Questões de Concurso Público SEE-DF 2023 para Professor - Filosofia
Foram encontradas 120 questões
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
A noção de felicidade é central à ética aristotélica, que, por esse motivo, é caracterizada como “ética eudaimônica”.
MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 38, com adaptações.
Dada a centralidade do conceito de felicidade (eudaimonia) na ética aristotélica, julgue (C ou E) o item a seguir.
A noção de felicidade é central à ética aristotélica, que, por esse motivo, é caracterizada como “ética eudaimônica”.
MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 38, com adaptações.
Dada a centralidade do conceito de felicidade (eudaimonia) na ética aristotélica, julgue (C ou E) o item a seguir.