Questões de Concurso Público Prefeitura de Vila Pavão - ES 2023 para Técnico de Enfermagem
Foram encontradas 40 questões
Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global
"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.
"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."
Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.
Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.
Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.
Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.
Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.
Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.
"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).
"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."
Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.
Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.
O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.
Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.
"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."
Até o momento, os resultados foram animadores.
"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."
"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.
Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.
Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.
"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.
Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.
"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.
Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais". A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.
Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.
"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey.
Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono.
Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global
"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.
"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."
Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.
Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.
Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.
Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.
Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.
Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.
"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).
"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."
Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.
Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.
O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.
Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.
"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."
Até o momento, os resultados foram animadores.
"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."
"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.
Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.
Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.
"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.
Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.
"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.
Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais". A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.
Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.
"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey.
Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono.
Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global
"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.
"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."
Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.
Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.
Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.
Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.
Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.
Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.
"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).
"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."
Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.
Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.
O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.
Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.
"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."
Até o momento, os resultados foram animadores.
"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."
"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.
Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.
Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.
"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.
Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.
"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.
Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais". A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.
Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.
"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey.
Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono.
Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Economista especialista em disparidade de gênero ganha Nobel de Economia
A historiadora econômica norte-americana Claudia Goldin ganhou o prêmio Nobel de Economia de 2023 por seu trabalho que examina a desigualdade salarial entre homens e mulheres, informou a Academia Real de Ciências da Suécia nesta segunda-feira (9).
Em 2022, aos 76 anos, Goldin foi reconhecida pela Forbes como uma das mulheres mais bem-sucedidas na maturidade, figurando na lista 50 Over 50.
O prestigioso prêmio Nobel, formalmente conhecido como Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, é o último da safra de prêmios deste ano e vale 11 milhões de coroas suecas, ou pouco menos de US$ 1 milhão.
"A laureada deste ano em Ciências Econômicas, Claudia Goldin, forneceu o primeiro relato abrangente dos ganhos e da participação das mulheres no mercado de trabalho ao longo dos séculos", disse o órgão que concedeu o prêmio em um comunicado.
"Sua pesquisa revela as causas da mudança, bem como as principais fontes da disparidade de gênero remanescente."
O prêmio de Economia é a última parcela da safra de Nobéis deste ano, que viu prêmios serem concedidos a descobertas de vacinas contra a Covid-19, instantâneos atômicos e "pontos quânticos", bem como a um dramaturgo norueguês e uma ativista iraniana.
Goldin, que em 1990 se tornou a primeira mulher a ser titular do Departamento de Economia de Harvard, é apenas a terceira mulher a ganhar o prêmio Nobel de Economia.
"Ela ficou surpresa e muito, muito feliz", disse Hans Ellegren, secretário-geral da Academia Real Sueca de Ciências.
O livro de Goldin de 1990, "Understanding the Gender Gap: An Economic History of American Women" ("Entendendo a Disparidade de Gênero: Uma História Econômica das Mulheres Norte-Americanas", em tradução livre), foi um exame extremamente influente das raízes da desigualdade salarial.
Em seguida, ela realizou estudos sobre o impacto da pílula anticoncepcional nas decisões de carreira e casamento das mulheres, sobre o sobrenome das mulheres após o casamento como indicador social e sobre os motivos pelos quais as mulheres são hoje a maioria dos estudantes de graduação.
"As descobertas de Claudia Goldin têm vastas implicações sociais", disse Randi Hjalmarsson, membro do comitê do Prêmio de Economia. "Ao finalmente entender o problema e chamá-lo pelo nome certo, poderemos pavimentar um caminho melhor para o futuro."
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/economista-especialista-e m-disparidade-de-genero-ganha-nobel-de-economia/
FLOR DE LIS - Djavan
Valei-me, Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei, que amei
Que amei, que amei
Será talvez que minha ilusão foi dar meu coração
Com toda força pra essa moça me fazer feliz?
E o destino não quis me ver como raiz
De uma flor de lis
E foi assim que eu vi nosso amor na poeira
Poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
Djavan. Flor de Lis. A Voz, o Violão, a Música de Djavan. EMI-Odeon, 1976
I.Já faz semanas que os refugiados buscam abrigo. II.Os advogados consideraram perigosas a fundamentação e a sentença do juiz. III.Os conflitos que houveram no oriente médio deixaram acalorados os debates. IV.Qual de vocês compraram estas canecas?
Em quais das afirmativas não há erro de concordância?
Leia com atenção as duas colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)O único jeito é ir a lojas no shopping de outra cidade.
(__)Tudo está acontecendo as mil maravilhas.
(__)Eu comecei a me exercitar somente esta semana.
(__)Nunca conte um segredo a outra pessoa.
Coluna 02:
I.Com crase.
II.Sem crase.
Correlacione ambas as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta da coluna 01:
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
(__)Argumentativo.
(__)Descritivo.
(__)Expositivo.
(__)Injuntivo.
(__)Narrativo.
Coluna 02
I.Crônica.
II.Cardápio.
III.Entrevista.
IV.Artigo Científico.
V.Receita.
Correlacione os gêneros textuais com seus devidos tipos de texto. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a ordem correta encontrada nas lacunas da coluna 01:
Também chamado de organogramas, é um recurso interessante do Word que permite a inserção de uma representação gráfica para representar um conjunto de informações ao seu documento.
Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/cte
/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas_
aplicativos.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.
Quando digitamos um documento num processador de texto, as teclas de atalho facilitam bastante o desenvolvimento do trabalho.
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde a combinação de teclas para colocar uma palavra ou uma frase em Negrito.
Muitas vezes é preciso enviar arquivos muito grandes para outro usuário, através de e-mail, por exemplo.
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/12/ arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde aos programas capaz de resolver o problema acima.
Todos os passos que realizamos em um documento são registrados pelo programa e podem ser desfeitos ou refeitos a qualquer momento.
Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/ cte/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas_ aplicativos.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao comando de desfazer uma ação no Word.
No Word, também podem ser inseridas para fazer um desenho, um projeto, etc.
Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/ cte/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas_aplicativos.pdf

Marque a alternativa CORRETA que corresponde as opções da imagem acima.
Lia está confeccionando almofadas com quatro pedaços de tecido, com medidas dadas na imagem abaixo:

Qual é a área (A) da superfície desta almofada?
Felipe chutou uma bola que seguiu a trajetória da função f(x) = - x² + 4x + 1.

Considerando o chão como ponto de partida, qual foi a altura máxima atingida pela bola?