“O caráter elitista da pintura, independentemente de
estilo e conteúdo, decorre de sua natureza de produto
artesanal numa sociedade industrializada. O produto
industrial, fabricado em série, está potencialmente voltado
ao consumo popular maciço”. A afirmação de Ferreira
Gullar em “Argumentação contra a morte da arte” (RJ,
1999) diz respeito à relação entre: