Questões de Concurso Público Prefeitura de Santa Maria Madalena - RJ 2025 para Professor Docente II - Português

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Q3435891 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
O texto apresenta uma visão crítica do capitalismo, argumentando que ele prioriza o lucro em detrimento da responsabilidade social. No entanto, o autor também reconhece que o capitalismo tem um papel importante na promoção do progresso e do crescimento. Qual é a principal razão pela qual o autor não rejeita completamente o capitalismo?
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Q3435892 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
"Paradoxo", uma figura de linguagem, praticamente intitula o texto. No campo das ideias, por exemplo, essa figura desafia o pensamento convencional ao confrontar dualidades. No texto em questão, o autor provoca uma reflexão que 
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Q3435893 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
"O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo.". Qual das alternativas melhor interpreta o argumento implícito no fragmento? 
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Q3435894 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
Em qual fragmento, extraído do texto, há uma metáfora?
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Q3435895 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
“A questão é: quem ‘de coração’ se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse ‘lindo’ papel?”. Nesse trecho, os termos ‘coração’ e ‘lindo’ conferem ao período um tom de
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Q3435896 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
No trecho “O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão” temos seguramente 
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Q3435897 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
A expressão "RGs" substitui ou, por contiguidade, sugere "pessoas". Esse recurso caracteriza uma figura de linguagem em que um termo é empregado no lugar de outro com o qual mantém uma relação de proximidade — neste caso, o documento de identidade representando o indivíduo. Que figura de linguagem é essa?
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Q3435898 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
“Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos.”. Sobre esse fragmento do texto, podemos afirmar que
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Q3435899 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
Observe as construções a seguir:
I. “Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado.” (Período original) Il. “Porém, tudo que é de todos está lá na forma bruta, precisa ser alcançado.” (Período modificado)
A ausência das vírgulas, no período modificado, significa que
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Q3435900 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
No trecho “O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo”, o uso do pretérito mais-que-perfeito, em vez do subjuntivo, só é possível porque a frase expressa uma relação de
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Q3435916 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
Preencha os parêntesis com (V) verdadeiro ou (F) falso, observando o que o texto sugere, e marque a opção CORRETA, de cima para baixo.
I. A coesão garante a fluidez da leitura por meio de conectivos, enquanto a coerência assegura que as ideias estejam organizadas de forma lógica e sem contradições. ( )
Il. A coesão, aliada ao uso correto das regras gramaticais, organiza as ideias, contribuindo para a clareza e a compreensão do texto. ( )
Ill. A fim de que um texto tenha, de fato, lógica e coesão, as regras gramaticais desempenham um papel fundamental. ( )
V. Havendo coesão, lógica e respeito às regras gramaticais, o texto seguramente será claro, compreensível e agradará a todos. ( )  
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Q3435917 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
Assinale a alternativa que encontra respaldo no texto proposto. 
Alternativas
Q3435918 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
Tendo o texto proposto como base, assinale a única opção que NÃO apresenta inconsistência argumentativa.
Alternativas
Q3435919 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
"João disse a Pedro que ele deveria avisá-lo quando ele chegasse, porque ele queria falar com ele sobre um assunto importante." (texto hipotético)
Abaixo, destacamos algumas afirmações contidas no texto proposto. Assinale aquela cuja explicação refere-se diretamente ao “texto hipotético”. 
Alternativas
Q3435920 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
“Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.”
O acento indicador de crase no fragmento acima ocorre devido à
Alternativas
Q3435921 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
“A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto.”
Se substituirmos “A coerência” por “As conexões lógicas” temos: 
Alternativas
Q3435922 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
“Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto”.
Sabemos que a coesão textual referencial é um recurso amplamente utilizado quando escrevemos; no fragmento acima, podemos destacar como exemplo:
Alternativas
Q3435923 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
No trecho “Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas…”, temos um caso morfossintático em que “Revisar” desempenha o papel de
Alternativas
Q3435924 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)

“Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente.”


Sobre o fragmento, podemos afirmar que contém

Alternativas
Q3435925 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Texto:

        A coerência e a coesão são elementos fundamentais para a construção de um texto bem estruturado e compreensível. A coerência textual garante a lógica e a unidade de sentido, permitindo que as ideias se relacionem de maneira clara e sem contradições. Já a coesão textual refere-se aos mecanismos linguísticos que asseguram a conexão entre as partes do texto, como pronomes, conjunções, advérbios, sinônimos e expressões referenciais.

        A coerência é essencial para a construção de qualquer discurso, pois possibilita que o leitor acompanhe o desenvolvimento do raciocínio sem dificuldades, tornando a mensagem compreensível e eficaz. Além de organizar as ideias, ela estabelece um fluxo lógico que guia o leitor ao longo do texto. Um texto coerente apresenta estrutura clara, com uma introdução que expõe o tema, um desenvolvimento que aprofunda as ideias principais e uma conclusão que sintetiza os pontos abordados.

        Por sua vez, a coesão contribui para a fluidez da leitura, evitando repetições desnecessárias e garantindo a ligação adequada entre os elementos do texto. Conectivos como “portanto”, “porque” e “além disso” estabelecem relações lógicas entre as orações, enquanto pronomes retomam termos já mencionados, facilitando a clareza e a economia linguística. A escolha criteriosa dos conectivos e a variação lexical são essenciais para manter o interesse do leitor e evitar a monotonia.

        Quando a coerência e a coesão não são observadas, o texto se torna confuso e fragmentado. A falta de coerência pode gerar contradições e lacunas que comprometem a compreensão da mensagem, como quando há mudanças abruptas de assunto sem explicação. Já a ausência de coesão faz com que as frases fiquem desconectadas, dificultando a articulação das ideias. Além disso, o mau uso dos recursos coesivos pode provocar ambiguidades e prolixidade, prejudicando a clareza textual. O uso excessivo de pronomes, por exemplo, pode tornar a referência a determinados termos pouco evidente, confundindo o leitor. Para garantir a eficácia da comunicação escrita, é essencial equilibrar coerência e coesão. A coesão assegura a ligação entre as partes do texto, enquanto a coerência mantém a lógica e a unidade de sentido. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.

        Algumas estratégias podem ajudar a aprimorar esses aspectos. Planejar previamente a estrutura do texto permite organizar as ideias de forma coesa e coerente. O uso adequado de conectivos contribui para a clareza das relações entre os argumentos. Revisar o texto após a escrita ajuda a identificar falhas que possam comprometer sua compreensão. Ler o texto em voz alta é uma técnica eficaz para perceber problemas de fluidez e conexão. Além disso, buscar feedback de outras pessoas pode fornecer uma visão externa sobre a clareza e a estrutura do conteúdo.

        Outro fator essencial para a produção de um bom texto é o domínio dos recursos gramaticais. O conhecimento das regras de concordância, regência, pontuação e ortografia, por exemplo, evita equívocos que podem comprometer a compreensão da mensagem.

        Mesmo que um texto seja bem estruturado e apresente coesão e coerência, erros gramaticais podem enfraquecê-lo, tornando a leitura truncada e prejudicando sua credibilidade. Assim, aliar competência gramatical à organização das ideias garante um texto claro, preciso e eficaz.

        Dominar a coerência, a coesão e os recursos gramaticais é essencial para a produção de textos bem articulados e eficazes. Esses elementos asseguram clareza e organização às ideias, tornando a comunicação escrita mais precisa, fluida e impactante.

(Teoria do texto - fragmento - publicado por ISEM - turma ENEM)
“Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente.”
O fragmento acima foi reescrito de maneiras diferentes. Mantendo a correção, adequação gramatical e o mesmo conteúdo semântico, preencha com (E) errada ou (C) certa. Em seguida, marque a resposta CORRETA, de cima para baixo.
l. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, o que torna o discurso mais claro, preciso e eficiente. ( )
Il. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, tornando, pois, o discurso mais claro, preciso e eficiente. ( )
Ill. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, pois tornando o discurso mais claro, preciso e eficiente. ( )
IV. Juntas, essas características demonstram domínio da norma culta e organização das ideias, às quais tornam o discurso mais claro, preciso e eficiente. ( ) 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: D
4: B
5: C
6: A
7: D
8: A
9: C
10: B
11: C
12: D
13: C
14: B
15: A
16: B
17: D
18: A
19: C
20: D