Questões de Concurso Público SES-DF 2020 para Multiprofissional em Saúde da Família- Fisioterapia
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A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
Acerca dos conhecimentos relativos aos cuidados da fisioterapia na dor lombar, julgue o item a seguir.
A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
Acerca dos conhecimentos relativos aos cuidados da fisioterapia na dor lombar, julgue o item a seguir.
A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
Acerca dos conhecimentos relativos aos cuidados da fisioterapia na dor lombar, julgue o item a seguir.
A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
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A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
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A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
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A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
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A saúde do trabalhador tem se constituído em um tema central de pesquisas no campo da saúde pública, tornando-se um dos fatores investigativos das condições de trabalho, que podem predispor ao adoecimento e ao surgimento de comorbidades importantes que impactam o sistema de saúde nacional. As causas mais comuns de adoecimentos nos trabalhadores estão relacionadas às excessivas demandas físicas do trabalho, sendo que as doenças osteomusculares relacionadas são as que mais afetam os trabalhadores, ocasionando dor lombar específica e inespecífica. A elevação e o transporte de cargas pesadas, a flexão e a extensão prolongada e repetida da coluna e os movimentos repetitivos estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento de lesões e quadros álgicos. Estima-se que entre 60% e 80% dos indivíduos, em geral, sofrem de sintomas de dor lombar em algum momento da vida, sendo esses mais comuns entre os 25 anos e 60 anos de idade.
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A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
A respeito do manejo fisioterapêutico nas doenças degenerativas do joelho, julgue o item a seguir.
A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
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A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
A respeito do manejo fisioterapêutico nas doenças degenerativas do joelho, julgue o item a seguir.
A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
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A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
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A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
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A osteoartrite (OA) é um dos distúrbios articulares que mais acometem a qualidade de vida da população em geral; é caracterizada por estresse celular e degradação da matriz extracelular, iniciada por lesões que ativam respostas de reparo inadaptadas. Manifesta-se como um desarranjo molecular seguido de alterações anatômicas e fisiológicas, caracterizadas por degradação da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos, inflamação das articulações e perda da função articular normal. A prevalência da OA se compreende entre 44% e 70% dos indivíduos acima de 50 anos de idade e, na faixa etária acima de 75 anos, chega a 85%. De fato, a OA é um acometimento articular devastador, que promove drásticas consequências físicas que impactam consideravelmente a vida do indivíduo. Entre os diversos fatores que levam ao surgimento e ao agravamento desse quadro, o sedentarismo associado a perda considerável de força muscular, perda de estabilidade e falta de processo educacional por parte do paciente é mecanismo que contribui para o agravamento dos sintomas e a redução da qualidade de vida do paciente.
A respeito do manejo fisioterapêutico nas doenças degenerativas do joelho, julgue o item a seguir.