Questões de Concurso Público Câmara de Queimadas - BA 2024 para Auxiliar Administrativo

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Q3687980 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
O texto de Clarice Lispector é uma declaração de amor à língua portuguesa. Em razão do tema que aborda, ele constitui um exemplo de:
Alternativas
Q3687981 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Assinale a alternativa em que a autora demonstra o seu desejo em relação a língua portuguesa:
Alternativas
Q3687982 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Em: “Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada”, levando em consideração o comentário feito pela autora e a maneira como a língua inglesa e a língua portuguesa são vistas por ela, observe as afirmações:
I. A língua inglesa é mais elaborada do que a língua portuguesa.
II. É um desafio trabalhar com uma língua pouco elaborada.
III. A língua portuguesa não tem a tradição da língua inglesa.
IV. A língua portuguesa é mais virgem e límpida do que a língua inglesa.
V. Tanto a língua inglesa quanto a língua portuguesa são precisas e bela.


Indique a alternativa correta:
Alternativas
Q3687983 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Em:” Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever português”. A palavra em destaque é: 
Alternativas
Q3687984 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Indique a alternativa em que o artigo está substantivando uma palavra:
Alternativas
Q3687985 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Classifique as palavras destacadas, assinalando A para advérbio, B para preposição e C para conjunção:

( ) “Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto (...)”. (Caetano Veloso)
( ) “Durante séculos pensei que a guerra fosse o desvio e a paz a rota”. (Afonso Romano de Sant”Anna)
( ) “Se Madalena me via assim, com certeza me achava extraordinariamente feio”. (Graciliano Ramos)
( ) “(...) Relembro momentos de real bravura. Dos que lutaram com ardor”.
( ) “Todo caminho que trilhamos pela primeira vez é muito mais longo do que o mesmo caminho quando já o conhecemos”. (Thomas Mann)

Nessas condições identifique a alternativa correta:
Alternativas
Q3687986 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)

Preencha as lacunas com os verbos haver e obter na forma adequada.


- Se ele _________comunicado o fato, nós teríamos ido até lá.

- Quando você _________a resposta, avise-me.


Assinale:

Alternativas
Q3687987 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada corretamente.
Alternativas
Q3687988 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Aponte a alternativa em que ocorra oração coordenada sindética adversativa: 
Alternativas
Q3687989 Português
TEXTO I

DECLARAÇÃO DE AMOR


    Esta é uma declaração de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado.

    Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

    Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo no túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dá vida.

    Essas dificuldades nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que minha abordagem do português fosse virgem e límpida.


(A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 100-1)
Das orações a seguir, aponte a alternativa que apresenta uma oração subordinada adverbial concessiva: 
Alternativas
Q3687990 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 1987, durante a campanha de Canudos, transitaram pelas Queimadas inúmeros soldados, concentrando-se aí tropas que conquistaram a 4.ª expedição, sob o comando do general Artur Oscar de Andrade Guimarães. Naquela época qual o escritor que ali permaneceu por alguns dias fazendo investigações geográficas, sóciográficas e de outros aspectos, que contribuíram para a elaboração de sua obra monumental “Os Sertões”? 
Alternativas
Q3687991 Geografia
O Município de Queimadas está localizado na região planejamento Nordeste do Estado da Bahia. O Município se  limita ao norte com limitando-se a leste e sul com os Municípios de Nordestina, Santaluz e Capim Grosso, a oeste com Ponto Novo e a norte com Itiúba e Cansanção.
Alternativas
Q3687992 História e Geografia de Estados e Municípios
A partir da Independência do Brasil (1822) e da Proclamação da República (1889), a situação política baiana adquiriu maior estabilidade. Porém, mesmo assim, o estado foi palco de conflitos importantes. Dentre esses conflitos destaca-se a maior revolta de escravos que aconteceu na cidade de Salvador, na Bahia. Sendo considerada a maior revolta de escravos da história do Brasil. Essa revolta ficou conhecida como:
Alternativas
Q3687993 História e Geografia de Estados e Municípios
Ao longo da história, o Recôncavo baiano ficou conhecido por:
Alternativas
Q3687994 Geografia
Das cidades abaixo, assinale aquela que não faz parte do recôncavo baiano:
Alternativas
Q3687995 Matemática
Três aparelhos de telefone celular custam ao todo R$ 2.200,00. Calcule o preço de cada um, sabendo que os preços são inversamente proporcionais às suas massas, que são, respectivamente, 50g, 100g e 150g. 
Alternativas
Q3687996 Matemática
Uma pessoa tinha um certo capital e aplicou a juros simples, durante 4 meses, à taxa de 5% ao mês. Após esse período recebeu de juro a quantia de R$ 360,00. Qual foi o capital aplicado pela pessoa?
Alternativas
Q3687997 Matemática

Observe a figura abaixo. O lado de um quadrado mede 12 cm. Quanto mede cada uma de suas diagonais?



Imagem associada para resolução da questão



Assinale:

Alternativas
Q3687998 Matemática
Em uma turma do 9º ano, a professora passou para que os alunos resolvesse a seguinte questão: A soma das idades de Lucia e Marta é 80 anos. Sabendo que a idade de Lúcia é o quádruplo da idade de Marta, qual a idade de cada uma delas?
Alternativas
Q3687999 Matemática
Para levantar um muro de uma determinada casa, foram contratados 10 homens para concluir a obra em 6 dias trabalhando 6 horas por dia. Mas se apenas 5 homens fizerem o trabalho, quantos dias levarão para executar e concluir a mesma obra de 6 horas por dia? 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: D
4: E
5: C
6: D
7: B
8: A
9: D
10: E
11: A
12: A
13: B
14: B
15: A
16: C
17: E
18: C
19: B
20: A