 Inglês

Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

The 23-million-acre in Alaska, and its additional land are regarded as "special areas" because: 
Alternativas
Q3821589 Inglês

Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

The term likely in the area considered most likely to hold oil (line 12) m
Alternativas
Q3821590 Inglês

Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

Mark the sentence that correctly represents the passive voice of I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting (lines 32 and 33): 
Alternativas
Q3821591 Inglês

Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

The expression the most notable production expected in the future is formed by the same pattern as:
Alternativas
Q3821592 Inglês

Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

The pronouns which (line 25) and where (line 27) are respectively subordinated to:
Alternativas
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Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land




Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.


Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.


The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.


The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.


The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.


Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village. 



Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.


"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.

(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 202

Donald Trump's stated plans are to: 
Alternativas
Q3821594 Inglês


Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters 
The questions Mr. Oil Company asked Ralph: You want coal? You want oil and gas? You want nuclear energy? You want solar or wind power? are acceptable forms in colloquial English. In standard English, however, the word order of those sentences is applied for the affirmatives. The option with the correct interrogative word order is:
Alternativas
Q3821595 Inglês


Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters 
The question: Can you solve our energy crisis? , made by Ralph, the dog character is given in the direct speech. Choose the alternative with its appropriate conversion into the reported speech:
Alternativas
Q3821596 Inglês


Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters 
Which are countable and uncountable nouns examples in the comic strip:
Alternativas
Q3821597 Inglês


Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters 
In Mr. Big Oil's last statement: Solar and Wind isn't feasible there is a different use of subject and verb agreement, such as in:
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: C
4: D
5: A
6: B
7: C
8: D
9: B
10: C
11: A
12: C
13: B
14: D
15: C
16: C
17: C
18: C
19: D
20: B