Questões de Concurso Público SEE-DF 2023 para Professor - História
Foram encontradas 120 questões
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na década de 1990, foram criados grupos como Ternuma, Guararapes, Araucária e Inconfidência, que articulavam o ‘revisionismo apologético’ (MELO, 2014) e o negacionismo dentro e fora do meio militar. Ainda que a difusão dos documentos na esfera militar fosse mais notável, havia uma preocupação comum entre os grupos de atingir a juventude brasileira como um todo.
SILVA, Camilla Cristina. Paradoxos dos direitos humanos no Brasil: da ditadura militar à democracia (1964-2019). 2020, p. 36.
A respeito da relação entre os negacionismos e o ensino de história, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na década de 1990, foram criados grupos como Ternuma, Guararapes, Araucária e Inconfidência, que articulavam o ‘revisionismo apologético’ (MELO, 2014) e o negacionismo dentro e fora do meio militar. Ainda que a difusão dos documentos na esfera militar fosse mais notável, havia uma preocupação comum entre os grupos de atingir a juventude brasileira como um todo.
SILVA, Camilla Cristina. Paradoxos dos direitos humanos no Brasil: da ditadura militar à democracia (1964-2019). 2020, p. 36.
A respeito da relação entre os negacionismos e o ensino de história, julgue (C ou E) o item a seguir.