Questões de Concurso Público Câmara de Paty do Alferes - RJ 2016 para Auxiliar Administrativo

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Q1876044 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

De acordo com o texto, a causa principal da inquietação dos animais era:
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Q1876045 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas” observamos que o sapo:
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Q1876046 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos” a palavra sublinhada indica: 
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Q1876047 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

De acordo com o texto, os animais começaram a discutir pelo seguinte motivo:
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Q1876048 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

Segundo o texto, podemos afirmar que:
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Q1876049 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar” a palavra sublinhada indica: 
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Q1876050 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

“– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha”. A palavra destacada exerce a função de: 
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Q1876051 Português
Assinale a opção onde a grafia da expressão destacada está INCORRETA.
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Q1876052 Português
Assinale a palavra que recebe acentuação gráfica de acordo com a mesma justificativa de “pêssego”.
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Q1876053 Português
Assinale a opção onde a concordância está INCORRETA.
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: D
4: D
5: C
6: A
7: B
8: C
9: A
10: D