Questões de Concurso Público SEE-DF 2023 para Professor - História
Foram encontradas 45 questões
Foi às margens do Crescente Fértil que, a partir do VI milênio a. C., os primeiros núcleos populacionais começaram a ser organizados, resultado da chamada Revolução Neolítica. Segundo Jaime Pinsky, em seu livro As Primeiras Civilizações, a sedentarização foi lenta e gradual.
CARLAN, Cláudio Umpierre. Família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia: família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia. Revista de História da Arte e da Cultura, 2009, 10: 187-189, com adaptações.
O texto refere-se ao assunto tradicionalmente chamado de “surgimento das primeiras civilizações”. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
Foi às margens do Crescente Fértil que, a partir do VI milênio a. C., os primeiros núcleos populacionais começaram a ser organizados, resultado da chamada Revolução Neolítica. Segundo Jaime Pinsky, em seu livro As Primeiras Civilizações, a sedentarização foi lenta e gradual.
CARLAN, Cláudio Umpierre. Família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia: família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia. Revista de História da Arte e da Cultura, 2009, 10: 187-189, com adaptações.
O texto refere-se ao assunto tradicionalmente chamado de “surgimento das primeiras civilizações”. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
Foi às margens do Crescente Fértil que, a partir do VI milênio a. C., os primeiros núcleos populacionais começaram a ser organizados, resultado da chamada Revolução Neolítica. Segundo Jaime Pinsky, em seu livro As Primeiras Civilizações, a sedentarização foi lenta e gradual.
CARLAN, Cláudio Umpierre. Família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia: família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia. Revista de História da Arte e da Cultura, 2009, 10: 187-189, com adaptações.
O texto refere-se ao assunto tradicionalmente chamado de “surgimento das primeiras civilizações”. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
Foi às margens do Crescente Fértil que, a partir do VI milênio a. C., os primeiros núcleos populacionais começaram a ser organizados, resultado da chamada Revolução Neolítica. Segundo Jaime Pinsky, em seu livro As Primeiras Civilizações, a sedentarização foi lenta e gradual.
CARLAN, Cláudio Umpierre. Família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia: família e patrimônio na Antiga Mesopotâmia. Revista de História da Arte e da Cultura, 2009, 10: 187-189, com adaptações.
O texto refere-se ao assunto tradicionalmente chamado de “surgimento das primeiras civilizações”. A esse respeito, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o advento da nova ordem republicana em 1889, o país, após um breve período de turbulência, cairia sob a hegemonia da elite paulista já em 1894, com a ascensão de Prudente de Morais. Hegemonia sob a qual se manteria até a irrupção do movimento de 1930.
SEVCENKO, Nicolau. O cosmopolitismo pacifista da Bele Époque: uma utopia liberal. Revista de História, 1983, 114: 85-94.
O texto refere-se ao Brasil na passagem do século 19 para o século 20. Acerca desse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana
(Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em:
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1 o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.