Questões de Concurso Público IPM - JP 2018 para Analista Previdenciário - Analista de Redes e Comunicação
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Para minimizar problemas relacionados à falta de endereços IP nas redes de computadores com acesso à internet, foi criado um mecanismo baseado em endereços privados, que faz a tradução dos endereços IP e portas TCP da rede local para a Internet. Desse modo, o pacote enviado ou a ser recebido do microcomputador na rede local, vai até o servidor no qual é trocado pelo IP do mesmo servidor, validando o envio do pacote na internet. No retorno do pacote, ocorre procedimento semelhante, o pacote, chega e o IP do servidor é trocado pelo IP do microcomputador de destino que fez a requisição do pacote. Nesse recurso, na classe A, por exemplo, foi destinada a faixa de IP de 10.0.0.0 a 10.255.255.255. Esse recurso é conhecido pela seguinte sigla:
No que diz respeito à construção de algoritmos, analise as afirmativas a seguir.
I. O teste da condição é realizado no INÍCIO da estrutura.
II. O teste da condição é realizado no FINAL da estrutura.
III. A execução da estrutura permanece em loop, se o teste da condição resulta o valor lógico VERDADEIRO.
IV. A execução da estrutura permanece em loop, se o teste da condição resulta o valor lógico FALSO.
V. A execução da estrutura termina, se o teste da condição retorna o valor lógico VERDADEIRO.
VI. A execução da estrutura termina, se o teste da condição retorna o valor lógico FALSO.
Há apenas afirmativas válidas para a estrutura de controle conhecida por enquanto ... faça ...,,:
Observe o algoritmo a seguir.

O algoritmo irá gerar como saída, a seguinte série:
Observe o algoritmo, a seguir, que utiliza procedimentos com passagem de parâmetros por valor e por referência.

Após a execução, serão impressos para NR, BC e JS,
respectivamente, os seguintes valores:
Java disponibiliza operadores aritméticos e relacionais para uso. Nesse sentido, considere as três situações caracterizadas a seguir.
I. Avaliar o valor do operador w e após incrementar em uma unidade.
II. Retornar TRUE se x é diferente de y.
III. Obter o resto da divisão de x por y. As sintaxes empregadas nas situações I, II e III são, respectivamente:
Um Analista Previdenciário lotado no Instituto de Previdência do Município de João Pessoa está elaborando uma página para um site na Internet que inclui um formulário codificado em HTML, cujo código é mostrado a seguir.

O formulário gerado pelo código é:
O Java EE é uma plataforma que contém um conjunto de tecnologias coordenadas que reduz significativamente o custo e a complexidade do desenvolvimento, implantação e gerenciamento de aplicações de várias camadas centradas no servidor. O Java EE é construído sobre a plataforma Java SE e oferece um conjunto de APIs (interfaces de programação de aplicações) para desenvolvimento e execução de aplicações portáteis, robustas, escaláveis, confiáveis e seguras no lado do servidor. Dois componentes fundamentais do Java EE são descritos a seguir.
I. uma arquitetura gerenciada de componente do lado do servidor utilizada para encapsular a lógica de negócios de uma aplicação. Essa tecnologia permite o desenvolvimento rápido e simplificado de aplicações distribuídas, transacionais, seguras e portáteis baseadas na tecnologia Java.
II. um framework que permite aos desenvolvedores gerenciar os dados utilizando o mapeamento relacional de objetos em aplicações construídas na plataforma Java.
Esses componentes são denominados, respectivamente:
CSS é uma sigla para uma linguagem de folhas de estilos que é utilizada para definir como os documentos escritos na linguagem de marcação (HTML ou XML) devem ser apresentados em termos de formatação, de layout. Entre os modos de se aplicar estilos aos documentos, uma é caracterizada a seguir.
é a mais poderosa, visto que as definições feitas em um style sheet podem ser aplicadas a inúmeros documentos. utiliza um arquivo texto contendo somente a sintaxe CSS. é definida por meio do uso da tag LINK dentro do elemento HEAD, como exemplificado em<link rel=”stylesheet” type=”text/css”
href=”estilo.css” />
A maneira caracterizada é definida como style sheet do seguinte tipo:
No SQL Server, as restrições de integridade são regras de consistência de dados que devem ser garantidas pelo próprio SGBD, sem auxílio de validações externas. Nesse sentido, existem três tipos de integridade, sendo que uma delas é caracterizada a seguir.
o valor dos campos que constituem a chave estrangeira de uma tabela deve estar presente também na chave primária da tabela que referenciam ou, quando muito, podem ter o valor NULL.
tem por finalidade manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas.
Esse tipo é denominado integridade:
No que diz respeito à Orientação a Objetos - OO, analise as abordagens descritas a seguir.
I. Foca o desenvolvimento de um modelo orientado a objetos de um sistema de software para implementar os requisitos especificados. Esses objetos estão relacionados à solução do problema.
II. Foca o desenvolvimento de um modelo orientado a objetos do domínio da aplicação. Esses objetos refletem as entidades e operações associadas ao problema a ser resolvido.
Nesse contexto, I e II são denominadas, respectivamente:
No que diz respeito à notação UML, uma técnica
baseada em cenários para elicitação de requisitos
constitui uma característica fundamental para
descrição de modelos de sistemas orientados a
objetos. Em sua forma mais simples, nessa técnica é
empregado um diagrama que identifica o tipo de
interação, representado por elipses -
e os
agentes envolvidos, representados por bonecos -
.
Como é conhecido esse diagrama?
Entre os tipos de criptografia, uma utiliza um par de chaves, diferentes entre si, que se relacionam matematicamente por meio de um algoritmo. Uma das chaves, denominada chave privada, é mantida em segredo, sendo de conhecimento somente de seu titular, enquanto a outra, denominada chave pública, pode ser de conhecimento público, livremente divulgada. Em consequência, por meio desse tipo de criptografia, o texto cifrado por uma chave só pode ser decifrado pela outra do mesmo par. É esse o tipo de criptografia, utilizada na assinatura de documentos eletrônicos por meio de certificados digitais, e que gera maior segurança às informações veiculadas na Internet.
O tipo descrito é denominado criptografia:
A ITIL está relacionada a um conjunto de melhores práticas que vem ao encontro das novas áreas de Tecnologia da Informação, habilitando o incremento da maturidade, em que é possível a demonstração do nível de qualidade de TI em que se encontra a organização. Nesse contexto, estabeleça a correta correspondência entre as colunas I, que trata dos Níveis de Maturidade dos Processos de TI e II, que trata dos tipos de Gerenciamento.
Coluna I
1. Caótico
2. Proativo
3. Reativo
4. Serviço
5. Valor
( ) Gerenciamento do nível de serviço e da capacidade.
( ) Gerenciamento dos incidentes e eventos, além do Gerenciamento do Inventário.
( ) Gerenciamento financeiro e alinhamento entre TI e o negócio, demonstrado por meio de indicadores de desempenho.
( ) Gerenciamento da performance, configuração e disponibilidade, além do Gerenciamento das mudanças e dos problemas.
( ) Gerenciamento de vários help desks, inexistência de supervisão centralizada e notificação de problemas por meio de chamadas de usuários.
De cima para baixo, a sequência correta é:
Planejamento Estratégico é um processo gerencial para analisar uma instituição sob diversos ângulos, direcionando seus rumos e monitorando suas ações de forma concreta. Constitui um processo contínuo e sistemático, que possui o maior conhecimento possível acerca do futuro. Nesse contexto, observe a figura a seguir, que estabelece diversas fases relacionadas à elaboração de um planejamento estratégico.

A seguir são listadas as atividades que devem ser desenvolvidas durante a elaboração do planejamento estratégico.
A1 - SituaçãoAtual (Análise Interna)
A2 - Desdobramentos da Estratégia
A3 - Definição da Estratégia
A4 -Análise dos ambientes
A5 - Definição de Objetivos
A6 - Missão e Visão
As fases F1 – F2 – F3 – F4 – F5 – F6, indicadas na
figura, correspondem, respectivamente, às seguintes
atividades da lista acima:
O gato preto
Não espero nem peço que acreditem na narrativa tão estranha e ainda assim tão doméstica que estou começando a escrever. Louco, de fato, eu seria se esperasse por isso, num caso em que até os meus sentidos rejeitam seu próprio testemunho. No entanto, louco eu não sou - e com toda certeza eu não estou sonhando. Mas se morro amanhã, hoje alivio minha alma. O meu objetivo imediato é apresentar ao mundo, sucintamente e sem comentários, uma série de eventos meramente domésticos. Em suas consequências, tais fatos aterrorizaram - torturaram – destruíram minha pessoa. No entanto, não vou tentar explicá-los. Para mim representam apenas horror – para muitos vão parecer menos terríveis do que barrocos. No futuro, talvez, algum intelecto será capaz de reduzir meu fantasma ao lugar-comum – algum intelecto mais calmo, mais lógico, e muito menos excitável que o meu, que vai perceber, nas circunstâncias que detalho com pasmo, nada mais que uma habitual de causas e efeitos muito naturais.
Desde criança que eu era conhecido pela docilidade e humanidade do meu caráter. O meu coração era tão terno que fez de mim um objeto de escárnio dos meus camaradas. Gostava particularmente de animais e os meus pais autorizavam-me a ter uma grande variedade de bichos de estimação. Com eles passava a maior parte do tempo e nunca me sentia tão feliz como quando os alimentava e acarinhava. Esta peculiaridade do meu caráter cresceu comigo e em adulto derivava daí uma das minhas principais fontes de prazer. Para quem já alguma vez amou um cão fiel e sagaz, não preciso dar-me ao trabalho de explicar a natureza ou intensidade da satisfação daí emanada. Algo existe no amor desinteressado e generoso de uma besta que vai direito ao coração daquele que teve frequentemente a ocasião de avaliar a fraca amizade e a evanescente fidelidade do homem vulgar.
POE, Edgar Allan (1978) . “O gato preto " In _____. Histórias extraordinárias .Trad. Breno da Silveira e outros. São Paulo: Abril Cultural, p.39-51.
Sobre o texto leia as afirmativas a seguir.
I. O texto apresenta um personagem narrador que vive seu presente, mas conta algo que ocorreu no passado.
II. O personagem narrador conta algo que se passa em seu momento presente.
III. A estratégia utilizada na construção do tempo narrativo intenciona a percepção de que os fatos passados têm muita importância e afetam o presente.
Está correto apenas o que se afirma em:
O gato preto
Não espero nem peço que acreditem na narrativa tão estranha e ainda assim tão doméstica que estou começando a escrever. Louco, de fato, eu seria se esperasse por isso, num caso em que até os meus sentidos rejeitam seu próprio testemunho. No entanto, louco eu não sou - e com toda certeza eu não estou sonhando. Mas se morro amanhã, hoje alivio minha alma. O meu objetivo imediato é apresentar ao mundo, sucintamente e sem comentários, uma série de eventos meramente domésticos. Em suas consequências, tais fatos aterrorizaram - torturaram – destruíram minha pessoa. No entanto, não vou tentar explicá-los. Para mim representam apenas horror – para muitos vão parecer menos terríveis do que barrocos. No futuro, talvez, algum intelecto será capaz de reduzir meu fantasma ao lugar-comum – algum intelecto mais calmo, mais lógico, e muito menos excitável que o meu, que vai perceber, nas circunstâncias que detalho com pasmo, nada mais que uma habitual de causas e efeitos muito naturais.
Desde criança que eu era conhecido pela docilidade e humanidade do meu caráter. O meu coração era tão terno que fez de mim um objeto de escárnio dos meus camaradas. Gostava particularmente de animais e os meus pais autorizavam-me a ter uma grande variedade de bichos de estimação. Com eles passava a maior parte do tempo e nunca me sentia tão feliz como quando os alimentava e acarinhava. Esta peculiaridade do meu caráter cresceu comigo e em adulto derivava daí uma das minhas principais fontes de prazer. Para quem já alguma vez amou um cão fiel e sagaz, não preciso dar-me ao trabalho de explicar a natureza ou intensidade da satisfação daí emanada. Algo existe no amor desinteressado e generoso de uma besta que vai direito ao coração daquele que teve frequentemente a ocasião de avaliar a fraca amizade e a evanescente fidelidade do homem vulgar.
POE, Edgar Allan (1978) . “O gato preto " In _____. Histórias extraordinárias .Trad. Breno da Silveira e outros. São Paulo: Abril Cultural, p.39-51.
O gato preto
Não espero nem peço que acreditem na narrativa tão estranha e ainda assim tão doméstica que estou começando a escrever. Louco, de fato, eu seria se esperasse por isso, num caso em que até os meus sentidos rejeitam seu próprio testemunho. No entanto, louco eu não sou - e com toda certeza eu não estou sonhando. Mas se morro amanhã, hoje alivio minha alma. O meu objetivo imediato é apresentar ao mundo, sucintamente e sem comentários, uma série de eventos meramente domésticos. Em suas consequências, tais fatos aterrorizaram - torturaram – destruíram minha pessoa. No entanto, não vou tentar explicá-los. Para mim representam apenas horror – para muitos vão parecer menos terríveis do que barrocos. No futuro, talvez, algum intelecto será capaz de reduzir meu fantasma ao lugar-comum – algum intelecto mais calmo, mais lógico, e muito menos excitável que o meu, que vai perceber, nas circunstâncias que detalho com pasmo, nada mais que uma habitual de causas e efeitos muito naturais.
Desde criança que eu era conhecido pela docilidade e humanidade do meu caráter. O meu coração era tão terno que fez de mim um objeto de escárnio dos meus camaradas. Gostava particularmente de animais e os meus pais autorizavam-me a ter uma grande variedade de bichos de estimação. Com eles passava a maior parte do tempo e nunca me sentia tão feliz como quando os alimentava e acarinhava. Esta peculiaridade do meu caráter cresceu comigo e em adulto derivava daí uma das minhas principais fontes de prazer. Para quem já alguma vez amou um cão fiel e sagaz, não preciso dar-me ao trabalho de explicar a natureza ou intensidade da satisfação daí emanada. Algo existe no amor desinteressado e generoso de uma besta que vai direito ao coração daquele que teve frequentemente a ocasião de avaliar a fraca amizade e a evanescente fidelidade do homem vulgar.
POE, Edgar Allan (1978) . “O gato preto " In _____. Histórias extraordinárias .Trad. Breno da Silveira e outros. São Paulo: Abril Cultural, p.39-51.