Questões de Concurso Público SEE-DF 2023 para Professor - Filosofia
Foram encontradas 42 questões
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com o desenvolvimento das cidades, do comércio, do artesanato e das artes militares, Atenas tornou-se o centro da vida social, política e cultural da Grécia, vivendo seu período de esplendor, conhecido como o Século de Péricles. É a época de maior florescimento da democracia.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 42.
Em relação à democracia grega, várias características podem ser mencionadas. Entre elas, duas se destacam por serem decisivas para a filosofia. No que se refere a essa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
(…) necessitamos de uma crítica dos valores morais, o próprio valor desses valores deverá ser colocado em questão — para isto, é necessário um conhecimento das condições e circunstâncias nas quais nasceram, sob as quais se desenvolveram e se modificaram (moral como consequência, como sintoma, máscara, tartufice, doença, mal-entendido; mas também moral como causa, medicamento, estimulante, inibição, veneno), um conhecimento tal como até hoje nunca existiu nem foi desejado.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Disponível em: <https://aletp.com.br/wp-content/uploads/2017/12/nietzsche-genealogia-da-moral.pdf, p. 4>
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
As lições dos sofistas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Editora Saraiva, 2000, p. 91, com adaptações.
Os sofistas eram professores viajantes que vendiam seus ensinamentos. A respeito dessa temática, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.
Todo mito é uma avalanche da linguagem, que toma corpo e se encarna numa história. Lei significa recolher-se à escuta desta encarnação, na medida em que vai desaparecendo na própria carne a dicotomia entre corpo e alma, carne e espírito, linguagem e história. Recolher-se a tal escuta é o que faz a Filosofia, quando pensa a realidade em suas realizações. Por essa razão, também Aristóteles nos diz, no 29º capítulo do 19º livro de sua metafísica: “Por isto o filósofo é, de alguma maneira, amigo dos mitos”.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Filosofia grega: uma introdução. Rio de Janeiro: Daimon Editora Ltda, 2010, p. 42, com adaptações.
Com base na relação entre mito e filosofia, julgue (C ou E) o item a seguir.